Este Blog é direcionado aos amantes dos animais e do meio ambiente. As postagens serão todas direcionadas às essas causas.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Dizer amo, não basta.....
Por: Silvio do Teatro Vegetariano
" Recebi por e-mail:AUTORIA DESCONHECIDA:
Mitos e verdades que você precisa saber antes de pedir ajuda a um protetor: não existe ” Associação de Proteção Animal ” , ao menos não é da maneira que você pensa que seja, existem abrigo, sem exceção todos eles lotados, com animais presos em canis super lotados, onde muitas vezes a fome ronda a porta.
O governo não ajuda esses locais.É com dinheiro como o SEU que esses locais são mantidos.Se houvesse tal lugar , não haveriam bichos jogados na rua.
ALGUÉM TERIA UM ESPACINHO ? EU DOU A RAÇÃO!! Espacinho é a casa da protetora! Que tipo de casa você pensa que vive um protetor ? Diferente da sua? O cachorro faria sujeira e bagunça na sua casa ? Ele faz tb na da protetora! Seu marido não gosta? O da protetora tb não ! E não é só de ração que vive um animal retirado da rua , eles precisam de remédios, de produtos de limpeza viverem num ambiente sadio, de banho, remédio para pulgas, vacinas, castração,de alguem que cuide deles de TEMPO E DE PACIÊNCIA ! será que protetor não tem problemas ???
SE FOR PEDIR AJUDA A UM PROTETOR , LEMBRE-SE QUE ELE ESTA AJUDANDO VOCÊ, VOCÊ QUE VIU O ANIMAL.TODO O PROTETOR JÁ TEM DE 5 A 10 ANIMAIS NA SUA CASA SERÁ QUE É JUSTO PERSUADIR, INSISTIR, APELAR EMOCIONALMENTE PARA QUE ESSA PESSOA LEVE MAIS O ANIMAL QUE VOCÊ ACHOU PARA CASA?
Você pensa quem é que vai pagar a conta do veterinário?
Se ainda sim pedir ajuda , lembre-se que aquele animal é sua responsabilidade enquanto ele viver e não só na primeira semana depois que foi retirado da rua.
Outras considerações :O carro do protetor se suja tanto quanto o seu . Quem disse que protetor gosta de ter o carro sujo, rasgado e coberto de pelos? Também gasta combustíel, óleo , manutenção igual ao seu.O protetor tb gosta de FÉRIAS, FERIADOS, FINS de SEMANA E DESCANSO como você !
Se você não tem dinheiro, não tem carro, não pode dar ração, não tem um amigo, não pode levar para a sua casa, ou para a casa da sua tia, da sua mãe, de um amigo, não pode pagar um hotelzinho, não pode levar no seu carro, não pode ser voluntário, não pode pagar uma castração, não pode levar ao seu veterinário, se você NÃO PODE DOAR NADA DE VOCÊ em prol dos animais, pare de apelar para o nosso emocional, para de empurrar novos casos de abandono.
TÊM MILHARES DE ANIMAIS ABANDONADOS PELA CIDADE, NÃO PODEMOS SALVAR TODOS. NÃO REPASSE MAIS UM PROBLEMA. Nós conhecemos quem quer ajuda e nos ajudamos, a gente fica mal, perde o sono, se deprime , assim pense antes de pedir.
Se depois de ler tudo que escrevi ainda assim você não poder fazer nada por esse bicho que te encontrou, pelo menos pense que poderia ser o seu animal de estimação, e que você gostaria que alguém como você fizesse tudo por ELE. "
" Recebi por e-mail:AUTORIA DESCONHECIDA:
Mitos e verdades que você precisa saber antes de pedir ajuda a um protetor: não existe ” Associação de Proteção Animal ” , ao menos não é da maneira que você pensa que seja, existem abrigo, sem exceção todos eles lotados, com animais presos em canis super lotados, onde muitas vezes a fome ronda a porta.
O governo não ajuda esses locais.É com dinheiro como o SEU que esses locais são mantidos.Se houvesse tal lugar , não haveriam bichos jogados na rua.
ALGUÉM TERIA UM ESPACINHO ? EU DOU A RAÇÃO!! Espacinho é a casa da protetora! Que tipo de casa você pensa que vive um protetor ? Diferente da sua? O cachorro faria sujeira e bagunça na sua casa ? Ele faz tb na da protetora! Seu marido não gosta? O da protetora tb não ! E não é só de ração que vive um animal retirado da rua , eles precisam de remédios, de produtos de limpeza viverem num ambiente sadio, de banho, remédio para pulgas, vacinas, castração,de alguem que cuide deles de TEMPO E DE PACIÊNCIA ! será que protetor não tem problemas ???
SE FOR PEDIR AJUDA A UM PROTETOR , LEMBRE-SE QUE ELE ESTA AJUDANDO VOCÊ, VOCÊ QUE VIU O ANIMAL.TODO O PROTETOR JÁ TEM DE 5 A 10 ANIMAIS NA SUA CASA SERÁ QUE É JUSTO PERSUADIR, INSISTIR, APELAR EMOCIONALMENTE PARA QUE ESSA PESSOA LEVE MAIS O ANIMAL QUE VOCÊ ACHOU PARA CASA?
Você pensa quem é que vai pagar a conta do veterinário?
Se ainda sim pedir ajuda , lembre-se que aquele animal é sua responsabilidade enquanto ele viver e não só na primeira semana depois que foi retirado da rua.
Outras considerações :O carro do protetor se suja tanto quanto o seu . Quem disse que protetor gosta de ter o carro sujo, rasgado e coberto de pelos? Também gasta combustíel, óleo , manutenção igual ao seu.O protetor tb gosta de FÉRIAS, FERIADOS, FINS de SEMANA E DESCANSO como você !
Se você não tem dinheiro, não tem carro, não pode dar ração, não tem um amigo, não pode levar para a sua casa, ou para a casa da sua tia, da sua mãe, de um amigo, não pode pagar um hotelzinho, não pode levar no seu carro, não pode ser voluntário, não pode pagar uma castração, não pode levar ao seu veterinário, se você NÃO PODE DOAR NADA DE VOCÊ em prol dos animais, pare de apelar para o nosso emocional, para de empurrar novos casos de abandono.
TÊM MILHARES DE ANIMAIS ABANDONADOS PELA CIDADE, NÃO PODEMOS SALVAR TODOS. NÃO REPASSE MAIS UM PROBLEMA. Nós conhecemos quem quer ajuda e nos ajudamos, a gente fica mal, perde o sono, se deprime , assim pense antes de pedir.
Se depois de ler tudo que escrevi ainda assim você não poder fazer nada por esse bicho que te encontrou, pelo menos pense que poderia ser o seu animal de estimação, e que você gostaria que alguém como você fizesse tudo por ELE. "
De: Fucinhos E Patas
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Confirmado caso de raiva animal em Ribeirão Preto depois de 11 anos
Cachorro atropelado na Avenida Mogiana foi identificado com a doença.
Vigilância Epidemiológica vacina animais da região a partir de quinta.
Do G1 Ribeirão e Franca
A assessoria da Prefeitura de Ribeirão Preto (SP) confirmou na manhã desta quarta-feira (4) o primeiro caso de raiva animal na cidade depois de 11 anos. Exames realizados pelo Instituto Pasteur apontaram a doença manifestada em um cachorro que foi atropelado na Avenida Mogiana, zona norte da cidade.
O animal pertencia a uma família e precisou ser sacrificado após o acidente pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ). Pelo menos 14 pessoas que mantinham contato com o cão receberam tratamento de bloqueio com medicamentos, segundo informações da assessoria.
Nesta quinta-feira (5), agentes da Vigilância Epidemiológica visitarão imóveis num raio de até 25 quarteirões do local do acidente. Uma unidade móvel de saúde estará na região e os animais domésticos receberão vacina antirrábica.
Estado
A assessoria da Secretaria Estadual da Saúde informou que o Instituto Pasteur não concluiu o laudo sobre o material colhido do animal morto em Ribeirão. Por esse motivo, segundo a assessoria, o caso de raiva não foi confirmado.
Campanha
Após dois anos sem vacinação pública, a Prefeitura de Ribeirão Preto realiza uma campanha contra raiva animal até 31 de maio. Segundo a chefe do Controle de Zoonoses, Eliana Colucci, a expectativa é vacinar cerca de 58 mil animais entre cães e gatos em seis pontos diferentes:
Centro de Controle de Zoonoses
Avenida Eduardo Andréa Matarazzo (Via Norte), 4.255
Distrital Leste
Rua Sebastiana Monteiro Faccioli, 30 – Jardim Anhanguera
Distrital Sul
Rua Nabuco de Araújo, 71 – Vila Virgínia
Distrital Oeste
Rua Adalberto Pajuaba, 148 – Sumarezinho
Distrital Central
Rua Santos Dumont, 335 – Vila Tibério
Centro Universitário Moura Lacerda (Hospital Veterinário)
Avenida Oscar de Moura Lacerda, 1520
Centro Universitário Barão de Mauá (Hospital Veterinário)
Avenida Patriarca, 4700
A assessoria da Secretaria Estadual da Saúde informou que o Instituto Pasteur não concluiu o laudo sobre o material colhido do animal morto em Ribeirão. Por esse motivo, segundo a assessoria, o caso de raiva não foi confirmado.
Campanha
Após dois anos sem vacinação pública, a Prefeitura de Ribeirão Preto realiza uma campanha contra raiva animal até 31 de maio. Segundo a chefe do Controle de Zoonoses, Eliana Colucci, a expectativa é vacinar cerca de 58 mil animais entre cães e gatos em seis pontos diferentes:
Centro de Controle de Zoonoses
Avenida Eduardo Andréa Matarazzo (Via Norte), 4.255
Distrital Leste
Rua Sebastiana Monteiro Faccioli, 30 – Jardim Anhanguera
Distrital Sul
Rua Nabuco de Araújo, 71 – Vila Virgínia
Distrital Oeste
Rua Adalberto Pajuaba, 148 – Sumarezinho
Distrital Central
Rua Santos Dumont, 335 – Vila Tibério
Centro Universitário Moura Lacerda (Hospital Veterinário)
Avenida Oscar de Moura Lacerda, 1520
Centro Universitário Barão de Mauá (Hospital Veterinário)
Avenida Patriarca, 4700
Polícia detém jovem por tentar vender carne de cão
Angola - 04 de abril de 2012 às 12:00
Segundo o porta-voz da corporação, super intendente chefe António Hossi, a detenção derivou da colaboração da família do prevaricador, que fez a denúncia.
Explicou que os agentes da polícia surpreenderam-no, tendo acrescentado que já receberam outras queixas de casos do género, mas nunca tinham detectado a infracção.
Referiu que a ação envolveu ainda um cidadão de nacionalidade congolesa, que está foragido da justiça. O comando da polícia no Bié trabalha para o encontrar.
Confirmou ser um caso evidente e real, jamais visto na cultura angolana, assegurando que a corporação continuará a fazer operações, para desencorajar actos do género.
Alertou a população local e do país em geral a ter cuidado quando relacionar-se com cidadãos de outras nacionalidades e países vizinhos, sobretudo nos seus hábitos alimentares, que são muito diferentes do costume angolano.
Por sua vez, Ivom Munare Delami, o acusado, de nacionalidade angolana, argumentou que o cão atacava os vizinhos e outras pessoas, daí ter tido a ideia de livrar-se do animal.
Disse ter oferecido ao vizinho, pelo fato de ter a fama de que se alimentava de cães.
“Ele mandou-me trazer o cão e assim o fiz, tendo o sacrificado com uma arma branca. Feito o trabalho, ofereceu-me uma bebida (whisky), que consumi até embriagar-me. O vizinho deixou-o em sua casa e foi comprar alho para o tempero do bicho”, esclareceu.
“Enquanto aguardava pelo dono de casa, fui surpreendido pela polícia, acusado de pretender comercializar carne de cão.
Fonte: Angola Press
Empresa de Eike Batista envia nota oficial sobre destruição de restinga
Fauna ameaçada - 04 de abril de 2012 às 12:40
Após publicação na ANDA da matéria “Empresa de Eike Batista está destruindo uma das últimas áreas de restinga no país” que apontava que empresários e gestores públicos estavam promovendo uma imensa destruição de uma das últimas áreas de restinga do país, com investimentos privados do grupo EBX, do empresário Eike Batista, a assessoria enviou uma nota oficial à redação da ANDA, que publicamos abaixo na íntegra.
Resposta do Grupo EBX
O Grupo EBX informa que adota políticas e dissemina conceitos que garantam a conservação da biodiversidade local em São João da Barra, onde suas companhias desenvolvem o Superporto do Açu. Por isso, todas as intervenções de supressão necessárias são antecedidas por programas de resgate da Fauna e Flora, entre outros. Além disso, nenhuma atividade é realizada sem a devida autorização ambiental do órgão competente.
Além disso, criou em São João da Barra, de forma voluntária, a maior Reserva Particular de Patrimônio Natural (RPPN) de restinga do país, com cerca de 4 mil hectares, conservando assim um dos mais importantes trechos de restingas e seus ecossistemas associados da região do Superporto do Açu.
O Grupo também mantém um viveiro específico para espécies nativas de restinga, com capacidade de produção de 500 mil mudas/ano. O projeto de recomposição prevê o plantio de mais de 10 milhões de mudas, até o momento já foram plantadas cerca de 100 mil. O viveiro institucional, como é conhecido, domina a técnica de produção e manejo de mais de 53 espécies de restingas, constituindo um marco para o conhecimento reprodutivo dessas espécies.
Em parceria com o Projeto Tamar (Centro Brasileiro de Proteção e Pesquisa das Tartarugas Marinhas), o Grupo EBX desenvolve um programa de monitoramento da desova de tartarugas marinhas em um trecho de 62 km de costa. Todos os dias, seis monitores, moradores locais treinados pelo TAMAR, percorrem um trecho de praia registrando qualquer ocorrência relativa às tartarugas marinhas. As ocorrências reprodutivas (como desovas) são georeferenciadas e marcadas com estacas numeradas para identificar sua localização. O local da ocorrência também é registrado por meio de GPS. A empresa também instalou, dentro do Superporto do Açu, um Centro para Tratamento e Recuperação de Quelônios Marinhos.
Atenciosamente,
Assessoria de Imprensa
Resposta da ANDA
Segundo apuração da nossa redação,
Após publicação na ANDA da matéria “Empresa de Eike Batista está destruindo uma das últimas áreas de restinga no país” que apontava que empresários e gestores públicos estavam promovendo uma imensa destruição de uma das últimas áreas de restinga do país, com investimentos privados do grupo EBX, do empresário Eike Batista, a assessoria enviou uma nota oficial à redação da ANDA, que publicamos abaixo na íntegra.
Resposta do Grupo EBX
O Grupo EBX informa que adota políticas e dissemina conceitos que garantam a conservação da biodiversidade local em São João da Barra, onde suas companhias desenvolvem o Superporto do Açu. Por isso, todas as intervenções de supressão necessárias são antecedidas por programas de resgate da Fauna e Flora, entre outros. Além disso, nenhuma atividade é realizada sem a devida autorização ambiental do órgão competente.
Além disso, criou em São João da Barra, de forma voluntária, a maior Reserva Particular de Patrimônio Natural (RPPN) de restinga do país, com cerca de 4 mil hectares, conservando assim um dos mais importantes trechos de restingas e seus ecossistemas associados da região do Superporto do Açu.
O Grupo também mantém um viveiro específico para espécies nativas de restinga, com capacidade de produção de 500 mil mudas/ano. O projeto de recomposição prevê o plantio de mais de 10 milhões de mudas, até o momento já foram plantadas cerca de 100 mil. O viveiro institucional, como é conhecido, domina a técnica de produção e manejo de mais de 53 espécies de restingas, constituindo um marco para o conhecimento reprodutivo dessas espécies.
Em parceria com o Projeto Tamar (Centro Brasileiro de Proteção e Pesquisa das Tartarugas Marinhas), o Grupo EBX desenvolve um programa de monitoramento da desova de tartarugas marinhas em um trecho de 62 km de costa. Todos os dias, seis monitores, moradores locais treinados pelo TAMAR, percorrem um trecho de praia registrando qualquer ocorrência relativa às tartarugas marinhas. As ocorrências reprodutivas (como desovas) são georeferenciadas e marcadas com estacas numeradas para identificar sua localização. O local da ocorrência também é registrado por meio de GPS. A empresa também instalou, dentro do Superporto do Açu, um Centro para Tratamento e Recuperação de Quelônios Marinhos.
Atenciosamente,
Assessoria de Imprensa
Resposta da ANDA
Segundo apuração da nossa redação,
1. Segundo levantamos, a reserva ambiental não foi uma iniciativa voluntária da empresa, mas uma exigência da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA) do Rio de Janeiro. Tanto que as desapropriações de pequenas propriedades estão sendo feitas em conjunto com a Companhia de Desenvolvimento Industrial (Codin) e a Prefeitura de São João da Barra, porque a Secretaria do Ambiente exigiu que uma das fazendas adquiridas pelo Grupo fosse transformada nessa mencionada reserva. Mesmo assim, o projeto de uma das termelétricas prevê a ocupação de considerável área desta reserva, conforme diz o próprio EIA/Rima deste empreendimento em particular.
2. Segundo moradores da área e ambientalistas, propriedades particulares estão servindo de refúgios para animais silvestres. O que se vê, na realidade, são animais mortos nas estradas asfaltadas da região, pois não existem propriedades suficientes para abrigar os animais;
3. Os quelônios estão sendo despedaçados pelas dragas que aprofundam o calado do porto e enterrados imediatamente, segundo várias testemunhas da região. Fotos do local mostram tartarugas mortas.
4. Segundo a coordenação do projeto Tamar, que atua na região desde 1993, não existe uma parceria com o Grupo EBX. Apenas estão sendo cumpridas condicionantes de licenciamento na qual há atuação conjunta do Tamar com as empresas de consultoria contratadas para executar o monitoramento. Tendo em vista a recomendação do Tamar para o INEA de medidas de mitigação e monitoramento nos processos de licenciamento.
Para dar mais algumas informações, reproduzimos abaixo um trecho de texto publicada por Arthur Soffiati na revista Visão Socioambiental:
“O estaleiro, proibido em Santa Catarina e transferido para o Açu, é a obra mais impactante do complexo industrial-portuário. Ele cortará ao meio a parte íntegra da Lagoa do Veiga por um canal de 300 metros de largura por 18 metros de profundidade. Nem a foz do Rio Paraíba do Sul tem tais dimensões. O acesso ao mar será feito por um canal submarino que se ligará ao canal principal da ilha-porto numa costa que não conta com uma ilha sequer. A abertura de ambos os canais no fundo do mar já está causando danos à vida marinha, pois a areia retirada por uma enorme draga flutuante e lançada em outro ponto do mar mata animais marinhos e muda profundamente as condições ambientais no ponto de retirada e no ponto de bota-fora. Quanto às Unidades de Conservação, os limites iniciais do Parque de Gruçaí foram drasticamente reduzidos em função dos interesses do grupo EBX. Hoje, ele se reduz ao Banhado da Boa Vista, à Lagoa do Açu e à parte da Lagoa Salgada. A Reserva Particular do Patrimônio Natural de Caroara, pertencente ao grupo, não pode se comparar, em extensão e importância, aos Parques Nacional da Restinga de Jurubatiba, no norte fluminense, e Estadual de Setiba, no Espírito Santo, ambos protegendo ecossistemas de restinga. De mais a mais, a situação crítica de Santa Catarina foi transferida para o Estado do Rio de Janeiro. Lá, o estaleiro não pôde se instalar por ameaçar três Unidades de Conservação já existentes. Aqui, para poder se instalar o estaleiro, o grupo terá de arcar com os custos de três Unidades de Conservação, que também serão ameaçadas mais que por um estaleiro, porém por um conjunto de empreendimentos impactantes. Trata-se de um contrasenso.”
2. Segundo moradores da área e ambientalistas, propriedades particulares estão servindo de refúgios para animais silvestres. O que se vê, na realidade, são animais mortos nas estradas asfaltadas da região, pois não existem propriedades suficientes para abrigar os animais;
3. Os quelônios estão sendo despedaçados pelas dragas que aprofundam o calado do porto e enterrados imediatamente, segundo várias testemunhas da região. Fotos do local mostram tartarugas mortas.
4. Segundo a coordenação do projeto Tamar, que atua na região desde 1993, não existe uma parceria com o Grupo EBX. Apenas estão sendo cumpridas condicionantes de licenciamento na qual há atuação conjunta do Tamar com as empresas de consultoria contratadas para executar o monitoramento. Tendo em vista a recomendação do Tamar para o INEA de medidas de mitigação e monitoramento nos processos de licenciamento.
Para dar mais algumas informações, reproduzimos abaixo um trecho de texto publicada por Arthur Soffiati na revista Visão Socioambiental:
“O estaleiro, proibido em Santa Catarina e transferido para o Açu, é a obra mais impactante do complexo industrial-portuário. Ele cortará ao meio a parte íntegra da Lagoa do Veiga por um canal de 300 metros de largura por 18 metros de profundidade. Nem a foz do Rio Paraíba do Sul tem tais dimensões. O acesso ao mar será feito por um canal submarino que se ligará ao canal principal da ilha-porto numa costa que não conta com uma ilha sequer. A abertura de ambos os canais no fundo do mar já está causando danos à vida marinha, pois a areia retirada por uma enorme draga flutuante e lançada em outro ponto do mar mata animais marinhos e muda profundamente as condições ambientais no ponto de retirada e no ponto de bota-fora. Quanto às Unidades de Conservação, os limites iniciais do Parque de Gruçaí foram drasticamente reduzidos em função dos interesses do grupo EBX. Hoje, ele se reduz ao Banhado da Boa Vista, à Lagoa do Açu e à parte da Lagoa Salgada. A Reserva Particular do Patrimônio Natural de Caroara, pertencente ao grupo, não pode se comparar, em extensão e importância, aos Parques Nacional da Restinga de Jurubatiba, no norte fluminense, e Estadual de Setiba, no Espírito Santo, ambos protegendo ecossistemas de restinga. De mais a mais, a situação crítica de Santa Catarina foi transferida para o Estado do Rio de Janeiro. Lá, o estaleiro não pôde se instalar por ameaçar três Unidades de Conservação já existentes. Aqui, para poder se instalar o estaleiro, o grupo terá de arcar com os custos de três Unidades de Conservação, que também serão ameaçadas mais que por um estaleiro, porém por um conjunto de empreendimentos impactantes. Trata-se de um contrasenso.”
Centenas de andorinhas morrem após aplicação de repelente na rodoviária de Ilhéus (BA)
Crime contra a vida - 04 de abril de 2012 às 13:20
Cerca de 500 andorinhas morreram na noite desta segunda-feira (2) na rodoviária da cidade de Ilhéus, localizada a 465 km de Salvador (BA). Segundo informações da TV Bahia, as aves morreram após a aplicação de um repelente em gel contra pombos e morcegos.
De acordo com a empresa que administra o terminal, o produto químico foi utilizado para espantar as andorinhas e não para matá-las. Pórem, no rótulo do repelente há a informação de não aplicação em locais com outros tipos de aves.
Andorinhas encontradas com vida no terminal (Foto: Reprodução/Correio 24h)
Na manhã desta terça-feira (3), fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e policiais da Delegacia de Proteção Ambiental foram ao local e recolheram as andorinhas que sobreviveram e que estavam bem debilitadas.
De acordo com o Ibama, a empresa responsável pelo terminal e a empresa que aplicou o repelente foram multadas em R$500 reais para casa andorinha morta e irão responder por crime ambiental.
Fonte: Correio 24h
Projeto contra os maus-tratos aos animais é aprovado por unanimidade na Assembleia Legislativa de AL
Eutanásia será proibida - 04 de abril de 2012 às 15:20
Por Thayanne Magalhães
O projeto de Lei nº 219/2011 de autoria do deputado estadual, Ronaldo Medeiros (PT), que trata da defesa, proteção e do controle de natalidade dos animais, foi aprovada por unanimidade durante a sessão ordinária na Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE), na tarde desta terça-feira (3).
O principal objetivo da lei é coibir os maus-tratos aos animais. Além disso, um dos pontos mais importantes do documento diz respeito à ‘eliminação e a eutanásia’ realizada pelo Centro de Controle de Zoonozes. A eliminação de cães e gatos pelos órgãos de zoonoses, pelos canis situados em Alagoas será proibida. E a eutanásia só será permitida em caso de doenças graves, incuráveis e que possam colocar a saúde das pessoas em risco.
Após a aprovação, o documento deve ser enviado para a avaliação do governador Teotônio Vilela (PSDB).
Fonte: Primeira Edição
Por Thayanne Magalhães
Foto: Arquivo/Primeira Edição
O projeto de Lei nº 219/2011 de autoria do deputado estadual, Ronaldo Medeiros (PT), que trata da defesa, proteção e do controle de natalidade dos animais, foi aprovada por unanimidade durante a sessão ordinária na Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE), na tarde desta terça-feira (3).
O principal objetivo da lei é coibir os maus-tratos aos animais. Além disso, um dos pontos mais importantes do documento diz respeito à ‘eliminação e a eutanásia’ realizada pelo Centro de Controle de Zoonozes. A eliminação de cães e gatos pelos órgãos de zoonoses, pelos canis situados em Alagoas será proibida. E a eutanásia só será permitida em caso de doenças graves, incuráveis e que possam colocar a saúde das pessoas em risco.
Após a aprovação, o documento deve ser enviado para a avaliação do governador Teotônio Vilela (PSDB).
Fonte: Primeira Edição
Cachorro é encontrado morto em barracão de Novo Horizonte, SP
Crime - 04 de abril de 2012 às 16:40
A Polícia Civil de Novo Horizonte (SP) irá investigar crime de maus-tratos contra um cachorro que foi encontrado morto trancado em um barracão da cidade.
Na noite desta terça-feira (3) as polícias Ambiental e Militar receberam denúncia de vizinhos do local de que um cachorro estaria morto. A descoberta dos vizinhos foi provocada pelo mau cheiro que eles presenciavam ao passar pelos arredores do barracão.
Os vizinhos disseram que a família que mora nos fundos do local, teria viajado há 20 dias e trancado o animal sem água e sem comida no barracão. A Associação Mão Amiga (AMA), que busca a defesa dos animais na cidade registrou boletim de ocorrência.
Fonte: G1
Filhote de crocodilo é flagrado tomando sol nas costas de um hipopótamo
África do Sul - 04 de abril de 2012 às 17:20
Cena foi flagrada no parque Kruger, na África do Sul. Filhote permaneceu 15 minutos nas costas do hipopótamo.
Um filhote de crocodilo parecia ter confundido um hipopótamo com uma rocha.
O réptil foi fotografado se aquece ao sol nas costas do mamífero. No entanto o hipopótamo de três toneladas parecia não se incomodar com o filhote, que permaneceu 15 minutos em suas costas.
A cena foi flagrada no parque Kruger, na África do Sul, segundo o jornal Daily Telegraph.
Fonte: Faxaju
Empresas de exploração de gás e petróleo devem acatar critérios para proteger golfinhos
ANDA - EUA - 04 de abril de 2012 às 6:00
Por Roberta Oliveira (da Redação – EUA)
Com golfinhos doentes e mortos aparecendo na costa da Louisiana, nos EUA, reguladores federais estão controlando as empresas que exploram gás natural e óleo para que não usem equipamentos sísmicos, que enviam pulsos embaixo d’água, e que afetam os mamíferos marinhos.
O Escritório de Gerenciamento de Energia Oceânica disse à empresa Global Geophysical Services Inc. Que não conduza sísmicas de reflexão de penetração profunda até maio, quando o golfinho nariz-de-garrafa termina sua temporada de nascimento de novos mamíferos. A agência diz que as sísmicas são feitas com armas de ar comprimido que emitem sons que podem perturbar a união da mãe com seu filhote, e mascarar “sons importantes”.
A empresa informou que demitiu 30 pessoas por causa da restrição, que considerou desnecessária.
Mas grupos ambientais estão processando o Escritório de Gerenciamento de Energia Oceânica, pois acreditam que as restrições deveriam ser feitas até o Golfo do México.
“Imagine dinamites estourando toda hora na casa do seu vizinho, por dias ou meses sem fim,” disse Michael Jasny, um analista da Conselho de Defesa de Recursos Naturais. “É essa situação que estes animais estão enfrentando”.
Jasny disse que as restrições à Global Geophysical são um bom sinal, mas não suficientes.
A agência informou que estava preocupada que as sísmicas de reflexão pudessem afetar os mamíferos, e até mesmo causar surdez.
Amy Scholik, uma bióloga da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional, disse que os efeitos das armas são desconhecidos em golfihos, mas que há preocupação com os golfinhos recém-nascidos que estão sujeito ao estress. Ela disse que baleias no Alasca mudaram sua rota de migração por causa de sísmicas de reflexão.
As armas usadas são rebocadas em velocidades baixas atrás de um navio de sísmica de reflexão e emitem ondas de sons de alta e baixa frequências para encontrarem camadas geológicas. Sísmica de reflexão é essencial para os perfuradores encontrarem lugares que possam ser perfurados.
Marc Lawrence, vice president da empresa Global Geophysical na região do Golfo, disse que as sísmicas de reflexão não representam um perigo para a vida marinha.
“Nós não vemos perigo nenhum,” disse Lawrence. Como prova, ele disse que os golfinhos costumam nadar junto com os navios que conduzem sísmicas de reflexão.
Ele disse que a restrição cobre uma área de mais ou menos 20 milhas da costa da Louisiana, e chamou a restrição de imprecedente. A compania está em busca de outros reservatórios em outras áreas da costa central da Louisiana.
Por Roberta Oliveira (da Redação – EUA)
Golfinhos pagam um preço alto pela exploração de gás e petróleo (Foto: Alamy)
Com golfinhos doentes e mortos aparecendo na costa da Louisiana, nos EUA, reguladores federais estão controlando as empresas que exploram gás natural e óleo para que não usem equipamentos sísmicos, que enviam pulsos embaixo d’água, e que afetam os mamíferos marinhos.
O Escritório de Gerenciamento de Energia Oceânica disse à empresa Global Geophysical Services Inc. Que não conduza sísmicas de reflexão de penetração profunda até maio, quando o golfinho nariz-de-garrafa termina sua temporada de nascimento de novos mamíferos. A agência diz que as sísmicas são feitas com armas de ar comprimido que emitem sons que podem perturbar a união da mãe com seu filhote, e mascarar “sons importantes”.
A empresa informou que demitiu 30 pessoas por causa da restrição, que considerou desnecessária.
Mas grupos ambientais estão processando o Escritório de Gerenciamento de Energia Oceânica, pois acreditam que as restrições deveriam ser feitas até o Golfo do México.
“Imagine dinamites estourando toda hora na casa do seu vizinho, por dias ou meses sem fim,” disse Michael Jasny, um analista da Conselho de Defesa de Recursos Naturais. “É essa situação que estes animais estão enfrentando”.
Jasny disse que as restrições à Global Geophysical são um bom sinal, mas não suficientes.
A agência informou que estava preocupada que as sísmicas de reflexão pudessem afetar os mamíferos, e até mesmo causar surdez.
Amy Scholik, uma bióloga da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional, disse que os efeitos das armas são desconhecidos em golfihos, mas que há preocupação com os golfinhos recém-nascidos que estão sujeito ao estress. Ela disse que baleias no Alasca mudaram sua rota de migração por causa de sísmicas de reflexão.
As armas usadas são rebocadas em velocidades baixas atrás de um navio de sísmica de reflexão e emitem ondas de sons de alta e baixa frequências para encontrarem camadas geológicas. Sísmica de reflexão é essencial para os perfuradores encontrarem lugares que possam ser perfurados.
Marc Lawrence, vice president da empresa Global Geophysical na região do Golfo, disse que as sísmicas de reflexão não representam um perigo para a vida marinha.
“Nós não vemos perigo nenhum,” disse Lawrence. Como prova, ele disse que os golfinhos costumam nadar junto com os navios que conduzem sísmicas de reflexão.
Ele disse que a restrição cobre uma área de mais ou menos 20 milhas da costa da Louisiana, e chamou a restrição de imprecedente. A compania está em busca de outros reservatórios em outras áreas da costa central da Louisiana.
Ativistas pedem criação de Delegacia de Animais em MG
Para a proteção dos bichos - 04 de abril de 2012 às 18:00
(Foto: Reprodução/ Estado de Minas)
Depois de ser abandonado nas ruas e rejeitado em várias tentativas de adoção, o vira-lata Chico Bento teve seu dia de glória: foi eleito o cão mais simpático no concurso que reuniu centenas de animais na Praça da Liberdade. A disputa faz parte da campanha organizada por diversas ONGs e grupos de proteção aos animais pela criação da Delegacia de Animais e guarda responsável. Chico Bento provou que, mesmo sem uma das patas traseiras ou pedigree, pode transformar a vida de seu tutor, oferecendo companheirismo, lealdade e momentos de pura alegria.
“Ele me trouxe mais felicidade. É um privilégio tê-lo perto de mim”, afirma Adriana Cristina Araújo, do Movimento Mineiro pelos Direitos dos Animais, que, durante muito tempo, tentou arranjar um lar para Chico Bento. “Por ser um animal com dificuldades de locomoção, a adoção acabou não ocorrendo. Aí, resolvi ser a sua tutora. Foi a melhor coisa que eu fiz”, comenta, orgulhosa por seu cão ter ficado com o primeiro lugar no concurso.
Christiane Oliveira, presidente da ONG Cãopartilhe, afirma que, apesar do número crescente de grupos que se preocupam com a causa dos animais, ainda é grande o abandono. “A guarda responsável inclui o cuidado permanente, o lazer com a prática de exercícios físicos e o uso de placas ou coleiras de identificação. Toda semana chegam para nós cerca de 15 pedidos de localização de cães que se perderam ou fugiram”, revela.
Outra meta das entidades envolvidas na organização do evento é criar legislação e punição específica para que os maus-tratos contra animais sejam considerados crime. A criação de uma delegacia de defesa dos animais também está na pauta de reivindicações e, segundo Christiane, seria fundamental para garantir a proteção dos bichos.
Fonte: Estado de Minas
Ativistas pedem vigilância e punições contra caça a rinocerontes
África - 04 de abril de 2012 às 6:00
Por Yara Bayoumy
Maior vigilância e punições mais duras são necessárias para conter a caça de rinocerontes na África, e o animal pode desaparecer da natureza até 2025 se as autoridades não tomarem providências, disseram ativistas nesta terça-feira (3).
Estima-se que a população mundial de rinocerontes tenha diminuído 90 por cento desde 1970. Restam na África cerca de 20.150 rinocerontes brancos, que estão quase ameaçados, e 4.840 rinocerontes negros, que estão criticamente ameaçados.
“Certamente chegamos a um ponto de inflexão nas populações de rinocerontes. Não há como nossas populações nacionais aguentarem o nível de caça”, disse à Reuters o presidente da Associação de Proprietários Privados de Rinocerontes da África do Sul, Pelham Jones, durante um encontro no Quênia.
“O que tenho visto no passado são muitos políticos… solidamente enfiando suas cabeças na areia… A atitude de dizer que não há crise é uma declaração de alheamento. Há uma crise”, disse Jones.
No ano passado, 448 rinocerontes foram abatidos só na África do Sul, um aumento de 33 por cento em relação ao ano anterior. Isso se deve à maior demanda dos países asiáticos, onde o chifre do rinoceronte é considerado uma cura para o câncer – algo sem base científica.
A África do Sul concentra mais de 90 por cento da população africana de rinocerontes.
O preço do chifre de rinoceronte atingiu mais de 50 mil dólares por quilo, superior à cotação do ouro, segundo participantes da cúpula promovida pela entidade Fundação Africana da Vida Selvagem.
Fonte: Reuters
Por Yara Bayoumy
Caça de rinocerontes na África do Sul pode causar desaparecimento de diversas espécies até 2020. (Foto: Reuters/Brent Stirton/Getty Images)
Estima-se que a população mundial de rinocerontes tenha diminuído 90 por cento desde 1970. Restam na África cerca de 20.150 rinocerontes brancos, que estão quase ameaçados, e 4.840 rinocerontes negros, que estão criticamente ameaçados.
“Certamente chegamos a um ponto de inflexão nas populações de rinocerontes. Não há como nossas populações nacionais aguentarem o nível de caça”, disse à Reuters o presidente da Associação de Proprietários Privados de Rinocerontes da África do Sul, Pelham Jones, durante um encontro no Quênia.
“O que tenho visto no passado são muitos políticos… solidamente enfiando suas cabeças na areia… A atitude de dizer que não há crise é uma declaração de alheamento. Há uma crise”, disse Jones.
No ano passado, 448 rinocerontes foram abatidos só na África do Sul, um aumento de 33 por cento em relação ao ano anterior. Isso se deve à maior demanda dos países asiáticos, onde o chifre do rinoceronte é considerado uma cura para o câncer – algo sem base científica.
A África do Sul concentra mais de 90 por cento da população africana de rinocerontes.
O preço do chifre de rinoceronte atingiu mais de 50 mil dólares por quilo, superior à cotação do ouro, segundo participantes da cúpula promovida pela entidade Fundação Africana da Vida Selvagem.
Fonte: Reuters
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Designer de joias torna-se vegetariano após ser beijado por uma vaca, em santuário de animais
ANDA - Experiência transformadora - 02 de abril de 2012 às 6:00
Por Graziella Belliato (da Redação)
Jase Spiegel (Foto: Reprodução/Igualdad Animal)
Jase Spiegel e seu amigo, Chris Seagle, foram convidados a participar de uma refeição vegetariana em um santuário de animais, o SASHA (Sanctuary and Safe Haven for Animals – Santuário e Refúgio Seguro para Animais, em tradução livre). As informações são do Igualdad Animal.
Durante a viagem, Spiegel, de Fort Wayne, Estados Unidos, contou que aprendeu diversas coisas sobre os animais explorados pela indústria alimentícia: “As vacas recebem hormônios que as fazem engordar mais de um quilo por dia!”. Mas o que marcou mesmo sua visita ao santuário, foi o beijo que recebeu de uma vaca: “(…) Ela nos deu um beijo e pensei: Não podemos comê-la! Algo fez um clique! Um hambúrguer ou ela? Vimos um avestruz, era tão doce… e pensei: Por que alguém tem de morrer para mim?”.
Pouco tempo após sua visita ao santuário, Spiegel decidiu dar mais atenção ao que colocava em seu prato. Passou, então, a fazer comida vegetariana. Ele prepara desde vegetais a salsichas, “frango” e queijos veganos. Também inclui em seus pratos o “tofurky”, o seitã e os hambúrgueres de legumes. Adotou leites vegetais em sua dieta, como o de amêndoas, arroz e soja.
No próximo mês, o designer de jóias e agora, cozinheiro dará uma aula de cozinha vegetariana: “Eu poderia preparar umas ‘costelas’ ou um assado de seitã, que acompanharei com um purê de batatas e wasabi. Começaremos com um bom antepasto. Durante a aula mostrarei todos os produtos diferentes e darei informações sobre onde adquiri-los”.
Homem é multado em R$ 16 mil por crime ambiental em Sorocaba, SP
Maus-tratos - 02 de abril de 2012 às 13:00
Pássaro Curió é apontado por policiais como favorito dos criadores (Foto: Adriane Souza/G1)
Após receberem a denúncia, os policiais seguiram até uma chácara no bairro Recreio dos Sorocabanos. Sem oferecer nenhuma resistência, o homem permitiu a entrada dos PMAs. No local, 15 pássaros foram apreendidos, sendo dois deles – Curió e Azulão – considerados espécies em extinção.
A multa administrativa por manter animais silvestres é de R$ 500 por cada um. Já por aprisionar animais ameaçados de extinção, a multa é de R$ 5 mil. Por esta razão, o proprietário da chácara terá que pagar R$ 16.500.
A ocorrência foi encaminhada ao Plantão Policial Norte, onde o homem foi autuado por crime ambiental. Um inquérito será instaurado e ele responderá ao processo em liberdade.
Liberdade
Os policiais ambientais Henrique e Vieira levaram os pássaros ao Parque Zoológico Municipal “Quinzinho de Barros”. “Eles passarão por um período de adaptação, para reaprenderem a voar, pois se forem soltos hoje na natureza, nenhum deles teria condições de sobreviver”, explica o cabo Cabo Henrique.
Após alguns meses os animais serão soltou numa área própria. Segundo os policiais, o homem é um criador antigo, acostumado a manter pássaros em cativeiro. A Polícia Civil deverá investigar o crime.
Os policiais ambientais Henrique e Vieira levaram os pássaros ao Parque Zoológico Municipal “Quinzinho de Barros”. “Eles passarão por um período de adaptação, para reaprenderem a voar, pois se forem soltos hoje na natureza, nenhum deles teria condições de sobreviver”, explica o cabo Cabo Henrique.
Após alguns meses os animais serão soltou numa área própria. Segundo os policiais, o homem é um criador antigo, acostumado a manter pássaros em cativeiro. A Polícia Civil deverá investigar o crime.
Fonte: G1
Veganismo vai além da mesa
Alimentação sem crueldade - 02 de abril de 2012 às 14:00
O cardápio de Natália Fernanda de Oliveira entrega que ela é vegana, entretanto, é importante ressaltar que o veganismo vai muito além da restrição ao consumo de alimentos de origem animal ou aqueles que têm alguma substância deste tipo em sua composição.
Segundo Natália, o veganismo defende a plena defesa aos animais e este princípio é levado para todas as situações do dia a dia – e não apenas à alimentação.
Nesse sentido, até mesmo cremes hidratantes e xampus só são escolhidos desde que não tenham sido testados em animais.
“Geralmente já sabemos quais marcas escolher porque um vegano avisa o outro. No entanto, quando estou em dúvidas mando e-mail para a empresa ou telefono a fim de buscar mais informações”, afirma.
Roupas de seda, couro ou lã também não usadas pelos veganos que, na maioria das vezes, preferem as de 100% algodão.
Pesca, visitas a zoológicos e rodeios, do mesmo modo, são atividades que vão totalmente contra os ideais desse grupo, que cada vez mais ganha novos adeptos.
Fonte: O Diário
Operação da PF combate tráfico de animais silvestres
Crime ambiental - 02 de abril de 2012 às 15:20
Grande maioria das aves contrabandeadas tem como habitat natural as selvas do Peru, Equador e Venezuela. Foto: Divulgação
A Polícia Federal deflagrou na manhã desta segunda-feira (2) uma operação em oito Estados e no Distrito Federal para combater o tráfico de aves silvestres e exóticas. Segundo a investigação, as associações criminosas chegaram a movimentar, na última década, cerca de R$ 30 milhões.
A operação Estalo deve cumprir 20 mandados de prisão preventiva, dois de prisão temporária, 33 de busca e apreensão e ainda conduzir mais sete pessoas à delegacia. Todos os desdobramentos ocorrem em Pernambuco, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Ceará, Amazonas, Santa Catarina, Roraima e Distrito Federal. As apurações do caso foram acompanhadas, desde o início, pelo Ministério Público Federal em Pernambuco.
Conforme a investigação, a grande maioria dessas aves tem como habitat natural as selvas do Peru, Equador e Venezuela. Elas são contrabandeadas para servir a criadores de canários, que ganham a vida com a briga desses animais, a chamada rinha.
Os animais são adquiridos nesses países por valores entre R$ 12 e R$ 15, e vendidos no mercado clandestino dos atacadistas por valores que vão de R$ 130 a R$ 220. Por fim, alcançam o mercado interno, onde são negociados por revendedores locais a preços que variam entre R$ 200 e R$ 300.
Iniciados nas rinhas, os canários passam a ser avaliados de acordo com a habilidade apresentada, chegando a ser negociados por preços que alcançam R$ 100 mil. Segundo a PF, a avaliação do canário de rinha decorre da expectativa de seu proprietário em obter lucro a cada vitória do animal. As apostas podem alcançar vultosas quantias, com valores que chegam a R$ 50 mil.
Apenas no último ano, houve mais de 12 mil canários apreendidos nas rodovias e aeroportos dos Estados do Mato Grosso do Sul, São Paulo, Goiás, Distrito Federal, Ceará, Pernambuco e Amazonas. No curso das investigações, foram apreendidas cerca de 2 mil aves.
Para tentar legalizar o animal, os investigados fraudavam as anilhas, instrumentos de controle e identificação dos animais. Dentre os envolvidos, ao menos oito possuem cadastro no governo como criadores amadoristas. Para introduzir as aves clandestinamente no País, a organização criminosa tinha ainda o apoio de um policial civil, que chegava a receber cerca de R$ 3 mil por carregamento.
Todos os envolvidos devem ser indiciados por formação de quadrilha, contrabando ou descaminho, receptação qualificada, falsificação de selo ou sinal público, peculato e corrupção ativa, além dos crimes ambientais de maus-tratos, apanhar animais silvestres sem permissão e introduzir as espécies no País. Se condenados, cada membro da organização terá que cumprir penas que, somadas, podem chegar até 50 anos de prisão.
Fonte: D24am
Polícia acha dezenas de animais em casa após denúncia de mau cheiro
Califórnia/EUA - 02 de abril de 2012 às 16:00
Guaxinim estava entre os animais resgatados da casa. (Foto: Reprodução)
Autoridades do condado de Orange removeram oito cães, 18 gatos, duas galinhas, um corvo, quatro coelhos, um guaxinim e vários répteis e camundongos que eram mantidos em uma casa em Stanton, no estado da Califórnia (EUA), segundo a emissora de TV “KTLA”.
As autoridades receberam uma denúncia na quarta-feira (28) relatando que havia um mau cheiro vindo da casa. De acordo com a polícia, a proprietária da casa disse que era uma colecionadora de animais.
Agentes tiveram que usar máscaras de gás para entrar na casa por conta do cheiro. “Não sei como ela ainda dormia ou fazia qualquer outra coisa”, disse um vizinho, destacando que o mau cheiro ficava insuportável quando a porta da casa era aberta.
Fonte: G1
Preservação da palanca negra necessita apoio de um fundo de 6 milhões de dólares
Angola - 02 de abril de 2012 às 17:20
Foto: Reprodução/Sol
Ciente do risco da eminência de extinção da palanca negra gigante, animal que existe apenas em Angola, em que o seu habitat é a mata da província de Malanje, Fátima Jardim, ministra do Ambiente, pediu o apoio de cerca de seis milhões de dólares para consolidar o projeto de conservação do referido animal.
A titular do ambiente, falou à imprensa na sequência do programa ‘Espaço Público’ da Televisão Pública de Angola (TPA) e aproveitou para solicitar a solidariedade da sociedade civil para prestar ajuda na preservação deste símbolo fauna angolana.
A Fundação Kissama tem desenvolvido acções importantes para esse fim, referiu a ministra, com o montante solicitado a ministra pensa aumentar a prole da palanca e outras espécies ameaçadas.
As empresas petrolíferas Sonangol e ESSO, a Universidade Católica e outras instituições públicas e privadas tem prestado a sua ajuda para que a palanca negra seja conservada.
Estão controlados 19 animais, dentre os quais 14 fêmeas, dois machos e três crias no Santuário do Parque Nacional de Cangandala.
Fonte: Sol
Clínica de Campinas (SP) auxilia Polícia Ambiental no tratamento de animais
Resgatados dos maus-tratos - 02 de abril de 2012 às 16:40
Centro Clínico recebe animais em situação de maus-tratos (Foto: Virgginia Laborão/ G1 Campinas)
“O projeto é pioneiro porque ajuda a Polícia Ambiental na atividade de proteção aos animais”, relata o jornalista Rodrigo Ensinas, que mantém um site de educação ambiental onde estão disponíveis informações sobre o Centro Clínico Veterinário e sobre adoção de animais.
“São mais de 40 denúncias por dia envolvendo animais domésticos”, conta o veterinário Diogo Siqueira. Os casos mais graves são encaminhados ao Centro Clínico Veterinário para acompanhamento. No local, eles são tratados e depois colocados para adoção.
No local, ressalta o veterinário, são recebidos somente animais trazidos pela Polícia Ambiental, mas não aqueles que estão pelas ruas ou abandonados pela população.
Para o centro foram levados, entre outros, dois cães encontrados com ferimentos no pescoço após passarem meses acorrentados em uma residência. O bull terrier e o vira-lata, encontrados na noite de 29 de março, permaneciam presos a correntes chumbadas em uma casa com outros 15 cães e, após denúncia, foram apreendidos pela Polícia Civil com ferimentos profundos no pescoço.
Gambá no Centro Clínico de Campinas (Foto: Virgginia Laborão/ G1 Campinas)
Segundo Siqueira, a família levava para a residência cães encontrados na rua, mas não tinham condições financeiras de cuidar dos animais. “Muitas pessoas também não sabem muito bem do que um animal precisa”, conta.
Silvestres de volta à mata
A clínica possui uma reserva de 90 mil metros² de mata, localizada em Holambra (SP), onde são soltos os animais silvestres apreendidos, que tenham condições de voltar ao habitat natural, segundo o veterinário.
É o caso da dupla de gambás, duas cobras cascavel e um papagaio, que serão soltos na reserva de Holambra. Com olhar tímido, o papagaio famoso por ser falante, permanecia quieto após ser resgato pela polícia. Segundo o veterinário, comumente as pessoas alimentam papagaios com sementes de girassol, o que é errado. “É como se nós nos alimentássemos só de gordura todos os dias”.
Ouriço trado no Centro Clínico de Campinas (Foto: Virggínia Laborão/G1 Campinas)
Contudo, alguns não conseguem retornar para a natureza. “Muitas maricatas que chegam aqui têm as pernas amputadas”, conta Siqueira. Segundo ele, os criminosos normalmente prendem os pés dos pássaros com barbante para que eles se acostumem a permanecer em um determinado local, mas isso prejudica o desenvolvimento das patas.
Lei de proteção aos animais
Uma nova lei publicada na quinta-feira (29), no Diário Oficial de São Paulo, prevê que os créditos adquiridos através da Nota Fiscal Paulista podem ser doados a entidades de proteção dos animais, desde que a sede da organização seja no Estado de São Paulo. A lei é de autoria do deputado estadual Feliciano Filho (PV), vereador em Campinas de 2004 a 2008.
Centro Clínico Veterinário
Rua Doutor Carlos Guimarães, 484, Cambuí
Tel: (19) 3255-1321
Disque-denúncia – Delegacia de Defesa dos Animais
Tel: (19) 3254-2633
Fonte: G1
Sem alvará, Prefeitura de Limeira (SP) mantém animais em zoo interditado
Vida em cativeiro - 02 de abril de 2012 às 18:00
Zoológico de Limeira está interditado desde 2010 (Foto: Nikolas Capp / G1)
Mesmo após a construção de um novo zoológico, animais de Limeira (SP) são mantidos pela Prefeitura em um espaço interditado desde 2010. Isto porque o novo zoo, em fase de acabamento, não passou pela vistoria da Secretaria Estadual de Meio Ambiente, que expede alvará para este tipo de parque. O Executivo admite que o local onde os animais estão é inadequado.
Moradores e associações de proteção aos animais reclamam da falta de cuidados e estrutura para abrigar os animais que ainda vivem no zoológico que foi fechado para visitação em janeiro de 2010. Os ativistas denunciam, inclusive, que as jaulas são deixadas abertas e os animais estão fugindo do parque.
“Eu moro nas proximidades e sempre vejo pavão para fora. Há um mês um cachorro do mato foi morto no centro da cidade. Eles vivem longe do movimento urbano. É impossível que este animal tenha vindo de alguma área de preservação. Podemos dizer que ele fugiu do zoológico”, disse Milena Pacheco, diretora da Associação Limeirense de Proteção aos Animais (Alpa).
Ministério Público no caso
Com a interdição, o Ministério Público da cidade entrou no caso e deu um prazo para que um novo local fosse construído, mas a Prefeitura estourou esse prazo por conta da infraestrutura do novo espaço não ter sido construída de acordo com as normas exigidas pelo Estado.
“Eles nos disseram que faltava um laudo da Secretaria do Meio Ambiente, que apontou algumas irregularidades no local. Checamos com a Secretaria que confirmou a informação. Então, estamos aguardando a confirmação deste alvará”, explica o promotor do Meio Ambiente na cidade, Luiz Alberto Segalla Bevilaqua.
Secretaria Estadual do Meio Ambiente
A Coordenadoria de Biodiversidade e Recursos Naturais da Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo, informou, por meio de nota da assessoria de imprensa, que no dia 5 de outubro do ano passado, representantes da pasta estiveram no novo zoológico para uma vistoria, na qual foram constatados alguns problemas que devem ser resolvidos antes que o órgão aprove a autorização de manejo, que libera o local para visitação do público.
A Secretaria informou que estão sendo construídos um setor de nutrição, quarentena, setor extra e um ambulatório veterinário. Em dezembro, uma parte da documentção foi repassada à pasta e aprovada. Outra parte foi enviada em janeiro, mas ainda está sob análise do Centro de Fauna Silvestre (CFS).
Enquanto isso…
Para o biólogo Matheus Felício, enquanto a liberação do novo parque não sai, quem sofre são os animais que vivem em um local sem condições básicas. “Temos informações de jaulas sem cadeado, cercados quebrados. Agora eles pintaram o local e retiraram o lixo, mas o armazenamento continua o mesmo. Somente água e comida não é o bastante, eles precisam de condições para viver. Sem isso, continuarão sofrendo até que uma providência definitiva seja tomada”, afirma.
O G1 esteve nas dependências do zoológico atual, onde estão os animais. A entrada não foi permitida, mas pelo lado de fora é possível ver que as jaulas são pequenas e sem a ambientalização necessária. Uma destas jaulas fica no fundo do parque e abriga uma onça pintada. “É muito pequeno o local. Como um animal desse, que vive em ambientes grandes na natureza, podem ter qualidade de vida em local desse?”, explica Groco.
Quase pronto
A Prefeitura de Limeira informou, por meio de nota da assessoria de imprensa, que o novo local está quase pronto, com paisagismo e recintos ambientados, porém ainda aguarda a autorização da Secretaria do Meio Ambiente, que deve fazer uma última vistoria, ainda sem prazo definido.
Em relação às denúncias dos ambientalistas, a Prefeitura assume que a estrutura do zoológico onde estão os animais não é a ideal, mas afirma que todos recebem alimentação adequada e que três veterinários tomam conta do local. A assessoria garante que todas as jaulas são trancadas com cadeado.
Fonte: G1
Nota da Redação: Lugar de animal é livre na natureza, em seu habitat natural, de onde jamais deveria ser retirado para viver confinado em um ambiente artificial. Humanos criaram zoológicos para atender exclusivamente aos fins sádicos da espécie humana. No entanto, os animais não existem para servir aos fins humanos. Existem para cumprir sua jornada na Terra, como seres livres, sencientes e sujeitos de direito. Zoológicos são verdadeiras prisões, e como tais, lugares abomináveis, que deveriam simplesmente deixar de existir.
Com a interdição, o Ministério Público da cidade entrou no caso e deu um prazo para que um novo local fosse construído, mas a Prefeitura estourou esse prazo por conta da infraestrutura do novo espaço não ter sido construída de acordo com as normas exigidas pelo Estado.
“Eles nos disseram que faltava um laudo da Secretaria do Meio Ambiente, que apontou algumas irregularidades no local. Checamos com a Secretaria que confirmou a informação. Então, estamos aguardando a confirmação deste alvará”, explica o promotor do Meio Ambiente na cidade, Luiz Alberto Segalla Bevilaqua.
Secretaria Estadual do Meio Ambiente
A Coordenadoria de Biodiversidade e Recursos Naturais da Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo, informou, por meio de nota da assessoria de imprensa, que no dia 5 de outubro do ano passado, representantes da pasta estiveram no novo zoológico para uma vistoria, na qual foram constatados alguns problemas que devem ser resolvidos antes que o órgão aprove a autorização de manejo, que libera o local para visitação do público.
A Secretaria informou que estão sendo construídos um setor de nutrição, quarentena, setor extra e um ambulatório veterinário. Em dezembro, uma parte da documentção foi repassada à pasta e aprovada. Outra parte foi enviada em janeiro, mas ainda está sob análise do Centro de Fauna Silvestre (CFS).
Enquanto isso…
Para o biólogo Matheus Felício, enquanto a liberação do novo parque não sai, quem sofre são os animais que vivem em um local sem condições básicas. “Temos informações de jaulas sem cadeado, cercados quebrados. Agora eles pintaram o local e retiraram o lixo, mas o armazenamento continua o mesmo. Somente água e comida não é o bastante, eles precisam de condições para viver. Sem isso, continuarão sofrendo até que uma providência definitiva seja tomada”, afirma.
O G1 esteve nas dependências do zoológico atual, onde estão os animais. A entrada não foi permitida, mas pelo lado de fora é possível ver que as jaulas são pequenas e sem a ambientalização necessária. Uma destas jaulas fica no fundo do parque e abriga uma onça pintada. “É muito pequeno o local. Como um animal desse, que vive em ambientes grandes na natureza, podem ter qualidade de vida em local desse?”, explica Groco.
Quase pronto
A Prefeitura de Limeira informou, por meio de nota da assessoria de imprensa, que o novo local está quase pronto, com paisagismo e recintos ambientados, porém ainda aguarda a autorização da Secretaria do Meio Ambiente, que deve fazer uma última vistoria, ainda sem prazo definido.
Em relação às denúncias dos ambientalistas, a Prefeitura assume que a estrutura do zoológico onde estão os animais não é a ideal, mas afirma que todos recebem alimentação adequada e que três veterinários tomam conta do local. A assessoria garante que todas as jaulas são trancadas com cadeado.
Fonte: G1
Nota da Redação: Lugar de animal é livre na natureza, em seu habitat natural, de onde jamais deveria ser retirado para viver confinado em um ambiente artificial. Humanos criaram zoológicos para atender exclusivamente aos fins sádicos da espécie humana. No entanto, os animais não existem para servir aos fins humanos. Existem para cumprir sua jornada na Terra, como seres livres, sencientes e sujeitos de direito. Zoológicos são verdadeiras prisões, e como tais, lugares abomináveis, que deveriam simplesmente deixar de existir.
Vídeo denuncia caça de animais silvestres em arquipélago italiano
ANDA - Caça para extração de pele - 02 de abril de 2012 às 6:00
Por Natalia Cesana (da Redação)
A ilha de Giglio, na Itália, recentemente foi notícia em todo o mundo devido ao triste naufrágio do transatlântico Costa Concordia. Mas há outro episódio neste estupendo arquipélago que merece atenção, tão atroz quanto: a caça de pequenos animais para extração de pele, feita por meio de armadilhas e instrumentos de tortura.
Coelhos selvagens são mortos brutalmente, estrangulados por alças metálicas. Pequenos roedores e aves são mortos por esmagamento, em uma armadilha feita com grandes pedras suspensas. Sem contar os passarinhos que encontram a morte como iscas. Isso tudo não é fruto da fantasia, mas o que realmente acontece na ilha.
A caça brutal na ilha de Giglio foi filmada e documentada por um grupo de 20 voluntários coordenados por Piero Liberati, fundador da Vallevegan (www.vallevegan.org/dblog/), que percorreram dia e noite toda a ilha e se embrenharam pelos bosques para revelar as atrocidades cometidas ali na tentativa de salvar o máximo de animais.
Esta região comporta um parque nacional cuja situação, com os anos, piorou sensivelmente visto que há pouco tempo ainda era possível encontrar 100 armadilhas por dia. Hoje são ao menos 300. Em quatro anos foram encontrados 1500 laços para coelhos, 120 prensas para aves e roedores, algumas armadilhas para alces e pássaros e veneno para ratos. Foram cerca de mil equipamentos desativados.
Para Liberati e os voluntários por trás desta chocante situação, certamente existe inércia das instituições e daqueles que nunca apoiaram atividades anticaça. Mas, felizmente, o vídeo retrata também momentos emocionantes como a liberação de alguns coelhos em pânico. Os voluntários cortaram os laços e os libertaram.
Por Natalia Cesana (da Redação)
Foto: Reprodução/GreenMe
A ilha de Giglio, na Itália, recentemente foi notícia em todo o mundo devido ao triste naufrágio do transatlântico Costa Concordia. Mas há outro episódio neste estupendo arquipélago que merece atenção, tão atroz quanto: a caça de pequenos animais para extração de pele, feita por meio de armadilhas e instrumentos de tortura.
Coelhos selvagens são mortos brutalmente, estrangulados por alças metálicas. Pequenos roedores e aves são mortos por esmagamento, em uma armadilha feita com grandes pedras suspensas. Sem contar os passarinhos que encontram a morte como iscas. Isso tudo não é fruto da fantasia, mas o que realmente acontece na ilha.
A caça brutal na ilha de Giglio foi filmada e documentada por um grupo de 20 voluntários coordenados por Piero Liberati, fundador da Vallevegan (www.vallevegan.org/dblog/), que percorreram dia e noite toda a ilha e se embrenharam pelos bosques para revelar as atrocidades cometidas ali na tentativa de salvar o máximo de animais.
Esta região comporta um parque nacional cuja situação, com os anos, piorou sensivelmente visto que há pouco tempo ainda era possível encontrar 100 armadilhas por dia. Hoje são ao menos 300. Em quatro anos foram encontrados 1500 laços para coelhos, 120 prensas para aves e roedores, algumas armadilhas para alces e pássaros e veneno para ratos. Foram cerca de mil equipamentos desativados.
Para Liberati e os voluntários por trás desta chocante situação, certamente existe inércia das instituições e daqueles que nunca apoiaram atividades anticaça. Mas, felizmente, o vídeo retrata também momentos emocionantes como a liberação de alguns coelhos em pânico. Os voluntários cortaram os laços e os libertaram.
domingo, 1 de abril de 2012
Polícia apreende 280 pássaros silvestres que saíram de MS
Tráfico de animais - 01 de abril de 2012 às 15:00
Alguns pássaros já estavam mortos, os outros foram soltos na natureza. (Foto: Reprodução/TV Tem)
A Polícia Rodoviária Estadual apreendeu na noite de sexta-feira (30), cerca de 280 pássaros silvestres que estavam no porta-malas de um carro que saiu de Mato Grosso do Sul e seguia para o interior de São Paulo. As aves da espécie canário-da-terra estavam presas em gaiolas.
O motorista, de 66 anos, foi parado pela polícia na Rodovia Marechal Rondon, em Valparaíso (SP) após denúncia anônima. Ele informou que receberia R$ 1,5 mil para transportar os pássaros.
Segundo a polícia, ele será multado em R$ 286 mil, vai responder por maus-tratos e transporte de animais.
Fonte: Correio do Estado
Manifestantes protestam contra touradas em Madri, na Espanha
Pelo fim da crueldade - 01 de abril de 2012 às 18:00
Manifestante se cobre com sangue falso para protestar contra touradas em Madri (Foto: Pierre-Philippe Marcou/ AFP)
Os integrantes da ONG Anima Naturalis se reuniram em frente à praça de touro Las Ventas, um dos principais locais onde ocorrem as touradas. Alguns manifestantes se cobriram de sangue e levaram cartazes contra a matança dos animais.
A Espanha é alvo de mobilizações cada vez mais intensas cobrando a extinção das touradas, em que os animais são feridos violentamente até a morte. Em Barcelona, na região da Catalunha, o movimento é ainda mais forte e os eventos foram abolidos, por uma decisão do Parlamento regional catalão.
Fonte: Band
Violência na moda: Grife Animale lança coletes de pele de animais
ANDA - Inconsciência e crueldade - 01 de abril de 2012 às 6:00
Por Robson Fernando de Souza (da Redação)
A moda vem abandonado, seja por motivos éticos, seja por pressão da opinião pública, o uso de peles naturais – e, em alguns casos, também as sintéticas. Mas algumas grifes insistem em tratar peles arrancadas de animais em sofrimento como um motivo de beleza. É o caso da grife Animale, quelançou neste mês uma coleção de coletes de pele.
Modelos usando coletes de pele natural da Animale. Foto: Reprodução/Animale
Em sua página, a Animale afirma que as russas, ditas como usuárias assíduas de casacos de pele, “enfrentam oito meses de um inverno rigoroso com muito estilo e charme”. Revela também que “diferentes tipos de pele” são usados na coleção, não revelando porém de quais animais.
É cada vez mais difícil evitar pensar, ao ver grifes lançando roupas de pele natural e pessoas usando-as, nas imagens de animais aprisionados em fur farms (fazendas de pele) e sendo atordoados às pauladas e esfolados vivos. Tal pensamento vem não só aos vegetarianos e veganos, mas também a toda aquela pessoa que vem se conscientizando da violência contra animais que caracteriza a indústria das peles.
Os animais são eletrocutados, asfixiados, envenenados, espancados até a morte ou estrangulados para virarem roupas e acessórios. Foto: divulgação
Chega a hora de mais uma mobilização da opinião pública, contra a continuidade da exploração e assassinato de animais para fins tão supérfluos como “estar na moda” – se bem que há muito o uso de peles de animais não é mais uma moda, no sentido de tendência. É possível enviar protestos na caixa de comentários da página dos coletes de pele e também por via do Twitter.
A presidente da ONG Anti-fur Society dos Estados Unidos, Rosa Close, questionada sobre a atitude da marca Animale, que usa peles de animais em suas coleções, enviou à ANDA um depoimento sobre a indústria e o comércio cruel de peles.
“Estamos no terceiro milênio, muitos seres humanos já evoluíram e aprenderam a respeitar todas as formas de vida neste planeta. No entanto, a indústria de peles continua fazendo o impossível para empurrar seus produtos inescrupulosos para um público que, na maioria das vezes, nem imagina que está colaborando com imensas atrocidades. A indústria de peles, além de cruel é absolutamente supérflua, serve apenas para satisfazer a ganância de empresários e a vaidade inconsciente de alguns consumidores. Não existe desculpa para o uso de peles, principalmente porque temos as sintéticas, que são belas e difíceis de distinguir se são falsas ou verdadeiras. Comercializar roupas de peles em um país tropical? Isto deveria ser impensável. Além do lado desumano dessa indústria, ainda temos a poluicao que ela insiste em esconder sob o slogan “Fur is Green (Pele é Ecológica)”. Pele é ecológica apenas se estiver nos corpos dos animais, caso contrário, a poluicao causada por essa indústria é arrasadora. As fazendas de peles produzem mundialmente incontáveis toneladas de fezes e urina que acabam infiltrando e contaminado lençóis freáticos, rios, córregos, todo o sistema aquífero. Sem falar nos corpos e sangue dos animais que são descartados. E os produtos químicos altamente danosos utilizados para preservar a pele? São inúmeros químicos poluentes, sem os quais as peles apodreceriam como uma carne qualquer. Mas nada disso se compara ao terrível sofrimento dos animais que até se depararem com mortes monstruosas, vivem em gaiolas pequeninas e fétidas, onde muitos enlouquecem, e se canibalizam. É vergonhoso que qualquer comerciante que se preze, rebaixe-se moralmente ao ponto de promover uma moda cruel e antiética, que na verdade deixam as pessoas esquisitamente parecidas com cabide de defuntos. Esses empresários precisam se conscientizar de que a compaixão sempre esta em moda, a crueldade não”, explicou Rosa Close.
Tiririca, César Halum e coordenador da Funarte defendem exploração de animais em circos
ANDA - Contra a ética - 01 de abril de 2012 às 6:00 - Por Robson Fernando de Souza (da Redação)
A dor de uma animal explorado pelo circo é visível. Foto: divulgação
Mesmo sendo uma tendência mundial a abolição da exploração de animais em circos, ainda há hoje pessoas de importância política defendendo que essa violência por trás do picadeiro continue. Entre essas autoridades, estão os deputados federais Tiririca (PR/SP) e César Halum (PSD/TO) e o coordenador da área de circo da Fundação Nacional de Artes, Marcos Teixeira.
As justificativas dadas pelos três para defender tal posição são evidentemente inconsistentes e incompatíveis. Tiririca, que já foi dono de circo no passado, afirma que “muitos circos tratam bem os animais”, embora diga reconhecer que em “alguns” casos há maus tratos óbvios. Ele defende não a libertação dos escravos de circos, mas a mera regulamentação, por exigências questionáveis como “o tamanho da jaula para cada animal”, e diz que “em pequenas cidades onde não há zoológico, o circo é o único lugar em que as pessoas podem ter contato com alguns tipos de animais”, como se fosse uma necessidade alguém estar perto de animais de ecossistemas estrangeiros e que deveriam estar livres.
Já César Halum fala: “Eu entendo que o circo sem a presença do animal perde toda a sua atração. As pessoas no Brasil vão ao circo para ver os animais. Eles são o atrativo maior e eles devem ser respeitados na sua integridade física, mas não serem impedidos de trabalhar.” Mas não pensa se os animais realmente querem ou não “trabalhar”, nem aceita o sucesso de circos que não exploram animais – a exemplo do Cirque du Soleil e o Circo Popular do Brasil. E além de deixar a entender que os circos que atuam nos estados que proíbem a exploração de animais em espetáculos seriam todos carentes de atratividade, ainda discrimina toda a sorte de profissionais que atuam no picadeiro, como os palhaços, os dançarinos, os malabaristas e os acrobatas.
Marcos Teixeira, da Funarte, discorda que haja sofrimento na escravidão de animais em circos, e ainda diz que os animais “fazem parte da trupe”, como se eles se apresentassem por vontade livre e espontânea, e não fossem aprisionados e “treinados” mediante tortura. E ainda recorre à falácia de apelo à autoridade ao dizer que “o Ministério da Cultura é favorável à participação de animais no circo”.
Felizmente essa opinião favorável à escravidão animal em circos está diminuindo de poder cada vez mais, e tal exploração está acabando aos poucos no Brasil e no mundo. Isso considerando-se que Alagoas, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul e Espírito Santo já proíbem números com animais nos circos.
Com informações do Correio do Estado
Cresce número de denúncias contra maus tratos de animais
ÍTALO REIS - Agência Estado
O registro pelo Disque-Denúncia de maus tratos contra animais cresceu cerca de 31% nos últimos 12 meses no Estado de São Paulo, segundo informações do Instituto São Paulo Contra a Violência (ISPCV), que mantém o 181. De novembro a fevereiro, o número de denúncias quase dobrou.
Segundo o Disque-Denúncia, foram 3.105 ligações informando algum tipo de violência contra animais entre março de 2011 e fevereiro deste ano, contra 2.368 casos no mesmo período entre 2010/2011. As denúncias só ficaram atrás de ligações com dados sobre tráfico de drogas, jogos de azar e maus tratos contra crianças, historicamente os três crimes com maior número de denúncias.
Para o gerente de projetos do ISPCV, Mário Vendrell Royo, o aumento ocorreu após os casos de violência contra animais que surgiram nas redes sociais no fim do ano, fazendo esse tipo de denúncia subir no 181 do 8º para o 4º lugar, onde permanece desde novembro.
Ao todo, o 181 recebeu 155.939 denúncias nos últimos 12 meses, alta de 1,4% no mesmo período do ano anterior (153.811). O serviço funciona desde outubro de 2000 initerruptamente e pode atender até 100 mil ligações por mês. O anonimato é garantido e qualquer tipo de denúncia pode ser feita.
Fonte: Estadão
PROTEÇÃO E DEFESA AOS ANIMAIS
"Salvando os animais da ameaça humana".
Lei: abandono e maus-tratos é crime. Veja como denunciar!
Caso você veja ou saiba de maus-tratos cometidos contra qualquer tipo de animal, não pense duas vezes: vá a delegacia de polícia mais próxima para lavrar boletim de ocorrência ou, se preferir, compareça ao Fórum para orientar-se com o Promotor de Justiça (Promotoria de Justiça do Meio-Ambiente em SP: [11] 3119-9524). A denúncia de maus-tratos é legitimada pelo Art. 32, da Lei Federal nº. 9.605 de 1998 (Lei de Crimes Ambientais). É importante levar com você uma cópia do número da Lei (no caso, a 9.605/98) e do Art. 32 porque, em geral, as autoridades policiais nem tem conhecimento dessa lei. Leve também o Art. 319 do Código Penal, caso a autoridade se recuse a abrir o Boletim de Ocorrência. Afinal de contas estamos no Brasil, e se os próprios cidadãos deste País sofrem com o descaso de muitas autoridades, imagine os animais! Eis o texto da Lei:
"Artigo 32 da Lei Federal nº. 9.605/98
É considerado crime praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, doméstico ou domesticados, nativos ou exóticos.
Pena - Detenção de 3 (três) meses a 1 (um) ano e multa.
Parágrafo 1°. - Incorre nas mesmas Penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animais vivos, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
Parágrafo 2°. - A Pena é aumentada de 1 (um) terço a 1(um) sexto, se ocorrer a morte do(s) animal(s)."
Os atos de maus-tratos e crueldades mais comuns são:
- abandono;
- manter animal preso por muito tempo sem comida e contato com seus donos/responsáveis;
- deixar animal em lugar impróprio e anti-higiênico;
- envenenamento;
- agressão física, covarde e exagerada;
- mutilação;
- utilizar animal em shows, apresentações ou trabalho que possa lhe causar pânico e sofrimento;
- não procurar um veterinário se o animal estiver doente;
Isto serve para os animais domésticos mais comuns como cães, gatos e pássaros, também cavalos usados em trabalho de tração (aquelas carroças muito comuns nas ruas de grandes cidades), além de animais criados e domesticados em sítios, chácaras e fazendas. Animais silvestres estão inclusos nessa Lei, possuindo também Leis e Portarias próprias criadas pelo IBAMA.
Assim que o Policial ou Escrivão ouvir seu relato sobre o crime, a ele cabe cumprir a instauração de inquérito policial. Se ele se negar a fazê-lo, sob qualquer motivo, lembre-o que ele pode ser responsabilizado por crime de prevaricação e negligência, previsto no Art. 319 do Código Penal que diz: "É crime retardar ou deixar de praticar indevidamente ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa da lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal." Exija falar com o Delegado responsável, que tem o dever de lhe atender e de fazer cumprir a Lei. Faça valer seus direitos e o daqueles que não podem falar e sofrem em silêncio!
Caso ainda assim não consiga atendimento satisfatório, denuncie! Denúncia ao Ministério Publico - SP Tel.: (11) 6955-4352. Para tanto, anote o nome e a patente de quem o atendeu, o endereço e número da delegacia, o horário, data e faça um relato em duas vias, pedindo para protocolar uma delas. Se você estiver acompanhado de alguém, este poderá ser sua prova testemunhal para o encaminhamento de queixa ao MP.
Tudo o que você conseguir como fatos e provas devem ser anexados junto à ocorrência para auxiliar no seu B.O.: relatos de testemunhas, fotografias, laudo veterinário, placa do carro que abandonou o animal, etc.
Uma questão muito comum: " - Tenho medo de denunciar pois isso poderá causar problemas para mim e para as testemunhas, como ameaças, agressões, etc". Sobre isso, leia abaixo:
VOCÊ NÃO SERÁ O AUTOR DO PROCESSO JUDICIAL QUE PORVENTURA SEJA ABERTO A PEDIDO DO DELEGADO. Preste atenção: o Decreto 24.645/34 diz, em seu artigo 1° e 2º (parágrafo 3°):
"Todos os animais existentes no País são tutelados pelo Estado";
"Os animais serão assistidos em juízo pelos representantes do Ministério Publico, seus substitutos legais e pelos membros das Sociedades Protetoras dos Animais"
Portanto, na verdade, não é você quem estará abrindo um processo judicial e sim o Estado. Uma vez concluído o inquérito para apuração do crime, o Delegado o encaminhará ao Juízo para abertura de ação, onde o Autor será o Estado.
Em São Paulo você também poderá fazer sua denúncia pela Internet. A Prefeitura mantém um site específico http://sac.prodam.sp.gov.br/ em cuja página você irá encontram um cadastro de solicitações com um menu de opções. Procure pela palavra "Animais" e clique em "OK". Você encontrará um novo menu com a especificação do assunto. Escolha entre as opções: "Criação inadequada de cães/gatos (s/higiene, excesso de animais)", ou "Maus tratos a animais (caes,gatos e cavalos)". Em outros Estados, procure na Internet pelo site oficial de sua Prefeitura que, em muitos casos, também possui serviço semelhante.
Se o crime for contra Animais Silvestres (que são todos aqueles animais pertencentes às espécies nativas, migratórias, aquáticas ou terrestres, que tenham a sua vida ou parte dela ocorrendo naturalmente dentro dos limites do Território Brasileiro e suas águas jurisdicionais), além de serem normalmente protegidos pela Lei 9.605/98 descrita acima, ainda podem ser denunciados à Polícia Florestal (onde houver) e ao IBAMA no "Linha Verde", Tel.: 0800-618080 (ligação gratuita). Lembrando que Animais Silvestres possuem Leis e Portarias específicas previstas na Constituição e no Código Penal. Se você tiver acesso a Internet, pode visitar o site http://www.renctas.org.br/ e fazer a denúncia através do e-mail:renctas@renctas.org.br Em São Paulo você também pode entrar em contato com o DEPAV (11) 3885-6669.
Dica importante: Você sabia que as Associações de Bairro representam uma força associativa que pode provocar as autoridades na tomada de atitudes concretas em prol da comunidade? Com o advento da Lei 7.347 de 24/07/1985, essas associações, qualificadas como entidades de função pública, podem ingressar até mesmo com mandados de segurança (conforme Constituição Federal, Art. 5º LXX "b") e a Fauna é considerada como um patrimônio público. Portanto, se o seu bairro estiver organizado em uma Associação, procure-a e peça que alguém o acompanhe até a delegacia ou ao fórum mais próximo.
Telefones úteis:
Assim que o Policial ou Escrivão ouvir seu relato sobre o crime, a ele cabe cumprir a instauração de inquérito policial. Se ele se negar a fazê-lo, sob qualquer motivo, lembre-o que ele pode ser responsabilizado por crime de prevaricação e negligência, previsto no Art. 319 do Código Penal que diz: "É crime retardar ou deixar de praticar indevidamente ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa da lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal." Exija falar com o Delegado responsável, que tem o dever de lhe atender e de fazer cumprir a Lei. Faça valer seus direitos e o daqueles que não podem falar e sofrem em silêncio!
Caso ainda assim não consiga atendimento satisfatório, denuncie! Denúncia ao Ministério Publico - SP Tel.: (11) 6955-4352. Para tanto, anote o nome e a patente de quem o atendeu, o endereço e número da delegacia, o horário, data e faça um relato em duas vias, pedindo para protocolar uma delas. Se você estiver acompanhado de alguém, este poderá ser sua prova testemunhal para o encaminhamento de queixa ao MP.
Tudo o que você conseguir como fatos e provas devem ser anexados junto à ocorrência para auxiliar no seu B.O.: relatos de testemunhas, fotografias, laudo veterinário, placa do carro que abandonou o animal, etc.
Uma questão muito comum: " - Tenho medo de denunciar pois isso poderá causar problemas para mim e para as testemunhas, como ameaças, agressões, etc". Sobre isso, leia abaixo:
VOCÊ NÃO SERÁ O AUTOR DO PROCESSO JUDICIAL QUE PORVENTURA SEJA ABERTO A PEDIDO DO DELEGADO. Preste atenção: o Decreto 24.645/34 diz, em seu artigo 1° e 2º (parágrafo 3°):
"Todos os animais existentes no País são tutelados pelo Estado";
"Os animais serão assistidos em juízo pelos representantes do Ministério Publico, seus substitutos legais e pelos membros das Sociedades Protetoras dos Animais"
Portanto, na verdade, não é você quem estará abrindo um processo judicial e sim o Estado. Uma vez concluído o inquérito para apuração do crime, o Delegado o encaminhará ao Juízo para abertura de ação, onde o Autor será o Estado.
Em São Paulo você também poderá fazer sua denúncia pela Internet. A Prefeitura mantém um site específico http://sac.prodam.sp.gov.br/ em cuja página você irá encontram um cadastro de solicitações com um menu de opções. Procure pela palavra "Animais" e clique em "OK". Você encontrará um novo menu com a especificação do assunto. Escolha entre as opções: "Criação inadequada de cães/gatos (s/higiene, excesso de animais)", ou "Maus tratos a animais (caes,gatos e cavalos)". Em outros Estados, procure na Internet pelo site oficial de sua Prefeitura que, em muitos casos, também possui serviço semelhante.
Se o crime for contra Animais Silvestres (que são todos aqueles animais pertencentes às espécies nativas, migratórias, aquáticas ou terrestres, que tenham a sua vida ou parte dela ocorrendo naturalmente dentro dos limites do Território Brasileiro e suas águas jurisdicionais), além de serem normalmente protegidos pela Lei 9.605/98 descrita acima, ainda podem ser denunciados à Polícia Florestal (onde houver) e ao IBAMA no "Linha Verde", Tel.: 0800-618080 (ligação gratuita). Lembrando que Animais Silvestres possuem Leis e Portarias específicas previstas na Constituição e no Código Penal. Se você tiver acesso a Internet, pode visitar o site http://www.renctas.org.br/ e fazer a denúncia através do e-mail:renctas@renctas.org.br Em São Paulo você também pode entrar em contato com o DEPAV (11) 3885-6669.
Dica importante: Você sabia que as Associações de Bairro representam uma força associativa que pode provocar as autoridades na tomada de atitudes concretas em prol da comunidade? Com o advento da Lei 7.347 de 24/07/1985, essas associações, qualificadas como entidades de função pública, podem ingressar até mesmo com mandados de segurança (conforme Constituição Federal, Art. 5º LXX "b") e a Fauna é considerada como um patrimônio público. Portanto, se o seu bairro estiver organizado em uma Associação, procure-a e peça que alguém o acompanhe até a delegacia ou ao fórum mais próximo.
Telefones úteis:
IBAMA (Linha Verde) 0800-618080
DEPAV/SP (11) 3885-6669
Instituto Nina Rosa (11) 3031-9091
Aliança Int. do Animal (11) 3167-2879
Páginas na Internet relacionadas:
http://www.renctas.org.br/
http://www.sosfauna.org/
http://sac.prodam.sp.gov.br/
http://www.ibama.gov.br/
http://www.aila.org.br/
DEPAV/SP (11) 3885-6669
Instituto Nina Rosa (11) 3031-9091
Aliança Int. do Animal (11) 3167-2879
Páginas na Internet relacionadas:
http://www.renctas.org.br/
http://www.sosfauna.org/
http://sac.prodam.sp.gov.br/
http://www.ibama.gov.br/
http://www.aila.org.br/
sábado, 31 de março de 2012
Manifestação Antivivissecção e Experimentação Animal reúne mais de 70 cidades dentro e fora do país
31 de março de 2012 às 6:00
Foto: Reprodução
Indignação e informação. Este é o lema do 2º Manifesto Antivivissecção e Experimentação Animal, que será realizado no dia 28 de abril, às 15h, simultaneamente, em diversas cidades do Brasil e do exterior.
Em Taubaté a manifestação está sendo organizada por protetores de animais independentes e contará com a participação de cidades vizinhas como São José dos Campos.
Idealizada pelo grupo Cadeia Para Quem Maltrata os Animais (hoje com mais de 30 mil membros) e pela WEEAC (World Event to End Animal Cruelty) – ambas com ativismo abolicionista pelo fim da exploração dos animais – a atividade pretende abrir discussões sobre métodos éticos alternativos existentes, empregados e reconhecidos por inúmeras faculdades e instituições de ensino, bem como denunciar a utilização de animais vivos com propósitos experimentais.
Para o biólogo Sérgio Greif, co-autor do livro A verdadeira face da Experimentação Animal: a sua saúde em perigo e redator do Manifesto que lançou oficialmente o evento em questão, os experimentos prévios realizados em animais, sustentados na ideia tentar de impedir que os seres humanos corram os “primeiros” riscos dos efeitos ainda não mapeados, não garantem segurança para a sociedade, muito menos apontam caminhos precisos, sobretudo do ponto de vista científico. “É grande o número de drogas aprovadas que são recolhidas das prateleiras no prazo de um ano após sua colocação no mercado. O motivo deste recolhimento é a detecção de efeitos colaterais na população humana, efeitos estes que não haviam sido detectados em testes em animais”, afirma o ativista.
Ainda sobre esta prática, Greif garante ser possível questionar o argumento de que seres humanos e animais domésticos são diretamente beneficiados com as pesquisas. “Ocorre que, embora exaustivamente testados e aprovados em animais, os tratamentos se mostraram falhos em sua fase de testes, sem sinais de efeitos promissores em seres humanos. Muitos deles, apesar da segurança comprovada em animais, produziram efeitos colaterais, e muitas vezes a morte de muitas pessoas”, complementa o ativista.
Linha do tempo
Em 2011, as cidades que participaram foram Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Brasília e Belo Horizonte. À época, o grupo Cadeia Para Quem Maltrata os Animais programou a manifestação pela ocasião do Dia Internacional de Protesto contra Experimentação Animal, 16 de abril. A proposta levou às ruas das cinco capitais manifestantes que procuraram conscientizar a população através de gritos de ordem, cartazes, folhetos e performances que sensibilizavam para a necessidade de abolir o uso de seres vivos não humanos em experimentos científicos, uma vez que já existem pesquisas que se baseiam em análises feitas em computadores e/ou simuladores que substituem métodos arcaicos de pesquisas. Para 2012, 43 cidades brasileiras já confirmaram participação, de norte a sul, além de Portugal, Austrália, United Kingdom – Birmingham, Los Angelis – Califórnia e Argentina – Buenos Aires.
Norah André, responsável nacional do manifesto, relembra com entusiasmo o percurso que foi traçado com a ideia da ação, desde o ano passado até a atualidade. “No ano passado fomos cinco capitais brasileiras. Este ano, faremos muito melhor e maior! A cada dia, mais pessoas se juntam a esta causa; mais cidades se mobilizam nesta luta. Essa livre resposta de adesão é a prova de que ninguém aceita mais o fato de muitos ainda insistirem em destituir e interditar os animais de sua individualidade como sujeitos, tão sujeitos como os indivíduos humanos”, pontua a organizadora.
Vivissecção/Experimentação animal
No Brasil, as faculdades de medicina, medicina veterinária, biologia, psicologia, odontologia, ciências farmacêuticas, enfermagem, dentre outras, possuem aulas práticas onde são utilizados animais vivos. Na vivissecção – cuja origem é atribuída ao médico romano de origem grega, Cláudio Galeno, no século I, DC. – animais são encaminhados vivos para a sala de aula, onde são contidos e anestesiados (nem sempre adequadamente) para em seguida, com a presença do professor e alunos, serem utilizados em diversos experimentos de aprendizagem. Após a prática são sacrificados.
Na Europa e Estados Unidos, muitas faculdades de medicina não mais utilizam animais, nem mesmo nas matérias práticas, como técnica cirúrgica e cirurgia, oferecendo substitutivos em todos os setores. Nos EUA, mais de 100 escolas de medicina (quase 70%) incluindo Harvard, não utilizam animais. Na Inglaterra e Alemanha, a utilização de animais na educação médica foi abolida. Na Grã-Bretanha (Inglaterra, País de Gales, Escócia e Irlanda) estudantes são proibidos, por lei, a praticarem cirurgia em animais.
Sobre Sérgio Greif
Biólogo formado pela UNICAMP, mestre, ativista pelos direitos animais, vegano desde 1998, consultor em diversas ações civis publicas e audiências públicas em defesa dos direitos animais.
Co-autor do livro “A Verdadeira Face da Experimentação Animal: A sua saúde em perigo” e autor de “Alternativas ao Uso de Animais Vivos na Educação: pela ciência responsável”, além de diversos artigos e ensaios referentes à nutrição vegetariana, ao modo de vida vegano, aos direitos ambientais, à bioética, à experimentação animal, aos métodos substitutivos ao uso de animais na pesquisa e na educação e aos impactos da pecuária ao meio ambiente, entre outros temas.
Links sobre a II Manifestação Antivivissecção e Experimentação Animal
- Manifesto redigido por Sergio Greif, em 17/02/2012 – clique aqui
- 1º vídeo informativo:
http://youtu.be/olyMkGAS7Ik
- 2º vídeo informativo:
http://youtu.be/BpHzPoFrgpM
- Blog com textos informativos sobre o tema:
http://contatoanimal.blogspot.com/
- Relação atualizada das cidades brasileiras que integram o evento nacional e internacional:
http://contatoanimal.blogspot.com/2012/02/ii-manifestacao-nacional-anti.html
- Petições e pedidos de assinaturas:
http://contatoanimal.blogspot.com/2012/02/peticoes-relacionadas-vivisseccao-e.html
Fonte: Vale News
Em 2011, as cidades que participaram foram Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Brasília e Belo Horizonte. À época, o grupo Cadeia Para Quem Maltrata os Animais programou a manifestação pela ocasião do Dia Internacional de Protesto contra Experimentação Animal, 16 de abril. A proposta levou às ruas das cinco capitais manifestantes que procuraram conscientizar a população através de gritos de ordem, cartazes, folhetos e performances que sensibilizavam para a necessidade de abolir o uso de seres vivos não humanos em experimentos científicos, uma vez que já existem pesquisas que se baseiam em análises feitas em computadores e/ou simuladores que substituem métodos arcaicos de pesquisas. Para 2012, 43 cidades brasileiras já confirmaram participação, de norte a sul, além de Portugal, Austrália, United Kingdom – Birmingham, Los Angelis – Califórnia e Argentina – Buenos Aires.
Norah André, responsável nacional do manifesto, relembra com entusiasmo o percurso que foi traçado com a ideia da ação, desde o ano passado até a atualidade. “No ano passado fomos cinco capitais brasileiras. Este ano, faremos muito melhor e maior! A cada dia, mais pessoas se juntam a esta causa; mais cidades se mobilizam nesta luta. Essa livre resposta de adesão é a prova de que ninguém aceita mais o fato de muitos ainda insistirem em destituir e interditar os animais de sua individualidade como sujeitos, tão sujeitos como os indivíduos humanos”, pontua a organizadora.
Vivissecção/Experimentação animal
No Brasil, as faculdades de medicina, medicina veterinária, biologia, psicologia, odontologia, ciências farmacêuticas, enfermagem, dentre outras, possuem aulas práticas onde são utilizados animais vivos. Na vivissecção – cuja origem é atribuída ao médico romano de origem grega, Cláudio Galeno, no século I, DC. – animais são encaminhados vivos para a sala de aula, onde são contidos e anestesiados (nem sempre adequadamente) para em seguida, com a presença do professor e alunos, serem utilizados em diversos experimentos de aprendizagem. Após a prática são sacrificados.
Na Europa e Estados Unidos, muitas faculdades de medicina não mais utilizam animais, nem mesmo nas matérias práticas, como técnica cirúrgica e cirurgia, oferecendo substitutivos em todos os setores. Nos EUA, mais de 100 escolas de medicina (quase 70%) incluindo Harvard, não utilizam animais. Na Inglaterra e Alemanha, a utilização de animais na educação médica foi abolida. Na Grã-Bretanha (Inglaterra, País de Gales, Escócia e Irlanda) estudantes são proibidos, por lei, a praticarem cirurgia em animais.
Sobre Sérgio Greif
Biólogo formado pela UNICAMP, mestre, ativista pelos direitos animais, vegano desde 1998, consultor em diversas ações civis publicas e audiências públicas em defesa dos direitos animais.
Co-autor do livro “A Verdadeira Face da Experimentação Animal: A sua saúde em perigo” e autor de “Alternativas ao Uso de Animais Vivos na Educação: pela ciência responsável”, além de diversos artigos e ensaios referentes à nutrição vegetariana, ao modo de vida vegano, aos direitos ambientais, à bioética, à experimentação animal, aos métodos substitutivos ao uso de animais na pesquisa e na educação e aos impactos da pecuária ao meio ambiente, entre outros temas.
Links sobre a II Manifestação Antivivissecção e Experimentação Animal
- Manifesto redigido por Sergio Greif, em 17/02/2012 – clique aqui
- 1º vídeo informativo:
http://youtu.be/olyMkGAS7Ik
- 2º vídeo informativo:
http://youtu.be/BpHzPoFrgpM
- Blog com textos informativos sobre o tema:
http://contatoanimal.blogspot.com/
- Relação atualizada das cidades brasileiras que integram o evento nacional e internacional:
http://contatoanimal.blogspot.com/2012/02/ii-manifestacao-nacional-anti.html
- Petições e pedidos de assinaturas:
http://contatoanimal.blogspot.com/2012/02/peticoes-relacionadas-vivisseccao-e.html
Fonte: Vale News
Polícia conclui que cadela Mel sofreu acidente, e não maus-tratos
Inquérito encerrado - 31 de março de 2012 às 20:00
(Foto: Reprodução)
“A conclusão a que nós chegamos é de que o rapaz acusado pelo irmão não agrediu a Mel. Odepoimento dele entrou em contradição na segunda vez que em que ele foi intimado e também descobrimos que o acusado cuida de outros animais, inclusive um que é surdo e outro que foi atropelado”, explica a delegada.
Segundo a delegada Batistela, testemunhas disseram que o acusado tem cuidado com os seus animais e inclusive os leva frequentemente ao pet shop. “No momento em que saía com o seu veículo, um deles atropelou acidentalmente o animal e por isso ninguém será indiciado”, afirma a delegada.
Por parte da clínica onde Mel se encontra, a veterinária Ana Lúcia Salviato explica que são poucas as probabilidades de ela voltar a andar. Na semana passada, Mel passou por uma mielografia (exame da coluna) e uma cirurgia. “O quadro clínico dela é o mesmo, com pouca probabilidade de voltar a andar. Mas, com o tratamento, a luxação diminuiu e ela está melhorando”, avaliou a veterinária na ocasião.
Caso
Mel foi internada na noite dia 27 de fevereiro e permanece na mesma clínica, na Rui Barbosa, em Campo Grande até o momento. Ela foi levada, segundo a polícia, pelo irmão do acusado, que não deu detalhes sobre o que teria causado a lesão na coluna.
A pena para maus-tratos, segundo a delegada, varia de três meses a um ano de reclusão, podendo ser revertida em prestação de serviços à comunidade.
Fonte: Midiamax
A pena para maus-tratos, segundo a delegada, varia de três meses a um ano de reclusão, podendo ser revertida em prestação de serviços à comunidade.
Fonte: Midiamax
Centro médico da Marinha dos EUA abandona o uso de animais para experimentação
ANDA - Fim da tortura nos laboratórios - 31 de março de 2012 às 6:00
Por Natália Cesana (da Redação)
Foto: Reprodução/GreenMe
Simuladores eletrônicos dotados de alta tecnologia no lugar de ferrets. Esta é a decisão tomada pelo Centro Médico Naval de Portsmounth (NMCP), na Virgínia (EUA), uma das maiores referências da Marinha norte-americana no ensino médico.
Depois de dois anos de insistência por parte de associações em defesa dos animais, o centro substituiu completamente o uso cruel de ferrets no ensino das técnicas de intubação de crianças. Tal prática era marcada pela inserção de um tubo plástico na traqueia dos animais por volta de 10 vezes por sessão, causando sangramento, inchaço, fortes dores e até a morte, por colapso pulmonar.
A notícia foi divulgada por William Beckman, diretor responsável pela formação de pessoal no NMCP. “Todos os exercícios de intubação neonatal previstos para o mês de abril serão cancelados, pois o Centro Médico Naval de Portsmounth não utiliza mas ferrets na formação de pediatrias”, informou.
As associações em defesa dos animais lembram que nos EUA 90% dos programas de formação de médicos pediatrias usam apenas modernos simuladores de crianças e que o NMCP agora se une a tantos institutos que escolheram abolir a cruel e injustificável exploração de ferrets.
“A decisão do Centro Médico Naval de Portsmounth representa que os alunos podem aprender a salvar crianças sem ferir os animais. Os pais querem que o encarregado de salvar a vida de seus filhos tenha recebido a melhor educação médica disponível, e isso envolve simuladores, não ferrets”, falou a vice-presidente da PETA, Kathy Guillermo.
Os ferrets, fornecidos por multinacionais como a Marshall, ainda hoje são animais muito requisitados na anacrônica experimentação animal. Mas graças ao emprego de alta tecnologia de simulação tem sido possível salvá-los e ainda garantir que o médico ofereça um tratamento ‘cruelty free’ e de qualidade aos pequenos pacientes.
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