sexta-feira, 13 de abril de 2012

Indústria do desperdício

Consciência é tudo - 13/04/2012

Por: Andréa Campaz Bombonato
Engenheira Ambiental formada pela Unesp de Presidente Prudente - SP
Presidente da ONG Focinhos S.A.



 Nós vivemos na época do descartável, desde simples copos descartáveis a celulares e eletrodomésticos com vida útil curta. O que poucos sabem é que estamos fazendo parte de um jogo das indústrias, iniciado nas décadas de 1930 e 1940 nos países capitalistas, chamada “Obsolescência programada”, ou mais conhecido como “descartalização”. Esse é o nome dado à vida curta de um bem ou produto, projetado de forma que sua durabilidade ou funcionamento se dê apenas por um período reduzido. É apenas uma estratégia de mercado que visa garantir um consumo constante através da insatisfação, de forma que os produtos que satisfazem as necessidades daqueles que os compram parem de funcionar ou tornem-se obsoletos em um curto espaço de tempo, tendo que ser obrigatoriamente substituídos de tempos em tempos por mais modernos. 
Infelizmente nós fomos contaminados com o vírus do consumismo, e a indústria apenas aproveitou a oportunidade para criar necessidades que antes não tínhamos.
Mas alguém tem que pagar por isso, e nesse caso, quem paga é o meio ambiente. Com a constante produção de novos produtos, as indústrias causam cada vez mais impactos ambientais, tanto na extração da matéria prima quanto na produção e transporte até o consumidor.
Além disso, o descarte desses equipamentos se dá de forma inadequada. Todos os componentes que equipamentos eletrônicos são recicláveis por indústrias especializadas, porém a informação não chega até as pessoas, que acabam descartando de forma irregular esses resíduos. Porém, existe um grande inconveniente no descarte inadequado destes equipamentos: baterias. As baterias, sejam elas de celular, notebook ou de um simples despertador, podem causar sérios danos ao meio ambiente, pois possuem metais pesados em sua composição, e estes, ao serem liberados para o meio ambiente, podem causar a contaminação de solos, aquíferos, cursos d’água, dentre outros, e que, o contato com estes meios contaminados podem gerar danos ao nosso sistema neurológico devido à contaminação por estes metais pesados, que são bioacumuladores, ou seja, não são eliminados do corpo e são acumulados ao longo da cadeia alimentar.
O desperdício na indústria de alimentos também assusta. Em alguns casos, quase 50% do alimento se perde antes mesmo de chegar ao consumidor final. Perde-se na colheita, no transporte incorreto até a indústria, na própria indústria, no transporte ao mercado e no próprio mercado. Após a compra do produto o desperdício também é grande. Toda a comida que jogamos fora completam o cenário de perdas no sistema. O desperdício não abrange apenas a questão de geração de resíduos, abrange também os recursos naturais e a energia gastos na produção da matéria prima, a energia gasta para a fabricação, a energia gasta no transporte. Todos esses custos da indústria do desperdício são repassados ao consumidor. Sim, você paga pelo sistema falho.
Sugiro que assistam a um vídeo bem antigo, de 1989, mas que nos faz repensar nossos valores. Chama-se Ilha das Flores. Tem apenas 13 minutinhos mas vale a pena assistir. 


http://www.youtube.com/watch?v=Hh6ra-18mY8&feature=related
O desperdício não para por aí. Uma matéria da revista Superinteressante do ano de 2007 mostra dados assustadores da situação do desperdício nos Estados Unidos.
 

- 426 mil celulares saem de circulação diariamente

- 170 mil pilhas são produzidas a cada 15 minutos

- 1 milhão de copos plásticos são jogados no lixo a cada 6 horas em vôos comerciais

- 60 mil sacolas plásticas descartadas a cada 5 segundos

- 2 milhões de garrafas plásticas jogadas fora a cada 5 minutos

- 106 mil latas de alumínio jogadas no lixo a cada 30 segundos

Pois é, se esses são os dados de 4 anos atrás, imagine só como esse número não está muito maior hoje. E se este é o desperdício apenas dos Estados Unidos, imagine só a quantidade descartada em todo o mundo. É uma situação realmente alarmante.
Isso tudo é matéria prima, são recursos naturais desperdiçados, não são reciclados ou reaproveitados, simplesmente nunca mais serão úteis novamente. Esse material é descartado sem controle, muitas vezes nas ruas, em terrenos ou nos rios. São poucas as cidades atualmente que possuem aterro sanitário, que são a forma correta de se dispor os resíduos. Normalmente todo o lixo produzido em uma cidade é disposto em lixões a céu aberto.
Essa situação caótica que estamos vivendo deve ser repensada por cada um de nós. Até quando vamos deixar o sistema tomar conta de nossas vidas? Devemos repensar nossas reais necessidades de consumo, e após o seu consumo, realizar a destinação correta dos resíduos, de modo a reduzir os impactos causados no meio ambiente pelo produto que você consumiu. É a filosofia dos 3R’s: Reduzir, Reutilizar e Reciclar.

Recicle suas atitudes!

Voluntária especial da ONG Focinhos S.A. Ribeirão Preto

Fotógrafa voluntária faz trabalho fantástico para deixar os Focinhos lindos para adoção

Por: Melissa Bosi


"Conheci a ONG Focinhos S.A através do Facebook, por uma amiga que havia compartilhado um pedido da ONG para ajudar a cadelinha Suzi que havia sofrido maus tratos; A partir daí, comecei a acompanhar o trabalho da Focinhos e resolvi doar também meu tempo com meu trabalho como fotógrafa, fazendo fotos dos Focinhos em estúdio de uma maneira divertida, com cenários e acessórios, pra tentar chamar a atenção das pessoas para adoção, os mostrando de uma maneira mais alegre e diferente em vez de mostrá-los atrás de cercados e grades com carinhas tristes.
Com as fotos, a ONG pôde fazer produtos personalizados como canecas, mouse pad, calendários, caixinhas em MDF, chaveiros, todos à venda na lojinha virtual na pagina do Facebook." 

Alguns Trabalhos

































Para fazer um ensaio com seus focinhos, entre em contato com a especial Melissa!

Melissa Bosi
Telefone: 8834 5294
melissa@wmendonca.com.br

Novo Grupo de Protetores Independentes de Ribeirão Preto


Mais um grupo pela causa Animal -13/04/2012


Por: Elaine Menezes

É com muita alegria que anuncio o mais novo Grupo de Protetores Independentes de Ribeirão Preto: Seja Cãociente.
Administrado pela excelente e fiel Protetora, Vylna Cassoni, o Grupo tem como finalidade proporcionar feiras de adoção de animais, além de vender produtos relacionados à Causa para angariar fundos e assim ajudar os animais necessitados.




O Cãociente possui valores impagáveis para contribuir com o meio ambiente e os animais, esse é o maior propósito do Grupo.
A Vylna Cassoni resgata, diariamente, animais em situações deploráveis e faz, por amor, dedicação e dom, com que sejam tratados em clínicas munidas de todos os equipamentos necessários para ajudar os animais.
É uma Protetora especial e capacitada para administrar, com maestria, o Grupo.
Nossa cidade está passando por uma situação muito complicada, com vários animais abandonados, atropelados, maltratados, passando fome, sede e precisando de um lar.
Que bom que esse Grupo veio para somar à Causa. Tenho certeza de que muitos e muitos peludinhos serão ajudados por pessoas do bem, que querem o bem, para quem é do bem.

Parabéns Vylna Cassoni, sou sua fã incondicional e estamos juntas nessa Causa, SEMPRE!


Para ajudar o Cãociente comprando os produtos ou para tirar dúvidas sobre as feiras de adoção, entre em contato pelo e-mail: sejacaociente@gmail.com
Acesse o perfil do Seja Cãociente: https://www.facebook.com/Sejacaociente

Cantora Sarah Mclachlan escreve carta ao primero ministro do Canadá pedindo o fim da caça às focas

Apelo à consciência - 13 de abril de 2012 às 6:00

Por Graziella Belliato (da Redação ANDA)

Foto: The Globe and Mail

A cantora canadense Sarah Mclachlan escreveu ao Primeiro Ministro de seu país pedindo que ele pare de defender a indústria da caça de focas e comece a ajudar os caçadores na busca uma nova forma de sobrevivência.
A cantora, nascida em Halifax, Canadá, que já ganhou diversos prêmios Grammy e Juno, escreveu ao sr. Harper em nome da organização “People for the Ethical Treatment of Animals” – PETA (Pessoas Pelo Tratamento Ético dos Animais, em tradução livre) dizendo que já não há mercado internacional para peles de focas, segundo informou o jornal The Globe and Mail.
A carta com data da última quinta-feira, dia 05, foi escrita alguns dias antes do início da caça anual que começou dia 12 de abril no “The Front” em Newfoundland, onde aproximadamente setenta por cento da caça acontece.
A caça às focas em outras regiões, especialmente em torno das Ilhas Magdalen no Golfo de St. Lawrence,foi significativamente reduzida devido as baixas condições do gelo.
A cantora aponta que 2012 pode marcar o final da caça comercial de desses animais porque o último mercado de peles secou secou quando a Rússia, que era responsável pela compra de 95% das peles de focas do Canadá, se juntou à União Europeia e aos Estados Unidos no fim do ano passado na proibição da importação de pele desses mamíferos marinhos.
“Esse negócio é quase tão lucrativo quanto uma fábrica de fitas cassete” – disse Sarah em sua carta ao Primeiro Ministro.
O recente boom do petróleo deixou províncias orientais com uma nova e confiável fonte de dinheiro, então, parece que a única razão pela qual o governo federal defende a moribunda indústria de caça às focas é para controlar a oscilação dos assentos parlamentares em Newfoundland e em Labrador”, escreveu McLachka, que vestiu uma das camisetas do PETA com os dizeres : “Hug me Don´t club me” (Me afague, não me espanque – em tradução livre), em 2009, durante uma festividade do Dia do Canadá no “Parlament Hill”.
A cantora também participa de outros grupos de bem-estar animal, como a “Humane Society International”, pedindo para que o governo, através de financiamentos, ajude os caçadores a se adaptarem a um novo estilo de vida.
“Os caçadores de focas – como os produtores de tabaco e o mineiros – precisam de líderes para elaborar uma estratégia prática de saída para eles, não de gastar mais milhões nos desafios da Organização Comercial Mundial ou pagando para estocar peles quando compradores já tem peles de foca por vários anos”, escreveu a cantora. “Você não irá dar a direção?”
O governo federal diz que irá permitir que 400.000 mamíferos marinhos sejam assassinados este ano para a caça comercial.
E os governos das províncias de Newfoundland e Labrador forneceram $3.6 milhões em financiamento para “Carino Company Ltd”, uma companhia Norueguesa que processa pele de focas em Newfoundland.
Pescadores da Costa Leste dizem que a população de focas deve ser reduzida porque cada foca consume 1,4 toneladas de peixe por ano e ameaça a oferta disponível para o consumo humano. Porém, ativistas pelos direitos dos animais apontam que alguns cientistas contestam o impacto das focas na pesca e diz que os animais podem até mesmo promover o fornecimento de peixe como uma parte natural do ecossistema.

Famintos, animais definham em zoológico do interior de SC

Centenas já morreram - 13 de abril de 2012 às 13:00

Leão permanece no zoológico do Cattoni-Tur Hotel, no centro de Salete (SC), após interdição do Ibama (Foto: Adriano Vizoni - Folhapress)

O rugido insistente de um leão se tornou comum em meio à paisagem de araucárias do interior de Santa Catarina nas últimas semanas.
“É por causa da fome”, diz a voluntária Sílvia Pompeu, enquanto joga um pedaço de alimento para o animal de aparência esquelética, que devora o alimento em segundos. Macacos apáticos em jaulas imundas observam a cena.
Eles e outras dezenas de animais são os sobreviventes do zoológico do Cattoni-Tur Hotel, no centro de Salete (a 260 km de Florianópolis).
Segundo o Ibama, o local foi praticamente abandonado pelo dono, Azodir Cattoni, após o órgão interditá-lo, em dezembro. Desde então, os animais passaram a comer cada vez menos.
A eletricidade foi cortada. E sem as cercas elétricas, uma onça já pulou na jaula dos leões e foi morta. “Todo mundo corre risco de morte”, disse a analista ambiental do Ibama Gabriela Breda, que circula armada pelo zoo.
Instalado num antigo seminário, o hotel-zoo foi aberto em 2007 e passou a acumular legalmente enorme quantidade de animais. Havia mais exemplares de certas espécies do que no zoo paulistano.
“Vinham de apreensões ou foram abandonados por circos”, disse Elenice Franco, do Ibama. Segundo o órgão, os recintos são inadequados, e o acúmulo se refletiu no índice de mortalidade, que alcançou 80%. O aceitável seria até 20%.
Dos 1.100 animais que entraram lá, só 214 estavam vivos na interdição, decidida após a fuga da elefante Carla, que saiu em disparada pelas ruas e só foi capturada horas depois –hoje ela vive no Rio.
Multas aplicadas pelo Ibama somam R$ 50 mil. Agora, até o hotel está fechado.
O órgão e voluntários intervieram na semana passada. Dezenas de animais já foram levados a outros zoos, mas cerca de 40, entre macacos e avestruzes, não têm para onde ir.
Voluntários do santuário Rancho dos Gnomos, de SP, foram até os felinos –alguns até rezam para tranquilizá-los. “Esse vai precisar de muitas preces”, disse Sandra Calado na terça passada, ao observar um tigre de bengala esquelético, que não resistiu.
Azodir Cattoni não foi localizado. O Ibama diz ter sido informado de que ele está fora do país. Advogados que já o representaram não se manifestaram. No hotel ainda atuam quatro pessoas, entre elas uma irmã e um cunhado, que se recusaram a falar com a Folha.
Com informações da Folha de São Paulo

Nota da Redação: Trata-se de mais um cenário muito triste de descaso, confinamento e sofrimento de seres inocentes vítimas da exploração humana. Esses animais devem ser alimentados, avaliados por veterinários e transferidos com urgência para santuários, onde possam viver tranquilamente – já que, uma vez condenados ao confinamento por longos períodos, os animais acabam se tornando dependentes da ajuda humana para sobreviver . A Justiça brasileira deveria, no mínimo, obrigar os causadores desse transtorno a arcar com todos os custos necessários para realocar esses animais em ambientes seguros e saudáveis.

Araraquara (SP) analisa protocolo de atendimento a animais após morte de beagle

Nova política - 13 de abril de 2012 às 13:40

Três semanas após o cão Gabriel, 7 anos, ser eutanasiado no CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) de Araraquara (273 km de São Paulo) porque tinha sarna, a cidade estuda meios de evitar que caso semelhante ocorra de novo e deve aprovar nos próximos dias um protocolo de atendimento animal.

Animais em canil do Centro de Controle de Zoonoses de Araraquara, que limitou a prática de eutanásia após polêmica (Foto: Reprodução)

O Conselho Municipal de Defesa dos Animais analisou nesta quinta-feira (12) o documento, que contém diretrizes para integrar as ações da Polícia Ambiental, Guarda Municipal, CCZ e Secretaria do Meio Ambiente.
O documento foi feito por uma comissão formada por ONGs, prefeitura, vereadores e associação de veterinários e contém propostas como a de unificar os chamados que antes eram divididos entre vários serviços da prefeitura.
Assim, a proposta é que haja só um número de telefone para a população ligar quando tiver um cão ‘bravo’ na rua, um animal atropelado ou briga de vizinhos envolvendo animais.
O número será de uma central na ouvidoria da Secretaria do Meio Ambiente e as chamadas serão direcionadas para o CCZ, Guarda Municipal e Polícia Ambiental, por exemplo, conforme o caso.
“Criar esse centro de triagem será uma inovação”, disse José dos Reis Santos Filho, secretário do Meio Ambiente.
A proposta, no entanto, ainda pode receber alterações. Feiz Mattar, coordenador executivo da Vigilância em Saúde de Araraquara, disse que ter uma central vinculada à Secretaria do Meio Ambiente pode trazer problemas jurídicos caso haja sobreposição de responsabilidades, já que o CCZ, por exemplo, é vinculado à Secretaria da Saúde e a Guarda Municipal, à Secretaria da Segurança.
Canil de acolhimento
Com a nova proposta de atendimento voltado à saúde animal –e não somente à humana– Araraquara deverá ter ainda um outro canil, ligado à secretaria do Meio Ambiente, para receber os animais sadios e, depois, doá-los em parceria com as ONGs da cidade. Orçado em R$ 65 mil, terá 30 vagas e será modular. Com isso, pode ser aumentado, se necessário, disse Reis.
Se o parecer do conselho for favorável às diretrizes propostas no protocolo, o documento será levado ao prefeito Marcelo Barbieri (PMDB) que pode alterá-lo, instituí-lo por decreto ou enviar para votação na Câmara Municipal.

Pit bulls resgatados de rinhas nas Filipinas começam a receber ajuda

Não haverá mais eutanásia - 13 de abril de 2012 às 6:00

Por Natalia Cesana (da Redação ANDA)

Pit bulls resgatados ganharam uma nova chance (Foto: Reprodução/Los Angeles Times)

Para Maria Parsons, advogada que atua na área de bem-estar animal, a paixão de um salvador morrendo traduz de forma mais adequada sua própria cruzada em salvar a mais inocente das vítimas –223 pit bulls resgatados dia 30 de março de uma rinha em San Pablo, nas Filipinas. As informações são do Philippine Daily Inquirer.
Foi a paixão que fez a advogada passar a Sexta-Feira Santa junto aos cachorros e outras pessoas; uma paixão que ultrapassa a raiva em saber que os mesmos coreanos que foram presos no ano passado em Indang, também nas Filipinas, por promoção de rinhas de cachorro online, estavam em liberdade e simplesmente realocaram a atividade.
“Além de não quererem ver briga de cachorros, eu acho que o que enfureceu os filipinos foi que isso foi feito por pessoas que já haviam sido presas e ainda operavam impunemente por aqui”, disse Maria.
Ela se reuniu com Nancy Cu-unjieng e outras mulheres do Compassion and Responsibility for Animals (Cara), o grupo que ao lado do Island Rescue Organization (IRO), dirigido por Nena Hernandez, assumiu a responsabilidade pelos cães.
Nena está cuidando de 61 cães, levados pela Sociedade Filipina Protetora dos Animais (PAWS) dias após o resgate. Membros da PAWS, os primeiros a chegar à cena do resgate, decidiram sacrificar 33 animais que estavam gravemente feridos e eram muito agressivos.

Sem necessidade de eutanásia

Foto: Reprodução/Stuff

Desde então, os grupos IRO e Cara decidiram que não haverá mais eutanásia. Eles vão tentar salvar o maior número possível de cães.
“Estamos tentando fazer o melhor que podemos e decidimos que temos que dar uma chance a estes cães de sobreviverem”, disse Nancy.
A boa notícia é que as pessoas estão ajudando. “Quando ficamos sabendo dessa história dias atrás, pensei que eles precisariam de ajuda para reabilitar os cães”, disse Henry Monzones, adestrador que mora em San Pablo e pertence ao grupo Laguna Search and Rescue.
Monzones admite ter ficado chocado quando soube que havia uma rinha instalada bem debaixo do nariz dele. “Obviamente eles tinham pessoas por trás que davam apoio”, observou.
Ele tem visitado quase que diariamente os cães para ajudar e está, além disso, desenhando um projeto de construção de abrigos mais duráveis. “Nenhum desses cães precisa morrer”, disse.
Enquanto isso, os animais estão vivendo em tambores de aço. Lonas e redes são jogadas para protegê-los do sol já que alguns cães tiveram insolação.
Nancy montou um chuveiro improvisado com uma mangueira para amenizar o calor sufocante.
As peças de lona foram uma cortesia de Jay Lim, um empresário e treinador de cães da Philippine Mondioring Association. Lim trabalha com pitbulls há 10 anos.
“As pessoas sempre pensam em pit bulls como cães que lutam e matam pessoas. É cansativo ouvir as mesmas histórias. Muitos desses cachorros apenas são agressivos porque foram traumatizados e ficam na defensiva”, explica Lim.
Apesar de muitas pessoas quererem adotar os cães, Lim enfatiza que “só aqueles que conhecem bem a raça podem adotá-los”.
Ele levou a esposa e os quatro filhos, como uma forma de treiná-los, disse rindo. “Eu encaro isso como uma formação de valores.”
Logo depois, a mais filha velha, Sarah, de 19 anos, estava ajudando a dar banha em alguns animais feridos.
Mais tarde, Susan Garzon e Jun Pareña, voluntários da Tulay Foundation, uma ONG budista, tirou fotos e fez perguntas a Manuel O. Chua, fundador da entidade.
“Os budistas falam sobre a compaixão e não acreditam em matar seres vivos”, explicou Pareña. “Quando Chua leu algo sobre a situação dos cães, ele realmente se mudou para cá para ajudar.”
Chua ofereceu muitos itens para dar assistência, como madeira para construção dos abrigos.
Quando o sol de pôs, todos conversavam animadamente sobre a ajuda financeira vinda de um doador dos Estados Unidos. “É o amor pelos animais que nos faz continuar”, disse Nancy, que prevê um santuário permanente para estes e outros cães que forem sendo resgatados.
“Precisamos resolver logo isso. Sabemos que é uma grande tarefa, mas com o apoio de pessoas conhecedoras do assunto, que entendem o temperamento e as características da raça, conseguiremos fazer.”

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Cidade do México estuda proibir as touradas

Perto do fim - 12 de abril de 2012 às 16:00

Animal agoniza durante espetáculo cruel (Foto: s/c)

Defensores e detratores das touradas travam na capital mexicana sua última batalha, depois que uma comissão da Assembleia Legislativa da cidade aprovou uma votação sobre a proibição deste cruel espetáculo.
Inaugurada no dia 5 de fevereiro de 1946, esta colossal construção é o símbolo mais representativo do enraizado fervor pelas touradas no país, onde calcula-se que existem 22 escolas de toureio.
Em março uma comissão da Assembleia Legislativa da Cidade do México aprovou um projeto de lei que proíbe as touradas nesta cidade, com três votos a favor e duas abstenções.
A iniciativa, que deverá ser levada ao plenário da Assembleia antes que conclua o atual período de sessões, no próximo dia 30 de abril, pretende modificar o artigo 42 da lei para a realização de espetáculos públicos.
Juan Castañeda, o promotor da Monumental Plaza México, insistiu que não se trata de um espetáculo violento que possa causar problemas de agressividade em seus espectadores. “Até agora não houve nenhum toureiro que, por dedicar-se a isso, tenha matado alguém”, comentou. “Afinal de contas, quem gostar pode vir; quem não gostar, não precisa sair de casa”, sugeriu Castañeda, completamente alheio ao sofrimento imposto aos animais para a realização das touradas.
Opinião bem diferente da responsável de ecologia do Partido Verde Ecologista do México (PVEM), Mariana Boy, que considera que, além dos maus-tratos aos animais, as touradas devem ser proibidas por suas consequências sociais e psicológicas.
“Está comprovado que o fato de ser espectador deste tipo de eventos insensibiliza as pessoas em termos de maus-tratos aos animais e também se tornam mais propensas a estarem em situação de maus-tratos infantil ou de gênero”, declarou.
O partido de Mariana Boy é um dos impulsores da proibição das touradas, junto a membros do Partido da Revolução Democrática (PRD) e do Partido Revolucionário Institucional (PRI); mas o tema causa tanta controvérsia que também existem divergências internas.
Durante décadas, o México foi berço do toureio espanhol, um lugar aonde chegavam jovens toureiros que por serem menores de 16 anos não podiam atuar na Espanha. Um deles, Julián López, mais conhecido como “El Juli”, reconhece o México como “sua segunda casa”.
O debate sobre a proibição ou não das touradas no México não é novo, como lembrou a ex-diretora do emblemático zoológico de Chapultepec, María Elena Hoyo.
Desde os anos 70, María Elena combate as touradas pois afirma que se trata de um espetáculo “primitivo” e “selvagem”, que só é permitido em oito países e que, segundo sua opinião, está com os dias contados.
“Sinto que os jovens hoje em dia desprezam esse tipo de espetáculo e respondem a isso com sua ausência nas touradas. É uma tradição que já tem os dias contados, vai morrer de inanição”, previu.

Com informações do Terra

Companhias aéreas deixam de transportar macacos para pesquisa nos EUA e Europa

Vitória dos direitos animais - 12 de abril de 2012 às 6:00

(da Redação ANDA)

Foto: Eric Bajart/Wikicommons

Vivisseccionistas e alguns pesquisadores estão um tanto aborrecidos com a vitória conquistada graças à pressão de grupos de defesa dos animais, já que as companhias aéreas cederam a uma campanha global contra o transporte de macacos para pesquisa.
Empresas como a Air France, Lufthansa, a British Airways e a Virgin Atlantic, entre outras, deixaram de transportar os macacos que abastecem os cruéis experimentos e testes com animais feitos em laboratórios dos Estados Unidos e da Europa.
Segundo a revista Nature, a companhia China Southern Airlines foi uma das últimas a capitular às pressões da organização Peta e deixou de transportar 80 primatas para o aeroporto de Los Angeles.
O explorador de animais Michael Hsu diz que os ativistas estão “azedando” o seu negócio sujo – ele mantém confinada uma colônia de macacos em Xangai e depende dos voos para transportá-los para clientes norte-americanos.
Mas, felizmente, a ética vem ganhando esta causa e cada vez mais companhias áereas se recusam a transportar animais para pesquisa. Pois uma ciência evoluída não confina nem utiliza seres sencientes para servir de instrumentos para seus estudos – ao contrário disso, cientistas realmente antenados, competentes e éticos prezam pela vida, utilizando recursos tecnológicos e excelentes alternativas ao uso de animais em laboratórios.

Fotos de militares posando com cachorro decapitado causam repúdio no Equador

Imagens de crueldade - 12 de abril de 2012 às 18:15


Fotos divulgadas em redes sociais mostrando militares do Equador com o corpo decapitado de um cachorro geraram grande indignação em todo o país e no próprio Exército, que anunciou nesta quinta-feira que vai punir os responsáveis.
Nas imagens podem ser vistos soldados vestidos com uniformes camuflados sorrindo enquanto posam com o corpo do animal e sua cabeça.
“Os envolvidos nesse lamentável caso já identificados (…) estão sendo investigados e serão punidos de acordo com as regras de disciplina militar sem menosprezo às medidas legais que da justiça comum”, ressaltou hoje o Exército equatoriano em um breve comunicado.
As imagens foram postadas no Facebook de um dos militares, que pediu desculpas por tê-las divulgado, já que “não guardam relação com a política da instituição” à qual presta serviço.
O homem disse que elas se devem a “um fato infantil provocado por um companheiro que em algum momento não mediu as consequências que poderiam causar”.
A ONG equatoriana Amigalitos solicitou hoje à Defensoria Pública que abra uma investigação e, “se for o caso, emita a sanção correspondente” contra os militares, segundo destacou em comunicado.
A Amigalitos afirma que os militares “através das redes sociais se vangloriam do sacrifício e a posterior ingestão da carne do cachorro, animal que foi parte de seu treinamento militar”
Já segundo o Exército, esses soldados “em atividades fora de instrução, em um lugar isolado, executaram um fato atroz como a decapitação de um cachorro”, por isso a instituição “expressa total rejeição e repúdio a esse ato de barbárie que atenta contra as normas e políticas institucionais”.

Fonte: UOL

Cães abandonados podem ser fuzilados em cidade da Albânia

Massacre - 12 de abril de 2012 às 6:00

Por Natalia Cesana (da Redação ANDA)

Foto: Reprodução/La Stampa

Cinquenta cães abandonados na pequena cidade de Perrenjas, a 100 km ao sul de Tirana, capital da Albânia, correm o risco de ser fuzilados por funcionários contratos pela Prefeitura. A decisão foi divulgada à população por meio de um aviso público informando que “a caça aos cães durará da meia-noite até as três da manhã do dia 25 de abril” e que os moradores deveriam manter seus animais fechados em casa. As informações são do jornal La Stampa.
A medida provocou duros protestos por parte das associações que cuidam dos direitos dos animais. “Será um ato bárbaro. É preciso parar com essa matança vergonhosa”, diz o apelo publicado pela Associação pela Tutela dos Direitos Animais (ARA).
Os caçadores receberão 200 lek, ou 1.450 euros, por cada cão morto, que depois será cremado. “Fuzilar um animal e depois queimar para eliminá-lo é uma prática terrível que não pode se identificar com nenhuma cultura ou civilização. São prática que compõem os momentos chocantes da história humana”, observa o comunicado.
Pezana Rexha, diretora da ARA, está empenhada a impedir a matança dos cachorros. A data para a caçada seria no dia 5, mas devido às pressões, foi adiada para o dia 25.
“Vou me apresentar ao conselho municipal e, junto a um advogado, tentaremos convencê-los de renunciar à ideia. Estamos dispostos a trabalhar na castração e na vacinação de todos os cães e daremos todo o cuidado que tem um animal mantido dentro de casa”, falou Rexha.

Grupo Crueldade Nunca Mais de PE realiza primeira feira de adoção

Cães e gatos - 11 de abril de 2012 às 18:00

Rodrigo Vidal - rcvidal@terra.com.br

Foto: Divulgação

Adotar é tudo de bom! Venha ganhar seu melhor amigo!
Basta ser maior de idade e apresentar carteira de identidade e comprovante de residência.
Local: Praça Souto Filho (“Praça dos Cachorros” – Ao lado do Parque da Jaqueira)
Data: 14.4.12 (Sábado) – Horário: 9 às 14hs.


Foto: Divulgação


Apoio: Prefeitura da Cidade do Recife

Venha fazer parte de nosso grupo!

Contatos: www.crueldadenuncamaispe.com.br

Idosa de 83 anos morre em incêndio e cão fica ao lado dela até o fim

Amor incondicional - 11 de abril de 2012 às 18:20

Por Luiz Henrique de Oliveira

Foto: Reprodução

Maria Alfais, de 83 anos, morreu dentro de sua residência, na Rua Paulo Ildefonso Assumpção, bairro Bacacheri, em Curitiba, por volta das 19h desta terça-feira (10), depois que um incêndio destruiu a casa de madeira.
Vários moradores na região lamentavam a perda de “Dona Maria”, como era conhecida no bairro. Uma senhora tranquila, que morava sozinha na casa e não incomodava ninguém. Sua rotina era ir à igreja, ao Posto de Saúde para pegar os remédios de hipertensão e visitar a filha.
A tenente Cassandra, do Corpo de Bombeiros, disse que ao lado da senhora foi encontrado um cachorro, que também não fugiu a tempo das chamas.
Existe a hipótese de Dona Maria ter sofrido um mal súbito e alguma panela ligada ter causado o incêndio. A filha da vítima, moradora de Campo Largo, foi chamada para ir à residência da mãe. Segundo testemunhas, ela sempre quis que Maria fosse morar na região metropolitana, entretanto, a idosa preferiu continuar sozinha, ao lado de seu cachorro.

Fonte: Banda B

Veterinária flagra funcionários da Emsurb torturando uma vaca em SE

Crime de maus-tratos - 11 de abril de 2012 às 13:00

Por Verlane Estácio e Janaina de Oliveira

A veterinária Juliana Mendes procurou a equipe do Portal Infonet na tarde desta terça-feira, 10, para denunciar maus-tratos a um animal cometidos por funcionários da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb). Segundo a veterinária, uma vaca teria invadido o estacionamento do Sergipe Parque Tecnológico (Sergipe Tec), por volta das 16h30 da segunda-feira, 9, quando na tentativa de resgatá-la, três funcionários da Prefeitura agrediram o animal.
Juliana explica que ao tentar laçar a vaca, os funcionários estavam estrangulando o animal. “Depois de várias tentativas, eles conseguiram laçar e jogar a vaca no chão. Sem ar, ela ficou com língua roxa e por estar sofrendo muita dor, gemia e se debatia ao mesmo tempo em que urinava e defecava”, detalha.

Animal teria se chocado com o cercado do estacionamento (Foto: Reprodução/Infonet)

Inconformada com a situação, Juliana identificou-se como veterinária e alertou os funcionários para que atentassem aos procedimentos corretos de apreensão do animal. “Contei pra eles que o animal estava estressado e que agindo daquela maneira eles estariam maltratando o bicho. Ouvi deles a seguinte frase: Querem que eu carregue o animal nas costas é?”, conta.
De acordo com Lei 9.605/98, dos Crimes Ambientais, maus-tratos contra animais domésticos, nativos ou exóticos caracterizam crime e podem render pena de detenção de três meses a um ano e multa. Na opinião da veterinária, a Emsurb deveria capacitar os profissionais para lidar adequadamente com os animais. “São necessários equipamentos adequados e gente qualificada para fazer este tipo de serviço. O que vimos foi um exemplo claro de maus-tratos a um animal indefeso”, desabafa.
Funcionários que estavam na empresa também acompanharam toda a ação. Um deles, Rommel Peixoto, conseguiu gravar um vídeo com os instantes finais da apreensão do animal. “Infelizmente quando me aproximei, o caminhão da Emsurb já estava se retirando do local com a vaca presa. Mas apesar disso, pude identificar o veículo, a placa e os funcionários que inclusive debochavam da situação”, comenta.
Ainda de acordo com ele, durante a ação que durou cerca de 30 minutos, o animal tentou fugir pelo cercado do estacionamento. “O animal estava tão desordenado que saiu em direção à cerca sem nem perceber. Ele se chocou diversas vezes com o arame, até que finalmente foi laçado”, diz.
Em nota a Assessoria de Comunicação da Emsurb, informou que “O serviço de fiscalização de apreensão de animais é feito diariamente pela Emsurb com o intuito de manter a segurança nas vias públicas. Para a realização, a Emsurb possui o apoio de caminhão boiadeiro (próprio e adaptado para a finalidade) uma equipe técnica, dois profissionais na área de veterinária que acompanham e orientam a atividade. Na prática, o serviço exige cautela, pois os animais apreendidos são considerados de grande porte e precisam ser conduzidos com técnica e força. Além disso, a atividade requer a manutenção da integridade física de ambos (servidores e animais)”.
E sobre o caso em questão a Emsurb responde, também em nota, que “apurada a informação referente a saúde dos animais apreendidos (uma vaca e um bezerro) na tarde de ontem, que foram levados para o curral da Emsurb, estes se encontram com todos os sinais vitais sem alteração, inclusive sem ferimento. Vale ressaltar que o serviço de apreensão de animais também necessita da participação do cidadão, portanto recebemos denúncias através do 8802-1200 (24h) e 0800-284-1300 (horário comercial, pela Central de Atendimento ao Cidadão da Emsurb).”

Fonte: Infonet

Mulher que agrediu cão com pau na Bahia permanece desaparecida

Responderá criminalmente - 11 de abril de 2012 às 11:20


Flagrante da agressão foi filmado (Foto: Reprodução)

A moradora de um bairro de Salvador, que foi flagrada agredindo um cão com um cabo de vassoura, permanece desaparecida desde que ovídeo da agressão foi publicado na internet.
A ação ocorreu na última sexta-feira (6) e foi gravada por vizinhos. Nas imagens, a mulher diz que tem vontade de matar o animal porque ele teria destruído as plantas dela. Segundo os vizinhos, essa não foi a primeira vez que a mulher bateu em seus cachorros.
A agressora é suspeita de já ter agredido também crianças. Ela está grávida e mora com o marido.
Após a divulgação do vídeo, a advogada da ONG (organização não governamental) Terra Verde Viva, Ana Rita Tavares, chamou a polícia e foi até a casa da agressora.
De acordo com Ana, a entidade vai entrar com uma representação para que a mulher responda criminalmente pela ação. A ONG também quer mover uma ação civil para que ela não possa mais ter animais.

Com informações do R7

Fóssil de bebê mamute será apresentado em Hong Kong

Mamífero da Era do Gelo - 11 de abril de 2012 às 10:40

Lyuba, o fóssil de mamute mais bem preservado do mundo, será exposto em Hong Kong (Foto: AP)

O fóssil mais bem preservado de mamute será exposto em Hong Kong a partir do dia 12 de abril. O filhote de mamute morreu há 42 mil anos atrás. Um criador de renas encontrou o fóssil, que recebeu o nome de Lyuba, preservado no gelo permanente da Sibéria, em 2007.
Cientistas pretendem clonar um mamute a partir de carcaça preservada de outro fóssil. Russos e sul-coreanos assinaram um acordo em março para uma pesquisa conjunta para recriar um mamute a partir de células-tronco. A ideia é usar uma técnicade extrair os núcleos das células congeladas, trocando os núcleos de óvulos de elefantas por núcleos de células de mamutes. O embrião elefante-mamute seria inserido no útero de uma elefanta e, assim, a espécie “ressuscitaria”.
Em fevereiro, pesquisadores russos conseguiram ressucitar uma flor já extinta a partir dos tecidos congelados por mais de 30 mil anos no gelo permanente da Sibéria, reafirmando que o tecido pode ser conservado no gelo por dezenas de milhares de anos, abrindo caminho para uma possível ressurreição de mamíferos da Era do Gelo.

Fonte: IG

Guarujá (SP) inova na adoção de cães e gatos

Pela internet - 11 de abril de 2012 às 9:20

Pandora, uma cadelinha de 5 meses, já ganhou um lar no Bairro Pae Car (Foto: Reprodução/A Tribuna)

Cães e gatos disponíveis para adoção no Canil Municipal de Guarujá contam agora com uma nova ferramenta para aproximá-los um pouco mais de um possível lar. A página da Prefeitura no Facebookwww.facebook.com/prefeitura.guaruja passou a publicar diariamente fotos desses animais.
E já no primeiro dia a iniciativa alcançou o que esperava: Pandora, uma cadelinha de 5 meses, foi contemplada com um lar. Luzia Maria dos Santos Dias, moradora do Bairro Pae Cará, afirma que foi o filho, Renato, quem viu o animal na internet.
“Nós tínhamos um cachorro, mas ele escapou e não apareceu mais. Ficamos muito tristes. Mas agora que Pandora chegou, é o novo xodó da casa”.
Segundo Raffael Martins, diretor de Comunicação Digital e Mídias Sociais da Prefeitura de Guarujá, a ideia é publicar no site um animal por dia, fazendo um revezamento. Caso ele não seja adotado, entra na fila para ter a foto publicada novamente depois. “Ficamos muito felizes com o sucesso do primeiro dia. Espero que continue assim”.

Informações

O Canil fica na Rua Professora Maria Lídia Rego Lima, 301, Jardim Boa Esperança e funciona das 9 às 17 horas. Informações no telefone 3387-7197.

Fonte: A Tribuna

Orangotangos de Sumatra estão sem floresta para fugir de incêndios e explorações de óleo

Habitats devastados - 11 de abril de 2012 às 8:40

Dos 60.000 hectares de floresta de Tripa originais existiam menos de 13.000 hectares em Dezembro de 2011 (Foto: Romeo Gacad/AFP)

Os primeiros dez dias de Abril trouxeram menos fogos à floresta de Sumatra mas pouco alívio para os orangotangos que aí vivem. Estes primatas, dos mais ameaçados do planeta, estão a ficar sem floresta para fugir dos incêndios que lavram há semanas e das explorações de óleo de palma.
“Felizmente têm havido muito menos incêndios nestes primeiros dez dias de Abril” na floresta de Tripa, disse hoje ao Público Ian Singleton, director de conservação do Programa para a Conservação do Orangotango de Sumatra.
No final de Março, a organização alertou que três companhias de produção de óleo de palma estavam a atear, todos os dias, dezenas de incêndios na floresta de Tripa, em Sumatra, para preparar a terra para a exploração. “Estamos extremamente preocupados. Se o ritmo atual de destruição continuar, não haverá floresta nem orangotango de Sumatra, espécie classificada como Criticamente Ameaçada de Extinção, nem quaisquer outras espécies selvagens protegidas no final de 2012”, escreveu em comunicado a 27 de Março.
Agora, a vaga de incêndios parece estar a abrandar. “Tem chovido com regularidade e, normalmente, os incêndios que são ateados de dia extinguem-se durante a noite”, acrescentou Ian Singleton.
Além disso, o responsável acredita que as companhias de produção de óleo de palma poderão ter suspendido os fogos. “A questão da sobrevivência dos orangotangos despertou muito interesse nos media. Talvez seja por isso.” Mas o que Ian Singleton não sabe é quanto tempo isso vai durar.
Os orangotangos fogem dos incêndios se tiverem floresta onde se refugiar. Segundo imagens de satélite de 26 de Dezembro de 2011, dos 60.000 hectares de floresta de Tripa originais existiam menos de 13.000 hectares; só entre 2009 e 2011 foram completamente destruídos 5000 e estima-se que tenham morrido 100 orangotangos.
“É muito provável que muitos animais tenham morrido nos últimos seis meses, por causa da destruição da floresta, especialmente os animais que tenham ficado em árvores isoladas pelas chamas. Ainda assim, muitos terão fugido, o que está a aumentar a concentração de animais nas florestas que ainda existem. Nesses locais, a competição por alimentos é cada vez maior”, disse o responsável.
A vida destes primatas é dificultada ainda por quem está no terreno. “Alguns dos animais estão a ser abatidos ou capturados pelos funcionários das companhias.” De momento não se sabe ao certo quantos animais morreram.
A indústria do óleo de palma expandiu-se na Indonésia que é agora o país que mais produz e exporta este produto alimentar também utilizado como biodiesel.
Desde 2011 está em vigor na Indonésia uma moratória de dois anos que suspendeu todas as licenças para limpar a floresta. A decisão fez parte de um contrato com a Noruega de mil milhões de dólares (752 milhões de euros) para reduzir o dióxido de carbono emitido nos incêndios.
Mas nem sempre tem sido cumprida. A última concessão para exploração foi dada em Agosto de 2011 à empresa PT Kallista Alam, por Irwandi Yusuf, antigo governador de Aceh. Este justificou a decisão com a intenção de chamar a atenção para a negligência dada às políticas de combate às alterações climáticas. Para a organização, foi uma irresponsabilidade e levou o caso a tribunal. No início do mês, o tribunal decidiu não se pronunciar. Irwwandi Yusuf admitiu mais tarde que a decisão foi “moralmente errada”.

Fonte: Ecosfera

Polícia investiga morte de pôneis no Recife (PE)


Envenenamento - 11 de abril de 2012 às 7:30


Dois pôneis explorados pelo turfe pernambucano morreram por suposto envenenamento criminoso e três estão sob medicação, sem risco de morte, mas com elevada chance de sequela. O mistério acerca de quem manipulou o tóxico, provavelmente junto à ração, ronda a comunidade de Nova Morada, Zona Oeste do Recife, desde o último sábado. O caso deve ser levado à Delegacia da Várzea ainda nesta semana, após o laudo do veterinário.
“Os animais apresentaram taquipneia (aumento dos movimentos respiratórios), aceleração da frequência cardíaca, estado de choque e convulsão. Toda sintomatologia de envenenamento. Os dois falecidos ingeriram quantidade maior e acabaram salvando os outros três”, afirmou o veterinário José Vieira.

com informaçõe de Super Esportes

Empresário vegano americano cria “frango falso” para poupar animais das granjas

Alimentação sem animais - 11 de abril de 2012 às 6:00


Por Robson Fernando de Souza (da Redação ANDA)

Foto: divulgação

O empresário vegano americano Ethan Brown criou um produto inovador para quem tem dificuldades em se desapegar do consumo de carne: o “frango vegetal” ou “frango falso”, feito com ingredientes vegetais naturais e custando pouco menos que a carne verdadeira de frango.
O empresário trabalhou em conjunto com pesquisadores da Universidade de Missouri para se descobrir como usar a máquina extrusora para replicar a estrutura fibrosa do tecido muscular de um frango usando-se apenas matéria vegetal natural e água. Os ingredientes usados são proteína de soja em pó, proteína de ervilha, amaranto, fibra de cenoura e fibra de soja. Foi utilizado um processo de aquecimento, esfriamento e alta pressão, e o resultado final foi uma mistura única cuja textura é muito parecida com a carne de frango. Embora quase não possua gosto se comido cru, ele pode ser assado e temperado de modo a ganhar o gosto parecido com o da carne branca.
Ethan Brown intenciona substituir a carne de frangos explorados na pecuária, carne essa que geralmente contém antibióticos e cativar aqueles que ainda não se comprometeram a abrir mão da carne de suas refeições. Já fez acordo com empresas como a Whole Foods para começar a vender o “frango falso”.

Com informações do UOL

Orangotangos fêmea são abusadas sexualmente em bordéis

Indonésia - 11 de abril de 2012 às 6:00

Por Tiago Mesquita

Foto: Reprodução/Care2

Eu pensava que já tinha visto de tudo um pouco sobre a capacidade infinita do ser humano se reinventar e reinventar a sua própria estupidez, mas o fato de que vou falar ultrapassa largamente os limites da minha capacidade para tentar entender a imbecilidade que assola alguns seres vivos que os mais ousados apelidam de seres humanos. Darwin provavelmente rir-se-ia do atrevimento.
Parece que na Indonésia alguma rapaziada não fica satisfeita com o fato dos orangotangos poderem estar extintos já em 2015 devido à destruição massiva do seu habitat natural causada pelo crescimento desenfreado de plantações de óleo de palma, e muito menos com o fato disto ter causado a morte a 50,000 orangotangos em apenas duas décadas. Não, para o bicho homem isto não chega. Então o que fazer? “Ah já sei” – diz um iluminado indonésio de olho fisgado numa orangotango fêmea mais roliça e felpuda- “vamos pegar nas “macacas”, abrir um bordel e violá-las como se não houvesse amanhã até que caiam para o lado mortas de exaustão”. E assim foi. As fêmeas são capturadas, presas em casas preparadas para o efeito e abusadas sexualmente por tudo o que é taradinho da região. Uma lástima.
Eu não consigo descrever o nojo que esta gente me mete. Não consigo sequer pedir que compreendam o fato de achar que isto não é gente na verdadeira acepção da palavra, são coisas que acontecem porque dois infelizes se lembraram de praticar o coito e se esqueceram de o interromper. Mas infelizmente o nosso mundo está cada vez mais cheio desta gente e menos povoado por orangotangos.

Acesse o link da petição aqui.

Fonte: Expresso

terça-feira, 10 de abril de 2012

Americana flagra cavalo selvagem salvando outro de afogamento em rio

Lição de vida - 10 de abril de 2012 às 6:00

Cena ocorreu na Floresta Nacional do Tonto no Arizona. ‘Resgate’ foi registrado pela americana Becky Standridge.

Garanhão branco ajuda outro cavalo a atravessar rio. (Foto: Reprodução)

A americana Becky Standridge flagrou um cavalo selvagem salvando outro na travessia de um rio na Floresta Nacional do Tonto em Mesa, no estado do Arizona (EUA).

Flagrante foi feito pela americana Becky Standridge. (Foto: Reprodução)

As imagens tiradas por Becky mostram um garanhão branco puxando pelas crinas um outro cavalo que estava com dificuldades para atravessar o rio, segundo a emissora de TV “NBC”.

Fonte: G1

Tecnologia de tratamentos para humanos é adaptada para animais

Avanços - 10 de abril de 2012 às 14:20



Há dois anos, Tina, 10, a cadela chow chow de Mike Otworth, recebeu diagnóstico de linfoma. O câncer linfático, comum em cães mais velhos, pode ser tratado com quimioterapia, mas quase sempre os tumores reaparecem e os animais morrem.
Otworth, que mora na Flórida (EUA), testou uma nova opção. Ele levou Tina à Universidade Estadual da Carolina Norte, onde ela foi um dos primeiros cães a receber transplante de medula óssea.
Com equipamentos doados pela Clínica Mayo, o médico Steven Suter -que implantou a Unidade de Transplante de Medula Óssea Canina da universidade, em 2009- colheu células-tronco saudáveis no sangue de Tina e transplantou-as na medula da cadela. Depois de duas semanas de tratamento e uma conta de US$ 15 mil, Tina voltou à Flórida curada do câncer.
Cachorros mais velhos, como Tina, estão sendo beneficiados com os avanços da medicina veterinária.
Cânceres, desordens urológicas, problemas articulares e até demência canina podem agora ser diagnosticados e tratados com as novas tecnologias de imagem, drogas mais eficazes, técnicas cirúrgicas e abordagens holísticas como acupuntura.
O Centro Médico de Animais, em Nova York, criou há dois anos uma clínica para atender à crescente demanda por cirurgias pouco invasivas. No ano passado, foram implantados 630 stents.
Nova tecnologia

Patti e Dave Halberslaben, de Madison (Wisconsin), recentemente gastaram US$ 10 mil para tratar Chip, uma poodle-maltês de 12 anos, de um tumor cerebral que não podia ser operado. Boa parte do gasto foi nas três sequências de radioterapia na Universidade de Wisconsin, onde 118 cães e gatos foram tratados no ano passado com um sofisticado aparelho de radiação guiada por imagem chamado TomoTherapy.
O aparelho pode transmitir radiação de qualquer ângulo e divide cada onda em milhares de raios menores, que são dirigidos ao tumor e não atingem tecido saudável.
Os avanços não são apenas em equipamentos. A empresa farmacêutica Merial, em colaboração com o Memorial Sloan-Kettering Cancer Center, de Nova York, desenvolveu o Oncept, uma vacina baseada no DNA para melanoma oral, um câncer comum em cachorros. A droga, que foi aprovada pelo Departamento de Agricultura dos EUA, evita que o câncer se espalhe pelo pulmão após a radioterapia, um efeito colateral comum do tratamento.
No Centro Médico de Animais de Manhattan, Chick Weisse começou a administrar quimioterapia por meio das artérias diretamente nos tumores, permitindo o uso de doses até 50 vezes maiores que as usuais.
Ele agora está fazendo experiências com quimioembolização, injetando medicamentos nas artérias em pequenas cápsulas que impedem que as drogas entrem no sistema venoso e se espalhem por todo o corpo do animal.

Fonte: Folha

Juíza dá ordem para arrombar casa e retirar cachorros agredidos por tutora


Salvador/BA - 10 de abril de 2012 às 15:40

Vídeo feito por vizinha em Salvador mostra espancamento de um cão. (Foto reprodução/Portal G1) 

Os cachorros que, segundo relatos de vizinhos, sofrem maus-tratos em uma casa no bairro de Pau da Lima, em Salvador, devem ser retirados da residência no início da tarde desta terça-feira (10) mesmo que, na ausência da proprietária, seja preciso arrombar a porta do imóvel. A ordem é da juíza Maria do Carmo Caribé, da 16ª Vara Cível. Segundo a magistrada, continua valendo a liminar do juiz Agemiro de Azevedo Dutra, concedida durante o plantão judiciário no fim de semana. A nova ordem deve ser cumprida por volta das 14h desta terça-feira.
“O oficial de Justiça deveria ter cumprido a ordem de busca e apreensão e retirado os cachorros de lá, mesmo tendo que arrombar a porta. É uma questão de sensibilidade. Ele não deveria ter interpretado a liminar desse jeito, e sim, cumprido porque está implícito que se era para tirar o cachorro, tinha que entrar na casa. Aquela liminar de busca e apreensão está valendo e eu estou ordenando outro oficial de Justiça para cumpri-la”, afirmou a juíza ao G1.
Na tarde de segunda-feira (9), a determinação do juiz não foi cumprida porque a residência estava fechada e o oficial de Justiça designado para a função alegou que não estava escrito na liminar a ordem de arrombamento.
A tutora dos animais foi filmada por uma vizinha usando uma vassoura para agredir um dos cachorrosque cria em casa.
“A liminar é de busca e apreensão, não estava determinado o arrombamento, por isso o oficial de Justiça retornou. Vou pedir ao juiz uma liminar que autoriza o arrombamento da casa. Os animais continuam aí dentro “, afirmou a advogada Ana Rita Tavares, que atua em defesa dos animais na ONG Terra Verde Viva.
Segundo vizinhos, a tutora dos animais não foi mais vista desde a veiculação na imprensa do vídeo postado inicialmente no site YouTube. “Dois homens estiveram aqui ontem à noite e levaram um dos cachorros. A mulher não veio. Hoje de manhã, eu já dei ração aos cachorros, mas não posso tirá-los de lá. Sempre foi muito difícil aguentar gritos de misericórdia de um bichinho indefeso”, relata.

Agresssões

A vizinha que fez as imagens da agressão a um dos cachorros que vive na casa prefere não se identificar e diz que as agressões aos animais são constantes na residência. Ela postou o vídeo no Youtube com o título “A Bruxa dos Cachorros”.
A mulher disse ao G1 que um caso de espancamento ocasionou a morte de um cachorro. “Teve um cachorro que ela batia muito. Ele desmaiava direto e, um dia, ela passou com ele dentro de um saco plástico e deu fim. Da última vez, o marido tirou ela em cima do animal e eu pensei: ‘ a partir de hoje esse cachorro não vai mais apanhar’. Filmei, botei no Youtube e compartilhei com meus amigos no Facebook. Pedia para comentarem e compartilharem. Até que em três dias já tem mais de três mil acessos”, afirma.
No vídeo, enquanto o animal grita, a mulher diz: “Saí para lá, sai para lá, não venha para cá não! Dá vontade de chegar e matar mesmo, sem pena! (…) Matei mesmo, mandei puxar os olhos, sem pena, sem dó nem piedade.(…) E além disso vai ficar com fome o dia todo! E você vai lembrar o por que ficou com fome. Quando você ver os outros comer e você sem comer. Você vai lembrar direitinho: por que será que ela não me deu comida? E vai refletir! (…)”.
“Ela deixa os cachorros com fome para não precisar limpar. Uma vez ela criou um gato lindo, mas espancava, jogava água nele e colocava ele para fora. Mas ele sempre voltava. Até que um dia ele sumiu. Acho que morreu. Tudo que ela tem de problema desconta nos cachorros”, comenta a autora do vídeo.
A advogada Ana Rita Tavares soube da agressão no sábado (7), após receber um e-mail de uma colega. Ela registrou o caso na 10ª Delegacia de Pau da Lima. Uma audiência foi marcada para o dia 10 de abril, quando a suspeita deve ser ouvida. O G1 tenta contato com a moradora.
“Quero retirar os cachorros de lá e peço que o juiz determine que ela se abstenha de ter qualquer animal até o trânsito em julgado da ação. No pedido da ação civil, ela pode ser condenada a pagar danos morais coletivos. Toda vez que choca a sociedade, comporta danos morais coletivos. As pessoas têm que compreender que não se pode maltratar animais”, afirma Ana Rita Tavares.

Assista ao vídeo - http://www.anda.jor.br/wp-content/uploads/2012/04/cidades_10041333-300x204.jpg

Fonte: Midiacon

Movimento pede manutenção de crimes contra animais no Novo Código Penal

Carta aberta - 10 de abril de 2012 às 16:20

(Fotos: Arquivo Notícia Animal)

O Movimento Nacional de Proteção e Defesa Animal, que agrega ONGs, ativistas e simpatizantes da causa, publicou uma carta aberta repudiando a possível exclusão dos crimes ambientais do Novo Código Penal, em discussão no Congresso Nacional. O documento, que recruta assinaturas através do website www.crueldadenuncamais.com.br, reforça a apreensão dos militantes do movimento que poderão deixar de ser respaldados pela única legislação que pune as pessoas que cometem crimes contra animais silvestres e domésticos, a Lei 9.605/98.
Na redação publicada, os ativistas manifestaram suas preocupações frente a possibilidade de crimes cometidos contra animais tornarem-se meramente infrações administrativas. Eles consideram a medida um “retrocesso ao sistema de punição em vigor” e pedem a manutenção das infrações penais já definidas na Lei de Crimes Ambientais vigente. Além disso, os ativistas reforçam a necessidade do agravamento das penas em casos de maus-tratos contra a vida e a integridade de animais domésticos, domesticados, silvestres e em rota migratória.
O texto final do Novo Código Penal deverá ser entregue ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), em maio, após uma revisão dos tipos penais já alterados e também a inclusão de novas condutas criminalizadas.
Crueldade Nunca Mais

No dia 22/01/2012, mais de 200 cidades brasileiras realizaram a ação pacífica denominada “Crueldade Nunca Mais”, reivindicando penas mais severas e efetivas para as pessoas que cometerem crimes contra os animais. Atualmente, os contraventores à Lei Federal 9.605/98, que dispõe sobre crimes ambientais, estão sujeitos à penas que variam de três a seis meses de reclusão e multas. Porém, como este tipo de infração é considerado de baixo potencial ofensivo, enquadrando-se à Lei 9.099/95, são comuns propostas de transações penais mais brandas, que incluem reduções nos valores das multas aplicadas e prestação de serviços comunitários, sem que os acusados cumpram suas penas em regime fechado.
Enquanto a coletividade pleiteia maior agravamento das penas vigentes, seria no mínimo um contra-senso permitirmos que a única Lei que ampara a causa animal seja excluída. Vamos lutar para que isso não aconteça! Acesse www.crueldadenuncamais.com.br e faça parte deste protesto!

(Foto: Arquivo Notícia Animal)

Fonte: Notícia Animal

PRF apura ação em que policial mata cavalo em rodovia de Rondônia

Ato cruel - 10 de abril de 2012 às 18:00


PRF apura caso após divulgação de vídeo que mostra animal sendo abatido em RO (Foto: Reprodução) 

A Polícia Rodoviária Federal de Rondônia está apurando a ocorrência em que um policial abateu com três tiros um cavalo na altura do quilômetro 700 da BR-364, em Porto Velho, Rondônia.
O caso ocorreu no dia 3 de abril, mas só veio à tona após um vídeo postado por um anônimo repercutir na internet.
As imagens mostram o inspetor da PRF Reges Ramos realizando três disparos de espingarda contra o animal, que cai em frente ao carro da polícia.
Ao G1, o inspetor afirmou que o animal havia se envolvido em um acidente com um Fiat Uno e que estava bastante ferido, não restando outra alternativa, a não se o abate.
“O motorista disse que o cavalo invadiu a pista e veio para cima do carro. Após a colisão com o para-brisa e o capô, caiu do lado do veículo, na pista. Ele estava bastante machucado, com um corte. A coluna do carro entrou no peito do animal, entre as duas patas”, explicou Ramos.
“Quem cria um animal é para fins lucrativos e não teríamos como remover ele para fazer uma intervenção cirúrgica, aqui na região não há onde fazer isso e o custo seria alto. A alternativa mais humana era o abate. Ou trata ou abate. Eu não podia deixar amarrado em uma árvore, passando fome, sede, sofrendo”, diz o policial, que é técnico em agropecuária.
O motorista do Fiat não sofreu ferimento. O veículo apresentou danos nas laterais, capô e faróis. Ramos, que é inspetor da PRF desde 1996, diz que, em outras ocasiões, foi obrigado a abater um animal ferido após acidentes em rodovias.
Antes do abate, o inspetor avaliou os ferimentos do animal. Ele conta que removeu o cavalo da rodovia e entregou ao proprietário, para enterro.

Investigação

A comunicação social da Superintendência da PRF em Rondônia informou que o inspetor será ouvido pela corporação e o caso está sendo apurado. Segundo o órgão, o cavalo já tinha provocado um acidente e, ferido, no meio da pista, poderia provocar novas colisões com mortes, que são frequentes nas rodovias estaduais.

Fonte: G1

Mais de 20 cães são salvos de colecionadora na Flórida

Disponíveis para adoção - 10 de abril de 2012 às 6:00

Por Natalia Cesana (da Redação ANDA)

Foto: Reprodução/PETA

Uma caixa em uma laje de concreto não é lar para um cachorro. Mas 21 cães estavam sendo mantidos desta forma por uma colecionadora de animais na Flórida, EUA. Todos os cachorros estavam imundos, sem assistência veterinária regular e ainda ficavam expostos ao ar livre e sem nenhum tipo de proteção aos inumeráveis perigos enfrentados, como outros animais e pessoas cruéis.
Depois que a PETA recebeu a denúncia sobre o caso, ela pediu a funcionários da divisão do departamento animal que tentassem convencer a mulher a fazer o melhor para os cães: entregá-los. Os funcionários conversaram com a colecionadora que, como é frequente acontecer em situações como essa, afirmou que tinha cães além do que podia e ficou sobrecarregada.

Foto: Reprodução/PETA

Ela concordou em entregar os animais, que não eram ariscos e ainda estavam com a saúde relativamente boa, mesmo depois de viver em condições deploráveis. Entretanto, após uma visita ao veterinário, higienização e castração, os cães foram transferidos às sociedades humanitárias locais e colocados para adoção.
Assim como as pessoas que acumulam bens materiais, os colecionadores de animais sofrem de problemas mentais. Eles não conseguem prover os cuidados básicos aos animais, que acabam sofrendo.

Cenas que se repetem todos os dias....

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=EUGp2DK3Os8

Cachorros são retirados de imóvel em que eram maltratados na Bahia

Muito debilitados - 10 de abril de 2012 às 18:30

Um oficial de Justiça retirou, por volta das 16h desta terça-feira (10), dois cachorros que sofriam maus-tratos de uma moradora do bairro Pau da Lima, em Salvador, de acordo com as denúncias de vizinhos.

(Foto: Reprodução) 

Segundo a advogada Ana Rita Tavares, que atua em defesa dos animais na ONG Terra Verde Viva, no imóvel foram encontrados dois cachorros sem raça. Um terceiro animal da raça poodle foi retirado do local pelo marido da suspeita na tarde de segunda-feira (9), informou a advogada.
A suspeita de agredir os animais não estava em casa no momento do cumprimento do mandado de busca e apreensão e, por isso, o oficial de Justiça precisou arrombar três cadeados para ter acesso ao imóvel. A ordem é da juíza Maria do Carmo Caribé, da 16ª Vara Cível, com base na concessão da liminar pelo juiz Agemiro de Azevedo Dutra, durante o plantão judiciário no fim de semana.
Até segunda ordem, os animais estão sob posse da ONG Terra Verde Viva, que deu entrada no pedido junto à Justiça, através da advogada Ana Rita Tavares. Ela conta que os cachorros devem ser levados para uma clínica veterinária no bairro de Itapuã. A advogada relatou que os animais estavam bastante debilitados e um deles está aparentemente com uma doença que provoca carrapatos.
“O oficial de Justiça deveria ter cumprido a ordem de busca e apreensão e retirado os cachorros de lá, mesmo tendo que arrombar a porta. É uma questão de sensibilidade. Ele não deveria ter interpretado a liminar desse jeito, e sim cumprido porque está implícito que se era para tirar o cachorro, tinha que entrar na casa. Aquela liminar de busca e apreensão está valendo e eu estou ordenando outro oficial de Justiça para cumpri-la”, afirmou a juíza Maria do 
Carmo Caribé ao G1.
Na tarde de segunda-feira (9), a determinação do juiz não foi cumprida porque a residência estava fechada e o oficial de Justiça designado para a função alegou que não estava escrito na liminar a ordem de arrombamento.

Entenda o caso

A tutora dos animais foi filmada por uma vizinha usando uma vassoura para agredir um dos cachorros que cria em casa. Segundo vizinhos, a tutora dos animais não foi mais vista desde a veiculação na imprensa do vídeo postado inicialmente no site You Tube. “Dois homens estiveram aqui ontem [segunda-feira] à noite e levaram um dos cachorros. A mulher não veio. Hoje de manhã, eu já dei ração aos cachorros, mas não posso tirá-los de lá. Sempre foi muito difícil aguentar gritos de misericórdia de um bichinho indefeso”, relata um dos vizinhos.
A vizinha que fez as imagens da agressão a um dos cachorros que vive na casa prefere não se identificar e diz que as agressões aos animais são constantes na residência. Ela postou o vídeo no You Tube com o título “A Bruxa dos Cachorros”.
A mulher disse ao G1 que um caso de espancamento ocasionou a morte de um cachorro. “Teve um cachorro que ela batia muito. Ele desmaiava direto e, um dia, ela passou com ele dentro de um saco plástico e deu fim. Da última vez, o marido tirou ela em cima do animal e eu pensei: ‘ a partir de hoje esse cachorro não vai mais apanhar’. Filmei, botei no Youtube e compartilhei com meus amigos no Facebook. Pedia para comentarem e compartilharem. Até que em três dias já tem mais de três mil acessos”, afirma.
No vídeo, enquanto o animal grita, a mulher diz: “Saí para lá, sai para lá, não venha para cá não! Dá vontade de chegar e matar mesmo, sem pena! (…) Matei mesmo, mandei puxar os olhos, sem pena, sem dó nem piedade.(…) E além disso vai ficar com fome o dia todo! E você vai lembrar o por que ficou com fome. Quando você ver os outros comer e você sem comer. Você vai lembrar direitinho: por que será que ela não me deu comida? E vai refletir! (…)”.
“Ela deixa os cachorros com fome para não precisar limpar. Uma vez ela criou um gato lindo, mas espancava, jogava água nele e colocava ele para fora. Mas ele sempre voltava. Até que um dia ele sumiu. Acho que morreu. Tudo que ela tem de problema desconta nos cachorros”, comenta a autora do vídeo.
A advogada Ana Rita Tavares soube da agressão no sábado (7), após receber um e-mail de uma colega. Ela registrou o caso na 10ª Delegacia de Pau da Lima. Uma audiência foi marcada para o dia 10 de abril, quando a suspeita deve ser ouvida.

Assista ao vídeo aqui.

Fonte: G1