segunda-feira, 16 de abril de 2012

Imagens mostram fuga de animais de zoo interditado em Limeira (SP)

Vítimas do confinamento - 16 de abril de 2012 às 18:00

Foto: Reprodução/G1

Um vídeo feito por ativistas há três semanas durante uma madrugada mostra a fuga de animais doZoológico Municipal de Limeira (SP). O local foi fechado para a visitação há dois anos, mas os animais são mantidos em condições precárias.
No dia 1º de abril, o G1 noticiou que o novo zoo, em fase de acabamento, não passou pela vistoria da Secretaria Estadual de Meio Ambiente, que expede alvará para este tipo de parque e, por isso os animais são mantidos no local considerado pela própria Prefeitura como “inadequado”.
Na visita noturna dos ambientalistas, eles flagram jaulas destrancadas, cadeados abertos, sinais de vandalismo e muita sujeira dentro e fora dos ambientes dos animais. Um trecho do vídeo mostra um macaco fugindo do local reservado para ele no zoo. Ele sobe ao telhado, onde fica comendo uma fruta.
Depois da divulgação do vídeo na internet, a prefeitura fez algumas melhorias no zoológico, como a pintura de algumas áreas. Também garantiu que as jaulas são trancadas com cadeado e os animais bem alimentados.
Para o biólogo Matheus Felício, entretanto, estas alterações não são suficientes. “A condição, a realidade dos animais continua a mesma. Eles vão estar em jaulas inabitáveis, sem atividade para desestressar e sem sol. Então, doenças pulmonares acabam aparecendo”, disse.
Com informações do G1

Nota da Redação ANDA: Zoológicos não são ambientes saudáveis, pelo contrário: são verdadeiras prisões que condenam os animais a uma vida artificial, limitada às fronteiras curtas de jaulas e grades, distante da natureza à qual pertencem. Uma nova visão, biocêntrica e lúcida, precisa ser estimulada nas crianças desde cedo, para que se tornem adultos compassivos, não máquinas que reproduzem imbecilidades propagadas aos montes. É preciso reaprender a sentir e a pensar o mundo, de forma a não levar adiante culturas retrógradas, cruéis, injustas, especistas e absolutamente impeditivas da paz. Qual humano gostaria de viver dentro de uma jaula? Animais são seres sencientes, sofrem e sentem dor, possuem o direito à vida e à liberdade – tanto quanto nós humanos. Confiná-los é cruel, é um ato contra a vida.

Nota Elaine Menezes: Faço minhas as palavras da Redação ANDA. Os animais não foram criados para viverem em zoológicos e cativeiros. Os animais nasceram para viver em seus habitats naturais, de maneira natural, e com dignidade. Sou totalmente contra os Zoológicos!

Aumenta em 15,3% denúncias anônimas sobre a crueldade contra animais

Denúncias - 16 de abril de 2012

FOTO: REPRODUÇÃO INTERNET 

De acordo com o Instituto São Paulo Contra a Violência, o número de ligações relatando este tipo de crime aumentou em 15,3%, no mês de fevereiro, o que somou 15.327 (2012) frente aos 12.978 casos registrados, no mesmo período de 2011.
A crueldade contra animais se mantém entre as cinco denúncias mais registradas no Disque Denúncia 181, pelo quarto ano consecutivo – atrás apenas de tráfico de entorpecentes e veículos abandonados.
Nos últimos quatro meses, o 181 registrou mais de 12 denúncias por dia de maus tratos contra animais. “É uma conquista da própria sociedade, que não tolera esse crime”, afirma o gerente de projetos do Instituto São Paulo Contra a Violência, Mário Vendrell.

DISQUE DENÚNCIA 181

Funciona durante 24 horas por dia, sete dias por semana. Os terminais de atendimento não possuem identificadores de chamada, o que garante o anonimato e o sigilo das denúncias.
Fonte: Instituto São Paulo Contra a Violência

União Zoófila recusa 500 quilos de ração doados por amantes das touradas

Portugal - 16 de abril de 2012 às 16:40

Diogo Gomes (esq.) e José Potier, da direcção da Prótoiro (Foto: João Miguel Rodrigues)

A Federação Portuguesa de Entidades Taurinas, representada por dois membros, deslocou-se esta tarde de sábado (14), à União Zoófila para fazer uma doação de quinhentos quilos de ração, que esta rejeitou.
Segundo a voluntária e membro da direcção da União Zoófila, Margarida Saldanha, a recusa “é uma questão de coerência”.
“Se não primarmos pela diferença, então não estamos fazendo nada aqui. Não aceitamos porque vem de onde vem”, afirmou.
Para o membro do Conselho Executivo Prótoiro, Diogo Costa Gomes, este é mais um exemplo de que em Portugal a causa animal “é um negócio”.
“A União Zoófila só tinha de aceitar e dizer que apesar de ter aceitado não concordam com as touradas. Os animais não fazem este tipo de distinção”, afirmou.
A ação dos responsáveis da Prótoiro aconteceu ao mesmo tempo em que decorria um protesto, entre o Campo Pequeno e o Parlamento, dos defensores do bem-estar animal. “No mesmo dia em que está a acontecer uma importante manifestação pelos direitos dos animais, aparecem estes senhores que são a favor das touradas. Foi um acto de má fé”, afirmou Margarida Saldanha.
Segundo Diogo Costa Gomes, a doação de 500 quilos de ração é também uma forma de protesto.
Para o presidente da Federação Portuguesa de Entidades Taurinas, José Reis, ” a iniciativa tinha como intenção responder ao apelo da União Zoófila para a doação de ração. Era nossa intenção poder contribuir regularmente”. Acrescentou ainda que já não é a primeira vez que a UZ rejeita o contributo dos aficcionados das touradas, rejeitanto que esta seja uma provocação. “Não é uma provocação. Há uma preocupação genuína, os aficcionados também são amigos dos animais, inclusive alguns deles são sócios da União Zoófila”, afirmou.
A União Zoófila acolhe cerca de duzentos gatos e quinhentos cães.

Fonte: Correio da Manhã

Colônia de jaguares em risco de extinção é descoberta no México

Espécie ameaçada - 16 de abril de 2012 às 17:20

Foto: Reprodução/Herald Tribune

Nos arredores da lagoa de Terminos (Campeche), no sudeste do México, ainda é possível encontrar jaguares, um dos animais mais venerados pelas culturas pré-hispânicas, que atualmente corre risco de extinção. Este descobrimento aconteceu enquanto era feito um estudo para saber se nos estados de Tabasco e Campeche os moradores do campo guardavam presas e peles de jaguares sacrificados nos últimos anos.
Atualmente já existe um trabalho para determinar quantos espécimes de jaguar há entre os limites destes estados do sudeste mexicano. A maior população de jaguares está nos municípios de Champotón, Sabancuy e Palizada, cidades rodeadas pela lagoa de Terminos, que desemboca no mar do Caribe nas proximidades da ilha de Ciudad del Carmen. Graças à Wildlife Conservation Society, um organismo internacional, à Comissão Nacional de Áreas Naturais Protegidas (CONANP) e à Universidade Juárez Autônoma de Tabasco (UJAT), nos últimos dois anos foram feitos registros fotográficos não apenas de jaguares, mas de jaguatiricas e veados em algumas comunidades rurais de Palizada, em Campeche.
Em uma área geográfica que cobre 2,2 mil hectares, o pesquisador da UJAT Mircea Gabriel Hidalgo e outros estudantes descobriram que a população de jaguares está se reproduzindo apesar do perigo de extinção. “Primeiro buscávamos animais mortos ou que tivessem sido mortos nos últimos 10 anos. Achávamos que nos mostrariam a pele, os crânios dos felinos, mas encontramos jaguares vivos”, disse Hidalgo.
Inicialmente, a ideia era buscar “as pegadas” dos felinos. Hoje, o objetivo é poder realizar o censo dos jaguares que habitam entre os limites de Campeche e Tabasco. “O que acontece na lagoa de Terminos, uma região de umidade muito grande, é de vital importância para estudarmos o ecossistema”, acrescentou o também doutor em Ecologia e Recursos Naturais do Instituto de Ecologia de Xalapa (Veracruz). Para o biólogo, a importância de usar câmeras infravermelhas nos arredores da lagoa de Terminos foi fundamental para encontrar espécies vivas de jaguares em Champotón, Palizada e Sabancuy. Embora a maior parte das fotos tenha sido tirada em Palizada, o jaguar se deslocou para regiões de Tabasco como Jonuta e Pântanos de Centla.
A descoberta foi possível graças ao apoio do escritório de Proteção da Flora e Fauna de Campeche e dos moradores da região que colaboraram com os pesquisadores. “Palizada é um município bastante inexplorado, uma região bem conservada. Muitos jaguares, em algumas ocasiões, se deslocam a Jonuta (Tabasco) para comer o gado da região. Os jaguares ocupam áreas muito grandes e não pensávamos encontrar tantos”, disse Hidalgo. Uma câmera instalada entre as árvores da área selvática de Palizada custa 1.200 pesos (US$ 93,4); em toda a área foram colocadas 60, para obter mais registros. As pilhas destas câmeras duram 90 dias e neste período foram captadas outras imagens que comprovam a existência do jaguar e de outras espécies que já achavam que não viviam aqui.
“Encontramos um caititu. Achamos que vivia em Calakmul ou na floresta Lacandona, mas agora sabemos que há em Palizada”, acrescentou Hidalgo. Para o pesquisador, a descoberta de animais selvagens entre os limites de Campeche e Tabasco acontece porque as comunidades assentadas ali “são pequenas e isoladas” e o jaguar pode habitar sem ser perseguido pelos caçadores. Ainda não se sabe quantos jaguares há neste lugar, mas já foram fotografados os primeiros seis: “sabemos pelos padrões de manchas, mas há mais jaguares”, explicou. Em breve, disse, será feito um programa para a conservação destes animais. “A segunda parte (do projeto) está associada à conservação da espécie, por isso que estão tentando ampliar a área protegida em lagoa de Terminos”, contou.

Fonte: Terra

Animais têm cemitérios exclusivos no interior de São Paulo

Luto e homenagem - 16 de abril de 2012 às 18:00

Por Alan Schneider, Lynne Aranha e Megui Donadoni

Cidades como Botucatu oferecem local específico para enterrar o animal. (Foto: Divulgação)

Quem tem um animal dentro de casa normalmente cuida com carinho e ele, inclusive, entra para o álbum da família. Muitas vezes são anos de convivência. E como qualquer ser vivo, uma hora também morre. Daí vem a pergunta: o que fazer com o animal? Em algumas cidades, como Botucatu (SP) e Sorocaba, por exemplo, existem cemitérios exclusivos para enterrar cachorros, gatos e até aves.
O ritual de despedida é semelhante ao de um ser humano, com velório, orações e túmulos. Mas em outras situações, como em Bauru, São José do Rio Preto e Itapetininga, não há locais apropriados. Em alguns casos, as pessoas colocam os animais em sacos de lixo, abrem um buraco em terreno baldio para enterrá-los ou eles são depositados em aterros sanitários.

Lugar para flores e lembranças

Os animaizinhos são a cara do tutor. Eles adquirem a personalidade de quem os alimenta e dá conforto. No entanto, sempre estão prontos para brincar e receber uma coçada na cabeça. Quando se vão, a dor é sentida pelos “pais”. Foi pensando nisso, que um empresário de Botucatu fundou o cemitério para animais. Tudo começou em 1992 com a morte do ‘King’, Cocker de Clóvis Bettus. Na época, sem opção para dar um final digno para seu fiel amigo, a sobrinha deu a ideia.

No local tem lápides de vários tipos das simples às mais detalhadas. (Foto: Divulgação) 

Após conversar com minha sobrinha, que na época morava em Londres, ela me deu a ideia. Recebi algumas fotos de locais na França, Inglaterra e Alemanha, e comecei a aprimorar a sugestão de abrir o cemitério por aqui”, contou.
Em 2001, o local foi aberto. ‘King’ foi o primeiro a ser enterrado. De lá para cá, além de confortar as pessoas, o negócio passou a ser o “ganha pão” de Bettus. “Até mudei para o cemitério. Construí minha casa para facilitar o meu trabalho”, contou o empresário. A regulamentação do cemitério foi conquistada em 2003.
Atualmente são quase 3 mil animais enterrados. “Tem gato, cachorro e até papagaio. Cada sepultamento custa R$240, mais R$ 125 de taxa anual de manutenção. A partir do segundo enterro da mesma família, o valor cai para R$125”, explicou. Mas a maior perda do empresário foi justamente a morte da sobrinha. Para homenageá-la, o velório “Fiéis Amigos” passou a se chamar “Valéria Cristina”.
Hoje, após os 11 anos de funcionamento atendendo Botucatu e região, o cemitério se tornou referência na região. Os serviços incluem translado do animal, velório, sepultamento com placa de nascimento e óbito, nome e registro de sepultamento e, após três anos, é removido e arquivado no ossário com o número da gaveta registrado em livro e no computador. “Fazemos o ritual completo. Nossa intenção é manter um local para as pessoas sempre lembrarem dos animais que também fizeram parte de nossas vidas”, comentou.
Em Sorocaba também há um cemitério particular destinado aos animais. O ‘Caminho do Céu’ é reconhecido em toda a região. O local também conta com um site, onde o tutor do animal pode pedir ou fazer orações pelos animais. O cemitério também realiza a prática de adoção de animais. No local também é possível fazer um tipo ‘classificado’ com os animais, como venda, compra, pedido de ajuda.
Inaugurado em 2007, um dos objetivos do cemitérios é oferecer um local digno e adequado para o sepultamento dos corpos dos animais de pequeno porte, de forma que as recordações e futuras homenagens sejam possíveis sem que o ecossistema seja prejudicado.
Nesse cemitério os animais podem ser enterrados em jazigos individuais ou em um coletivo. No sistema individual, o sepultamento pode ser acompanhado pelo tutor. Além disso, sobre o jazigo é permitido a colocação de uma lápide padronizada de identificação.Já no sistema coletivo, retirada do corpo do animal do local do falecimento e o transporte até o cemitério são gratuitos, desde que o local da retirada esteja situado dentro da área urbana da cidade.
Na contramão

Já na maioria das cidades não há locais apropriados. Em Bauru, a prefeitura envia os corpos dos animais para o aterro sanitário. A lei municipal 4.286, de 16 de março de 1998, diz que em caso de falecimento de algum animal, cabe ao tutor dar a destinação adequada ao cadáver ou encaminhá-lo ao serviço municipal competente. Os restos mortais dos animais são levadas ao aterro sanitário conforme determina a resolução RDC nº 306, de 7 de dezembro de 2004.
A prefeitura também informou que a coleta domiciliar não recolhe animais mortos, mesmo que embalados. Também não aconselha que as pessoas enterrem os corpos em qualquer local por causa de riscos à saúde pública e ao meio ambiente. Mas por falta de divulgação, muitas pessoas escolhem terrenos baldios para colocar os animais mortos. Foi o que fez a bibliotecária Maria Valéria Bertachini Nascimento. Depois que o vira-lata dela morreu no sábado de carnaval deste ano, Valéria decidiu colocá-lo em um terreno. “Não tinha a informação do que fazer com ele. Como em Bauru não há local adequado, resolvi abrir um buraco bem fundo em um terreno baldio”, contou.

Quando Tobby (à direita na foto) morreu Maria Valéria não sabia onde enterrá-lo. (Foto: Arquivo Pessoal)

“Toby” teve leishmaniose uma semana antes de morrer. “Ele começou a passar mal, não se alimentava e brincava pouco. Não aguentou. Agora ficou o irmãozinho dele, o Ully”, disse.
Segundo a médica veterinária do Controle de Zoonoses de Itapetininga, Adriana Araújo Simões, o tutor é responsável pelo cadáver do animal. “Quando ele morrer, o dono pode entrar em contato com as clínicas veterinárias conveniadas com cemitérios de animais, ou até mesmo enterrar no quintal”, admitiu.
A médica veterinária destacou que antes de enterrar os animais é preciso colocá-los em um saco plástico. “Já quando os animais morrerem por apresentarem doenças infectocontagiosas ou suspeita de raiva, o dono pode encaminhar para o setor de Controle de Zoonoses, que eles farão uma análise e darão a destinação correta para o cadáver do animal”.
Em outras situações, por falta de local também, as pessoas enterram os animais no quintal da própria casa. Em Itapetininga, José Roberto Rocha já preparou o túmulo no fundo de casa. Dono de Nina, de 16 anos e Radija, de 7 anos, o aposentado quer um cantinho bem perto para poder lembrar das duas cadelas. “Tenho um carinho e enorme pelas minhas. Não acho correto enterrar em qualquer lugar”, afirmou.

Roberto com as cachorrinhas que ele ama. (Foto: Lynne Aranha/ G1)

Quem também é defensora dos animais é a estudante Denise Fukuhara, que atualmente mora em São José do Rio Preto. Ela teve a mesma dificuldade com seus animais na infância. No caso dela, dois hamsters. “No começo eu acreditava que eram duas fêmeas. Mas depois minha família descobriu que um deles era macho e aí eles começaram a se proliferar. Nasceram uns cinco, seis filhotes, mas debilitados. Um tinha defeito na perninha e era deixado de lado. Este foi o primeiro que morreu, mas num curto período, os outros também foram morrendo”, relatou. Ela também enterrou os roedores no quintal de casa. De vez enquanto, passa pelo local para relembrar os bons tempos.
Os animais não falam, mas ficam tristes e doentes. Seja como for, a melhor coisa é aproveitar a companhia enquanto vivos. Afinal, o melhor amigo do homem pode ser um cachorro, gato, coelho, papagaio, hamsters ou qualquer animal. O importante é respeitá-lo até na hora da morte.

Urnas

Em Bauru, José Lemes é um marceneiro que expandiu os negócios. Além de fazer móveis tradicionais, ele incluiu outro item para oferecer aos clientes. “Em 2008 inicie uma pesquisa sobre o mercado de urnas e sobre cemitério de animais. No ano seguinte comecei a fabricação das urnas para animais de pequeno porte”, comentou. As urnas custam de R$ 200 a R$ 300. “Vendo para algumas cidades e também para o Rio de Janeiro”.

Fonte: G1

Marcha em defesa dos direitos animais pede uma nova lei e o fim da crueldade

Lisboa/Portugal - 16 de abril de 2012 às 6:00

Os manifestantes gritaram palavras de ordem como: “Eu não pago nem pagaria nenhum dinheiro para a tauromaquia”. (Foto de Ricardo Moreira)

Cerca de 3 mil pessoas manifestaram-se este sábado entre o Campo Pequeno e o Palácio de S. Bento, em Lisboa, em defesa dos direitos dos animais. A marcha, organizada pela Associação Animal, juntou todas as associações e coletivos que se mobilizam por causas como o vegetarianismo, a defesa dos cães e gatos dos canis, a luta contra as touradas, e muitas outras.
Os manifestantes gritaram palavras de ordem como: “Eu não pago nem pagaria nenhum dinheiro para a tauromaquia” e empunhavam faixas a pedir “Mais esterilização, menos eutanásia”, “Parem de fazer testes com animais”.
Em frente da sede do PS, no largo do Rato, os manifestantes gritaram: “Façam mais pelos animais!” e quando passaram diante da sede do Bloco de Esquerda foram aplaudidos pelas pessoas que lá se encontravam.
O Bloco de Esquerda esteve presente, com uma faixa que dizia: “O sofrimento animal para o Estado é legal”.
A marcha pela defesa dos direitos dos animais é realizada habitualmente nesta época.
“Fazemos esta marcha anual desde 1999, embora tenha sido interrompida nos últimos dois anos, para chamar a atenção para a importância do bem-estar animal. A partir de hoje queremos iniciar uma nova era em Portugal”, disse a presidente da associação Animal.
Rita Silva defendeu que as leis de proteção dos animais em Portugal constituem uma manta de retalhos por serem tão dispersas: “Precisamos de uma lei justa e eficaz, que ajude os animais. Lidamos todos os dias com casos de crueldade e abandono de animais. Este clima de impunidade tem de acabar de uma vez por todas”, defendeu.
Fonte: Esquerda.net

A estupidez da nobreza

Comentário - 16 de abril de 2012 às 18:40

Por Sílvia Lakatos (em colaboração para a ANDA)


Vez por outra, nos deparamos com alguma imagem chocante, de agressão à vida animal, protagonizada por expoentes das principais casas reais europeias. A mais recente mostra o rei Juan Carlos, da Espanha, posando todo sorridente ao lado de um elefante abatido. Com seu ar triunfante, ele distribui algumas bofetadas: ao povo espanhol, que está atravessando um momento difícil, de enorme recessão, enquanto seu monarca se diverte em outro continente, como se fosse a coisa mais normal do mundo “dar um perdido” enquanto o país vai à bancarrota; à WWF, entidade conservacionista da qual é presidente honorário; e, claro, a todas as pessoas decentes e sensíveis, que sequer imaginavam que tal “esporte” fizesse parte da agenda de um homem aparentemente sério e ponderado.
Mas Juan Carlos não é o único nobre que se diverte tirando vidas. Há cerca de uma década, causou indignação uma foto do Príncipe William (hoje Duque de Cambridge), e de sua então namorada Kate Middleton: ambos sorriam, ao lado de um filhote de cervo que haviam acabado de abater.
E William teve a quem puxar. O Príncipe Philip, marido de Elizabeth II e avô dos princípes William e Harry, é notório caçador. Não há tripulante da Arca de Noé que o distinto senhor já não tenha alvejado, picado e sangrado. Ele se orgulha disso e fez questão de transmitir sua “arte” aos netinhos…
E o que dizer da própria Elizabeth II? Em 2000, as câmeras de um tabloide inglês registraram o momento em que um dos cães da rainha aproximou-se dela, levando entre os dentes um faisão ferido por bala. Elizabeth então se abaixou, apanhou a ave e torceu-lhe o pescoço com as próprias mãos. A repercussão foi péssima! Na sequência da reportagem, a popularidade da família real despencou e permaneceu em baixa por um bom tempo, obrigando o Palácio de Buckingham a emitir um comunicado no qual explicava que o ato tivera uma finalidade humanitária: abreviar o sofrimento do bicho agonizante.
Acredite quem quiser, não é mesmo?
O fato, porém, é que a caça faz parte da cultura dessa gente desde os tempos em que só os nobres dispunham do direito de caçar em suas vastas propriedades. Mas não é razoável que barbaridades sejam legitimadas porque são “parte da cultura” – seja extirpar clitóris de meninas, assassinar bebês deficientes ou caçar, os “costumes” que não passam de autênticos horrores devem ser abandonados. Simples assim.
Mas, congelados no tempo, talvez enfastiados por não fazerem nada além de “reinar” – e no caso de um Príncipe Philip, nem isso, uma vez que o trono pertence à sua esposa –, esses indivíduos se divertem em matar. Talvez este seja o momento em que chegam mais perto da vida “verdadeira”: quando o sangue jorra, o brilho da vida se esvai dos olhos da presa, e o inútil “nobre” se sente um pouco deus… Um deus da destruição, claro, mas ainda assim poderoso e onipotente perante sua vítima.
A nós, pobres mortais, restam poucas opções: espernear, protestar e, é claro, fazer parte de todas as correntes internacionais que surgirem com o propósito de repudiar tais comportamentos. Não é fácil mudar o status quo, mas é melhor unir a nossa voz à “gritaria geral” do que simplesmente nos conformar. Isso, nunca! Os animais não podem se defender, e por isso dependem das pessoas que aceitam assumir a difícil tarefa de falar por eles.

Chineses divertem-se arremessando animais para serem devorados por leões

Barbárie sem punição - 16 de abril de 2012 às 6:00

Por Danny Penman
Revisão por Natalia Cesana (da Redação ANDA)

Foto: Reprodução/Daily Mail

Crianças sorriam à medida que davam tapinhas na cabeça do cabritinho e faziam cócegas por trás das orelhas. Alguns mais animado tentavam subir nas costas do animal, mas logo eram derrubados com uma rápida chacoalhada.
A cena poderia retratar uma ida de qualquer família ao zoológico, de qualquer parte do mundo, a não ser pelo fato que aconteceria em seguida.
Um homem içou um cabrito e, com sangue frio, o atirou sobre o muro em direção à cova cheia de leões famintos. O pobre cabrito tentou correr para salvar sua vida, mas não teve qualquer chance. Os leões rapidamente cercaram-no e começaram a rasgar sua carne.
“Uus” e “Aas” podiam ser ouvidos à medida que as crianças observavam o cabrito ser dilacerado membro por membro. Algumas começaram a aplaudir silenciosamente com um olhar de espanto.
As cenas testemunhadas no Badaltearing Safari Park, na China, estão rapidamente se tornando normais para muitas famílias chinesas.

Foto: Reprodução/Daily Mail

Enormes multidões agora se aglomeram nos zoológicos de todo o país para observar animais sendo despedaçados por leões e tigres.
A apenas uma hora de viagem das principais atrações olímpicas de Beijing, Badaling é em muitas formas um típico zoológico Chinês.
Próximo à principal arena de massacre fica o restaurante. Lá as famílias podem comer um cachorro que foi cozido lentamente enquanto observam vacas e cabritos sendo estraçalhados por leões.
O zoológico também encoraja os visitantes a “pescar” leões usando galinhas vivas como isca. Por somente 2 libras, os visitantes amarram galinhas aterrorizadas em varas de bambu e balançam-nas em frente aos leões, da mesma forma que o dono de um gato poderia importunar seu animal com um brinquedo.
Durante uma visita, uma mulher conseguiu provocar os “grandes gatos” com uma galinha, petrificada, por cinco minutos até que um leão conseguisse agarrar a ave com a mandíbula.
A multidão aplaudia enquanto a ave batia suas asas pateticamente na tentativa fútil de fugir. O leão finalmente apertou a criatura aterrorizada até a morte.
Os turistas eram então reunidos em ônibus e conduzidos até a área gradeada dos leões para observar outro espetáculo tão cruel quanto esse. Os ônibus têm rampas especialmente planejadas para empurrar galinhas vivas e observá-las sendo despedaçadas.

Foto: Reprodução/Daily Mail

Novamente, crianças são encorajadas a participar do massacre.
“É quase uma forma de abuso infantil”, afirma Carol McKenna do grupo de defesa do bem-estar animal OneVoice. “A crueldade dos zoológicos chineses é nojenta. Pense no impacto das crianças observando isso. Que tipo de futuro há para a China se suas crianças pensam que esse tipo de crueldade é normal?
“Na China, se você ama animais, você quer se matar todo dia de desespero.”
Mas a crueldade de Badaling não se limita a animais despedaçados. Para aqueles que ainda têm estômago, o zoológico oferece numerosos animais traumatizados para nos maravilharmos.
Dois ursos tibetanos em perigo de extinção e com argolas de ferro enferrujadas no nariz estão acorrentadoa em gaiolas tão pequenas que não conseguem sequer se virar.
Um deles ficou claramente louco e gasta a maior parte de seu tempo balançando sua cabeça e dando pancadas nas grades de sua prisão.
Há outras tantas criaturas, incluindo tigres, que também parecem ter ficado loucas por causa do cativeiro. Previsivelmente, elas são mantidas em condições limitantes e desprezíveis.
“Zoológicos como esse me dão vontade de boicotar tudo que seja chinês”, declara Emma Milne, estrela de Vets In Practice da BBC.
“Eu gostaria de picar tudo em minha casa que seja feito na China. Eu tenho grandes problemas com sua cultura. Se você curte observar um animal morrer, isso então é um reflexo nojento e triste sobre você. Talvez não devêssemos ficar surpresos com esse comportamento com os animais, já que o valor da vida humana é tão baixo na China.”
Ao Leste de Badaling fica o igualmente horrível Qingdao Zoo. Ali, visitantes podem participar da mais recente mania de molestar tartarugas.
Em suma, famílias chinesas agora se reúnem em zoológicos para atirar moedas em tartarugas. É simples, você bate na cabeça de uma tartaruga com uma moeda e faz um desejo, o pedido vai virar realidade. É o equivalente chinês ao poço de desejos.
Para alimentar essa mania, tartarugas são mantidas em condições bárbaras no interior de pequenas salas vazias.
Quando turistas sorridentes começam a atirar moedas nelas, elas tentam desesperadamente se proteger entrando em suas cascas.
Mas os funcionários dos zoológicos chineses descobriram uma forma de contornar isso: eles enrolam fitas elásticas em volta do pescoço das tartarugas para que elas não possam retrair a cabeça.
“As tartarugas não são rápidas o suficiente e não conseguem escapar”, diz Carol McKenna. “É monstruoso que as pessoas atirem moedas nas tartarugas, mas amarrar suas cabeças com elásticos de modo que elas não possam se esconder é ainda mais nojento.”
“Como as tartarugas não podem gritar, as pessoas supõem que elas não sofrem. Mas sofrem. Eu não consigo suportar a sensação do deve significar viver em uma pequena cela e ter pessoas atirando moedas em você durante todo o dia.”
Ainda pior é a loja de animais de Xiongsen Bear e Tiger Mountain Village, perto de Guilin, no sudeste da China.
Ali, vacas vivas alimentam tigres para diversão de multidões. Durante uma visita recente, observei horrorizado um bezerrinho que foi caçado e capturado. Seus gritos enchiam o ar enquanto esforçava-se para escapar.
Um tigre selvagem mataria sua presa em segundos, mas o instinto natural de predador dessas bestas foi embotado por anos vivendo em pequenas gaiolas.
O tigre tentava matar rasgando e mordendo o corpo da vaca em um frenesi aparentemente patético, pois ele simplesmente não sabia como fazer.
Finalmente, os funcionários estragaram o desafio e abateram eles mesmos a vaca, para decepção da multidão.
Embora a exibição da matança seja indubitavelmente deprimente, a “parada animal” é igualmente preocupante.
Julgando pelo resto da operação, os métodos de treinamento não vistos são improvavelmente humanos, mas o que os visitantes veem é ruim o suficiente.
Tigres, ursos e macacos apresentam-se em um “entretenimento” degradante. Ursos vestem vestidos, equilibram-se em bolas e não apenas dirigem bicicletas, como montam em cavalos.
Um urso dirige uma bicicleta do alto de um arame, acima de uma parada de tigres, e macacos e ursos tocam trompetes.
Espantosamente, o zoológico também vende carne de tigre, algo amplamente consumido na China. Já o vinho feito dos ossos esmagados dos animais é uma bebida popular.
Embora seja ilegal, o zoológico é inteiramente livre em suas atividades. Na realidade, ele ostenta ter 140 tigres mortos em freezers prontos para o consumo.
No restaurante, os visitantes podem comer tiras de tigre cozidas em óleo a alta temperatura com gengibre e vegetais chineses. O menu também traz sopa de carne de tigre e um picante curry feito com tiras da carne amaciada.

Foto: Reprodução/Daily Mail

E se isso tudo não basta, você pode comer ainda bifes de leão, pata de urso, crocodilo e várias diferentes espécies de cobra.
Visitantes “perspicazes” podem deglutir tudo com um copo ou dois de vinho de ótima qualidade feito dos ossos de tigres siberianos.
O vinho é feito dos tigres criados na área. O restaurante é o predileto dos oficiais do Partido Comunista Chinês que frequentemente se deslocam de Beijing no fim de semana.
Os zoológicos da China afirmam ser centros para a educação e conservação. Sem eles, dizem, espécies seriam extintas.
Isso é claramente uma tapeação e alguns poderiam até chamar de simples mentira. Muitos são nada mais que espetáculos sensacionalistas da Idade Média e alguns não são diferentes dos torneios sangrentos da Roma Antiga.
“É cômico afirmar que esses zoológicos são educativos”, declara Emma Milne. “Como você pode aprender algo a respeito de animais selvagens observando-os andar pra lá e pra cá dentro de uma jaula? Você poderia aprender muito mais através de um documentário de David Attenborough.”
Apesar das lastimáveis condições dos zoológicos na China, há alguma esperança.
Ter animais domésticos está virando moda na China e a esperança é que um amor pelos animais de estimação se traduza em um desejo de ajudar animais em geral. Isso parece estar acontecendo, embora vagarosamente.
Uma recente pesquisa de opinião descobriu que 90% dos chineses pensavam que eles tinham “um dever moral de minimizar o sofrimento animal”. Cerca de 75% sentia que a lei deveria ser mudada para minimizar o sofrimento animal tanto quanto possível.
Em 2004, Beijing propôs uma legislação de bem-estar animal que estipulava que “ninguém devesse molestar, maltratar ou ferir animais”. Deveriam ser banidas também lutas de animais e shows de alimentação viva.
Uma legislação teria dado um gigantesco passo a frente. Mas as propostas foram descartadas após forte oposição de grupos que tinham interesses e pareceu que a China tinha preocupações mais prementes.
E esse é o problema central do bem-estar animal na China: sua elite dirigente é brutalmente repressiva e cuida pouco dos animais.
Séculos de domínio por imperadores tirânicos e ditadores sanguinários erradicaram o respeito budista e confuciano pela vida e natureza.
Como resultado, grupos de defesa do bem-estar estão encorajando as pessoas a não irem aos zoológicos chineses. “Eles deveriam contar à Embaixada Chinesa o motivo pelo qual estão recusando visitar esses zoológicos’, diz Carol McKenna do OneVoice.
“Se uma nação é grande o bastante para receber os Jogos Olímpicos, então é grande o bastante para ser capaz de proteger seus animais.”

As informações são do Daily Mail.

Nota da Redação: Essas imagens foram fotografadas em 2008, mas o mundo precisa ficar atento para o que ainda acontece com os animais nesse local e em muitos outros pelo mundo.

Nota Elaine Menezes: É incrível como as pessoas não têm ideia da crueldade que estão cometendo. Talvez até saibam, mas não se preocupam com o que poderá acontecer no futuro. A natureza cobrará, Deus cobrará as atrocidades cometidas com as criaturas Dele. Inconformada!

domingo, 15 de abril de 2012

Universitário é agredido ao fotografar venda de animais silvestres no Mercado Central

Agressão - 15 de abril de 2012 - 14:17


Por: Felipe Castanheira

Um estudante de direito foi agredido ao fotografar animais silvestres sendo vendidos de forma irregular no Mercado Central, no início da tarde deste domingo. Rodrigo Silveira participava de uma manifestação contra a venda de animais no Mercado Central, quando flagrou uma gaiola com três faisões dourados. O dono da loja viu que o rapaz estava tirando fotos dos animais e o agrediu com uma caixa de madeira na cabeça.
Stenia Couto, que é uma das coordenadoras da manifestação realizada neste domingo, conta que cinco homens cercaram o manifestante e o coagiram a apagar as fotos. Ela acionou a Polícia Militar para registrar a agressão contra o rapaz.
Rodrigo foi levado para a delegacia para registrar a ocorrência da agressão. O presidente do Mercado Central também foi até a delegacia para prestar esclarecimentos.
Ainda de acordo com Stenia, o dono da loja deixou o local logo depois que a PM foi chamada. Já os funcionários do estabelecimento se negaram a informar o nome do comerciante.
O Estado de Minas tentou entrar em contato com o presidente do Mercado Central, que não foi encontrado.


Fonte: Estado de Minas
http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2012/04/15/interna_gerais,288928/universitario-e-agredido-apos-fotografar-venda-de-animais-silvestres-no-mercado-central.shtml

Ativistas protestam na porta da loja de Kim Kardashian contra o uso de pele animal

Califórnia/EUA - 15 de abril de 2012 às 15:30

(Foto: Reprodução/Vírgula)

Kim Kardashian viu uma das lojas que vende a grife de sua família em meio a protestos. De acordo com o jornal inglês “Daily Mail”, um grupo de ativistas que são contra o uso de peles de animais para a produção de roupas se mostraram furiosos, no sábado (14), a protestaram na porta do estabelecimento que fica em Calabasas, na Califórnia.
Segundo a publicação, o grupo se muniu de cartazes e chamaram a atenção da imprensa e da justiça que foi até o local. Por outro lado, nem Kim e nem as irmãs e sócias – Kourtney e Khloe – foram até a loja para verificar o ocorrido. Além dos protestos no estabelecimento, ativistas também usaram a internet para se expressar.
Ao longo do dia, Kim recebeu mensagens no Twitter de várias pessoas que diziam: “Parem de vender pele na Dash”. A socialite aproveitou o espaço no microblog para se defender. “Nós não vendemos pele na Dash.” No último mês, a patricinha recebeu um banho de farinha durante o lançamento de um perfume. Conforme o “Daily Mail”, o autor da ação foi justamente um ativista do Peta, ONG favorável aos animais. Ela foi direta e twittou: “Nós não vendemos pele na Dash”.
Fonte: Quem

Homem mata cachorro a pauladas em Novo Horizonte (SP)

Crime - 15 de abril de 2012 às 14:30


Um jovem de 19 anos foi preso depois de matar um cachorro a pauladas, na madrugada desta sexta-feira (13), em Novo Horizonte, na região de Rio Preto, de acordo com informações da TV TEM. Segundo a Polícia Militar, o motivo da agressão foi um desentendimento com outro rapaz.
O suspeito invadiu a casa do jovem, que não estava no local, e agrediu o cão da família, que estava no quintal da residência. Os policiais foram chamados pela dona da casa e o rapaz, que ainda estava no local, desacatou os PMs e resistiu a prisão.
Ele foi encaminhado para a delegacia da cidade, ouvido e liberado. Ele vai responder em liberdade por desacato e agressão contra animais.

Outros casos

A região tem um histórico negativo em relação a agressão contra animais. Na última semana, um cachorro morreu de fome depois de passar pelo menos 20 dias trancado em um bacarrão da cidade.
Já em dezembro do ano passado, outro caso que chocou o país. O cão Titã ficou enterrado vivo por mais de 12 horas em Novo Horizonte. O animal foi recuperado, atualmente ele está saudável, mas perdeu 90% da visão do olho esquerdo.

Fonte: Bom Dia

Operação da Polícia Militar apreende armas e aves silvestres

Zona da Mata/PE - 15 de abril de 2012 às 16:00

A operação resultou na apreensão de 21 armas e 39 aves silvestres (Foto: Polícia Militar/Divulgação)

A Operação Educação Ambiental, deflagrada pela Companhia Independente de Policiamento do Meio Ambiente, nessa sexta-feira (13), apreendeu 21 armas e 39 aves silvestres na zona rural do município de Vicência, Zona da Mata, Norte de Pernambuco.
A operação também apreendeu um adolescente de 17 anos, conhecido como Moisés. Com ele, que já teve passagem pela polícia por utilização de dinheiro falso e posse de drogas, estava uma espingarda calibre 38 oxidada. Ainda foi feita uma denúncia por estupro contra o garoto.
Além do adolescente, foi preso um homem de 45 anos, Severino Faustino da Silva Neto, conhecido como Sula. Havia duas espingardas, uma de calibre 28 e outra 32 com Severino. Os dois detidos foram autuados em flagrante na Delegacia de Nazaré da Mata.
As outras armas foram entregues à Polícia Militar de forma voluntária. São 15 espingardas “soca-soca”, além de uma entregue por Ozimar Paulo de Araújo e outra por Berenice Maria da Conceição Souza.
A PM também recebeu as 39 aves silvestres voluntariamente. Segundo a polícia, outras operações serão realizadas nas próximas semanas em todo o Estado.

Fonte: Ne 10

Homem é preso após tentar matar gato com facão

Mato Grosso - 15 de abril de 2012 às 19:00


A Polícia prendeu Antônio José Silva Soares, 48 anos, acusado de maus-tratos contra animais. O suspeito, que tinha em posse um facão, teria tentado matar um gato. O animal ficou irreconhecível devido à ação covarde.
A tutora do animal Maria das Graças, 64 anos, presenciou o crime e acionou a presença da Polícia Militar. O cabo PM Adir conduziu Antônio para delegacia de Polícia Civil.
“Quando chegamos ao local mencionado ainda presenciamos o gato sangrando e agonizando, foi uma cena forte”, declarou o militar.

Fonte: 24 Horas News

Protesto pelo bem-estar animal reúne centenas de pessoas em Lisboa

Mobilização - 15 de abril de 2012 às 17:30

(Foto: António Cotrim/Lusa)

Para melhorar o bem-estar animal, centenas de pessoas concentraram-se este sábado à tarde em Lisboa, junto à praça de touros do Campo Pequeno, e deram início a um desfile até ao parlamento organizado pela associação Animal.
“Fazemos esta marcha anual desde 1999, embora tenha sido interrompida nos últimos dois anos, para chamar a atenção para a importância do bem-estar animal. A partir de hoje queremos iniciar uma nova era em Portugal”, disse a presidente da Animal, Rita Silva.
Os participantes no protesto, a maioria jovens, alguns dos quais com cães, erguiam faixas e cartazes com frases como “Em Portugal um cão e uma cadeira são iguais”, “Mais esterilização, menos eutanásia”, “Parem de fazer testes com animais”, “Touradas em Portugal é vergonha animal”, “o seu bife tem uma cara, seja vegetariano” ou “boicote o circo com animais”.
Presentes no protesto estiveram também representantes de várias associações nacionais ligadas à proteção dos animais e à promoção da alimentação vegetariana, entre as quais a União Zoófila e o Movimento Universitário pelos Direitos dos Animais, e algumas de Espanha e Itália.
Rita Silva defendeu que as leis de proteção dos animais em Portugal constituem uma manta de retalhos por serem tão dispersas: “Precisamos de uma lei justa e eficaz, que ajude os animais. Lidamos todos os dias com casos de crueldade e abandono de animais. Este clima de impunidade tem de acabar de uma vez por todas”, defendeu.

(Foto: António Cotrim/Lusa)

Veja mais fotos aqui.

Fonte: Correio da Manhã

Animais com calazar são sacrificados e apodrecem em prédio interditado

Palmas/TO - 15 de abril de 2012 às 18:30

(Foto: Reprodução/Portal Stylo)

O prédio onde funcionava a antiga Secretaria Municipal da Saúde de Porto Nacional está sendo utilizado como depósito de animais mortos, infectados pelo calazar, onde são sacrificados e amontoados em sacos plásticos, durante dias a céu aberto.
O local de propriedade do Governo Federal (Funasa) está interditado atualmente e também está sendo utilizado para depósito de carros deteriorados do Governo Federal, pneus velhos e matagal.
Dentro do prédio, o mato alto toma conta do lugar, o mau cheiro é insuportável , sacos plásticos e luvas cirúrgicas são encontrados no local onde é feito o sacrifício dos cachorros. O Centro de Controle e Zoonozes é responsável pelo destino dos animais e a Vigilancia Sanitária seria pela fiscalização.
De acordo com a assistente social Mayra Swyanne, que mora em uma casa que faz divisa com órgão, essa prática já vem acontecendo há algum tempo, sendo que já foi levado ao conhecimento do Secretário de Saúde e nenhuma providência foi tomada. “ Sempre escutamos latidos de cachorros ai dentro, eles os sacrificam e deixam apodrecendo, causando mau cheiro na vizinhança”, disse.
Segundo um funcionário do órgão que não quis se identificar, o correto era levar os animais para o aterro, e fazer o procedimento de eutanásia, mas estão sendo sacrificados durante a semana e recolhidos só no final de semana.

Fonte: Portal Stylo

Nota Elaine Menezes: Calazar = Leishmaniose Viceral

http://pt.wikipedia.org/wiki/Leishmaniose

Ativistas dos direitos animais denunciam tratamento brutal dos galgos

Macau/China - 15 de abril de 2012 às 6:00

(Foto: Reprodução/ GreenSavers)

Em Macau, Região Administrativa Especial da China desde 1999, há um canídromo, um espaço onde, todos os dias, 300 galgos participam em corridas que envolvem apostas.
Sendo o único local, em toda a Ásia, onde se podem ver corridas de galgos, o Canídromo – construído em 1930 – é uma das grandes atrações macaenses. Mas desde o início do mês está sob forte ataque, sobretudo da associação de proteção de animai da Macau, a Anima.
Segundo o presidente da Anima, a Yat Yuen, que gere o recinto, teria concordado em entregar os galgos para adoção depois da sua vida ativa, mas a empresa falhou logo na primeira entrega.
“Deram o dito por não dito. A Anima não quer ter mais qualquer tipo de conversações com quem não está de boa-fé e não honra os seus compromissos”, explicou Albano Martins. O acordo estava feito e, no último sábado, seria assinado. A entrega do primeiro galgo para adoção era um acto simbólico.
Na verdade, este é mais apenas mais um episódio de uma empresa que tem estado sempre sob fogo da comunidade internacional. Porquê? Todos os anos, a Yat Yuen decreta o sacrifício de 400 galgos, por injeção letal.
Desta vez, o rompimento do acordo com a Anima chegou à imprensa internacional de referência, como o Guardian. “O uivar dos cães pode ser ouvido através das grandes paredes de cimento, perto do arame farpado que protege o Canídromo de Macau”, diz o jornal.
Segundo o jornal Ponto Final, a mediação do pseudo-acordo entre a Anima e a Yat Yuen foi feita pela direção de inspecção e coordenação de jogos (DICJ) de Macau. “Servimos de intermediários, tenho a ideia de que as conversações estavam a ir no bom caminho, mas o que foi acordado ficou entre as partes”, explicou Manuel Neves, que coordena este organismo.
“É de esperar novas pressões das organizações internacionais”, admitiu Albano Martins. Em Julho do ano passado, começou a correr uma petição online, dirigida ao chefe do executivo, Chui Sai On, contra as corridas de galgos em Macau.
O pedido foi feito depois de uma reportagem do South China Morning Post ter revisto em alta o número de mortes na pista – para mais de um por dia. Mais tarde, a Fundação para os Animais da Ásia pediu ao Governo da Austrália para deixar de exportar galgos para Macau.
Em média, um galgo pode viver entre dez a 13 anos. Segundo o jornal de Hong Kong, o sacrifício é decidido se um cão ficar excluído dos três primeiros lugares, por cinco vezes consecutivas. As corridas decorrem durante quatro dias por semana.
Fonte: GreenSavers

Operação apreende 70 pássaros em Rio Branco, no Acre

Crime ambiental - 15 de abril de 2012 às 20:00

Dos cerca de 70 pássaros apreendidos pelo Ibama, na Operação Sispass Legal, 45 foram soltos nesta sexta-feira, 13, numa cerimônia que marcou o final da operação em Rio Branco.
As apreensões aconteceram entre os dias 26 e 30 de março deste ano. As multas aplicadas somam quase R$ 60 mil.
Segundo o superintendente do Ibama/AC, Diogo Selhorst, foram encontradas várias irregularidades entre os criadores de pássaros da Capital. Eles estavam, principalmente, com anilhas adulteradas ou falsificadas.
A anilha é um anel metálico que é colocado no pássaro para identificação e origem do animal.
“Constatamos muitas fraudes nas anilhas. As pessoas acham que é banal fraudar os anéis e não sabem que é crime inafiançável, sujeito a prisão, multa e processo administrativo”, adverte Selhorst.
Foram apreendidos 70 pássaros, a maioria da espécie curió. O curió é um dos pássaros ameaçados de extinção, em decorrência da caça e da comercialização que visam ao mercado dos criadores e da destruição de seus ambientes naturais.
Dos 70 pássaros apreendidos na operação, apenas 45 foram soltos na sexta (13).
“Soltamos os animais que não estão anilhados. Vamos adotar os procedimentos posteriores com os que estão com as anilhas”, explica a coordenadora do Centro de Triagem de Animais, Elaine Oliveira.
A operação Sispass Legal fiscalizou 26 criadores de pássaros na Capital e aplicou quase R$ 60 mil em multas. Mas não é por isso que a repressão aos crimes contra a natureza deve parar.
O superintendente Regional ressalta que a população pode ajudar neste sentido, denunciando irregularidades.
“Denuncie! Também pedimos para que os criadores oficiais que mantenham seu plantel atualizado junto ao Ibama, e que não capturem pássaros da natureza”.


Fonte: Agazeta.net

sábado, 14 de abril de 2012

Olhares indiferentes

Animais & Companhia - Jornal Folha de Mayrink 


O abandono de animais, principalmente filhotes, é uma prática deplorável, que infelizmente é recorrente em todos os lugares.
Durante minhas caminhadas noturnas tenho me deparado com a triste realidade de encontrar animais mortos ou vagando famintos pelas ruas.
Do centro à periferia tais cenas deprimentes se repetem e cães acometidos de doenças as mais diversas, principalmente sarna, desfilam seu abandono e suas mazelas ante os olhares indiferentes da população.
Tal atitude humana, criminosa e irresponsável quanto ao abandono e omissiva quanto ao sofrimento, mostra o grau de involução de nossa espécie. Em vez de evoluirmos, adotarmos novos parâmetros quanto à maneira que interagimos com os demais seres, seguimos embotados pelo nosso egoísmo inconseqüente.
Num município com mais de cinqüenta mil habitantes é deprimente que o abrigo da Associação Protetora de Animais de Mairinque continue abarrotado de cães e uns poucos gatos que seguem sua sina de prisioneiros eternos.
Cuidados protegidos e alimentados por meia dúzia de abnegados, centenas de animais seguem despojados do que lhes é primordial, o carinho de um tutor.
Com um pouco de boa vontade muitos desses animais podem ser adotados e experimentar a alegria de conviver num lar que lhes proporcione vida digna, amor e liberdade.
O sofrimento alheio há muito não nos comove, a compaixão é um conceito em desuso, soando até piegas para alguns. O pragmatismo existencial é a marca registrada da maioria e o que prevalece é o cada um por si.
Infelizmente, a frieza ante as mazelas dos demais seres humanos e animais, não é privilégios de descrentes. Boa parte da massa de fiéis que acode diariamente às missas e cultos, tão logo deixa templos e igrejas, fecha-se em seu individualismo exacerbado, em sua fé cega, que não enxerga o pedinte esfaimado ou o cão sarnento que apodrece nas ruas, sem água, sem comida e sem esperança de cura.
Que crença é essa que não os impele para a caridade e a compaixão? Em que canto obscuro de suas mentes e almas jazem a piedade, a solidariedade e a doação?
Cedo ou tarde cada um de nós poderá encarar angustias e dramas. Então deveríamos ter em mente que precisamos uns dos outros. E se não somos auto-suficientes para encarar nossos dilemas existenciais nada mais justo que estendamos as mãos para o próximo, sejam de que espécie for.
É intuitivo que existem exceções. Há aqueles que professando ou não algum credo exercitam a caridade de diversas formas. Mas o contingente dos que socorrem, compreendem e acolhem os desafortunados é exíguo diante do contingente de desassistidos.
Num mundo globalizado e capitalista, onde o individualismo e o acúmulo são marcas registradas, ai daqueles que não tem como prover suas necessidades.
Enquanto não alcançarmos de alguma forma a iluminação, seguiremos em nossa existência robótica, indiferentes à sorte de animais e seres humanos que continuaram vagando ao sabor da própria sorte.

Servilio Vieira Branco
OAB/SP 119.218
E-mail: brancolex@hotmail.com
E-mail: cddamk@hotmail.com

Meio ambiente


Essa palestra será no SESC Ribeirão Preto, Rua Tibiriçá, 50 - Centro - Telefone: 3977-4477

PETA premia jovem cientista como exemplo de que a ciência pode avançar sem o uso de animais

Ciência ética - 14 de abril de 2012 às 6:00

Por Graziella Belliato (da Redação - ANDA)

Foto: Reprodução/PETA

Nos Estados Unidos, uma estudante do ensino secundário criou um modelo que prevê o crescimento de células com câncer de mama sem o uso de animais. As informações são da PrensAnimalista.
A Organização “People for the Ethical Treatment of Animals” (PETA) entregou o “Prêmio Ciência Humanitária” à estudante do último ano do ensino secundário (equivalente ao ensino médio no Brasil) da escola “Palos Verdes Peninsula”, Shue Hee “Sophie” Kim, durante a Feira de Ciências do Condado de Los Ángeles,que aconteceu entre os dias 29 e 31 de março.
Shu Hee ganhou reconhecimento e um prêmio de 500 dólares por ter criado um modelo matemático que – com precisão – prediz o crescimento de células de câncer de mama em pacientes depois de terem recebido tratamento de radioterapia. Seu projeto também foi selecionado para ser apresentado na Feira Internacional de Ciência e Engenharia Intel (Intel International Science and Engineering Fair – Intel ISEF) que acontecerá em maio.
Quando comparados com resultados de testes in vitro que utilizam tecidos humanos, o modelo de Sophie prediz diagnósticos com precisão. Isto poderia ajudar os médicos a prever a eficácia dos tratamentos da luta contra o câncer de mama e outros tipo de câncer. Sophie desenvolveu seu modelo com a ajuda de um matemático da Universidade da Califórnia – Irvine.
“PETA está reconhecendo Sophie Kim por exemplificar tudo o que é correto na ciência moderna: usar a criatividade e a compaixão para encontrar maneiras de ajudar os seres humanos sem prejudicar aos animais” – disse a vice-presidente do setor de investigações em laboratório da PETA, Kathy Guillermo. “Animais [que estão] nos laboratórios precisam dessa nova geração de cientistas para tirar as pesquisas da Era das Trevas, e Sophie está preparada para estar entre aqueles que mostram o caminho”.
As pesquisas sobre câncer de mama baseadas em animais basicamente consistem em injetar substâncias químicas ou células cancerosas nos animais e em forçá-los a suportar o crescimento de tumores muito dolorosos até que morram ou sejam mortos. Estes estudos cruéis ainda não identificaram a cura para a doença, em parte, porque, como afirmou a fundadora da Coalizão Nacional contra o Câncer de Mama, Fran Visco: “Animais não refletem a realidade do câncer em humanos”.
Este foi o primeiro ano que a PETA promoveu esse prêmio na Feira de Ciências do Condado de Los Ángeles. O projeto é parte dos grandes esforços da organização para promover pesquisas humanitárias, progressistas e sem o uso de animais nas feiras de ciências. Em 2010, após negociações com a organização que promove o respeito pelos animais, a Intel ISEF adotou um “estatuto” que promove o uso de métodos que não utilizem animais e que incentiva os estudantes a utilizar alternativas que substituam a cruel experimentação animal.

Farra do boi termina em confronto e com 28 presos em SC

Prática cruel - 14 de abril de 2012 às 12:30


Policias militares e moradores de Bombinhas, cidade localizada no litoral norte de Santa Catarina, entraram em confronto e 28 pessoas foram presas na noite da última quinta-feira (12), durante a realização de uma farra do boi. A ação causou muito tumulto e a PM precisou usar balas de borracha para dispersar a população.
Segundo as informações do major Alessandro Marques, do setor de Comunicação da PM catarinense, mais de 100 pessoas estariam correndo atrás de um boi em um bairro da cidade. Os policiais realizaram um cerco e conseguiram evitar que o animal fosse morto a pauladas. Os moradores teriam se revoltado com a presença policial e partido para o confronto.
“Foram necessários 23 disparos de munição não-letal de borracha. Controlada a situação, foram presos ou apreendidos 28 pessoas, adultos e adolescentes”, infomou o major Marques. A farra do boi, que usualmente acontece no litoral catarinense em épocas próximas à Quaresma, é considerada crime. Os 28 presos foram liberados depois de assinar um Termo Circunstanciado, se comprometendo a prestar depoimento em juízo.
Pesando cerca de 500 kg, o boi da raça Nelore usado na farra foi encontrado bebendo água do mar e levado por técnicos da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc). O animal apresentava vários ferimentos, incluindo uma lesão grande na pata esquerda dianteira.
De acordo com o Cidasc, o boi “terá que ser sacrificado por não conter brincos de identificação de procedência”.

Fonte: Terra

Nota da Redação ANDA: O animal é “salvo” das agressões para ser sacrificado sob a justificativa de não possuir identificação? Matar um animal é um ato de barbárie! O boi apreendido deveria receber cuidados e ser encaminhado a um ambiente seguro, onde esteja protegido da exploração e da brutalidade humana.

Cão queimado com produto químico é adotado por personal trainer em GO

Rex agora se chama Pluto - 14 de abril de 2012 às 13:30

Por Versanna Carvalho

Nova tutora do cachorro é voluntária em ONG que defende os animais.
Filhote está no final do processo de recuperação e vai morar em chácara.

Cão queimado em Goiás (Foto: Arquivo pessoal)

Depois de cerca de 50 dias de tratamento, um filhote de cachorro da raça pit bull, que foi queimado por um produto químico em fevereiro de 2012, está no final do processo de recuperação e foi adotado. A nova tutora do aninal é a personal trainer e voluntária na Associação de Proteção aos Animais (Aspan) Vanise Cezar Mateucci. Na manhã desta sexta-feira (13), Vanize foi à Delegacia Estadual de Repressão a Crimes contra o Meio Ambiente de Goiânia (Dema) para se tornar legalmente a fiel depositária do cão.
O cachorro, que se chamava Rex, teve o nome trocado e agora é tratado por Pluto, em homenagem à clínica veterinária que cuidou gratuitamente do animal. A partir de segunda-feira (16), Pluto vai viver na chácara de sua nova dona, que fica a 15 minutos de Goiânia. Vanise não mora no local, mas disse que costuma ir para lá diariamente. A voluntária é casada e não tem filhos. Além de Pluto, ela possui mais dois cães que vivem com ela em um apartamento na capital.
“A ideia era que ele fosse hoje mesmo para a chácara, mas ontem ele machucou a córnea ao coçar o olho com a pata e teve de voltar para a clínica. Esse retorno foi necessário, pois os olhos também foram afetados pelas queimaduras”, explica Vanise.
Persistência

Para obter a guarda do cachorro, Vanise teve de ser persistente. Ela visitava o Pluto quase todos os dias e sempre pedia ao titular da Dema, Luziano de Carvalho, para adotar o cão. “Fiquei sabendo do caso por ser voluntária na Aspan. Depois, comecei a visitá-lo diariamente para acompanhar a evolução do tratamento. Me deu vontade de cuidar dele. Com essas visitas, ele ficou muito apegado a mim, pois era muito carente”, relata.
Luziano de Carvalho comenta que para poder ficar com o cachorro, a voluntária teve de assumir uma série de compromissos. “Um deles é o de não expor imagens do cachorro em redes sociais com a finalidade de arrecadar fundos ou alimentos. Todo o tratamento do animal foi feito com recursos da própria clínica que o acolheu”, observa o policial.
Quando estiver na chácara, Pluto continuará precisando de um tratamento especial. Ele está com cicatrizes por todo o corpo e, principalmente nos primeiros meses, não poderá passar muito tempo no sol. “Lá tem um espaço coberto para ele brincar. De qualquer forma, vai usar protetor solar e uma roupinha de malha”, conta Vanise.
Sobre o futuro, a personal diz que vai continuar cuidando do cachorro. “Agora ele vai ter só bons tratos, carinho e vai interagir com outros animais, o que é importante para ele. Hoje é sexta-feira 13, mas não é um dia de azar e sim de sorte. Apesar do que passou conseguiu sobrever e tem muita sorte em relação a outros animais que continuam sendo maltratados ”, observa a voluntária.

Tratamento

Pluto logo depois de ser queimado em fevereiro de 2012 (Foto: Arquivo pessoal)

O filhote teve mais de 70% do corpo queimado e o tratamento foi demorado e doloroso. Ele chegou com a cabeça, orelha, face e corpo atingidos. Teve também úlcera de córnea nos dois olhos. “O tratamento foi longo e incluía uma limpeza profunda da área afetada com soro fisiológico e pomada todos os dias. Ele sentia muitas dores e passou cerca de duas semanas tomando analgésicos fortes”, relembra a estudante de veterinária e estagiária da clínica Lívia Macêdo de Melo.
O animal chegou à clínica com outros problemas de saúde decorrentes da falta de cuidados. “Ele teve uma hemoparasitose, causada por carrapatos. E como não era bem alimentado, a imunidade dele não estava muito boa e ele pegou uma doença de pele. Ele está curado da hemoparasitose e está se recuperando do fungo na pele”, diz Lívia.

Agressão

Segundo o delegado Luziano, o cachorro teria sido agredido pouco tempo depois de uma briga de família, envolvendo a mãe, filha e genro. “Ela [a mãe] dizia que iria matar uma cachorra, que teve sete filhotes. Um foi vendido e cinco morreram”, diz.
Conforme o delegado, a suspeita não admitiu ter jogado qualquer produto químico no filhote, mas teria afirmado que, enquanto colocava soda cáustica nas formigas do quintal, a cadela teria se aproximado e ela teria jogado, acidentalmente, o produto que acabou atingindo o filhote que na época tinha cerca de três meses.
O inquérito policial foi concluído e enviado à Justiça no início do mês de março. A mulher que teria ameaçado a vida da cadela foi indiciada por suspeita de ter praticado o crime ambiental de ferir o filhote de pitbull (previsto no artigo 32 da lei número 9.605/1998). “A audiência está marcada para o dia 12 de junho de 2012. E nessa mesma data ela poderá vir a ser condenada. Caso isso ocorra, a pena é de até um ano de detenção e multa”, afirma o delegado.

Fonte: G1

Ativistas encontram 35 carcaças de elefantes em safári de Camarões

Vítimas da crueldade humana - 14 de abril de 2012 às 14:30

Ao menos 35 carcaças de elefantes foram encontradas mutiladas em um popular safári de Camarões, de acordo com o jornal britânico “Daily Mail”. Os animais teriam sido mortos em um único ataque feito por caçadores, que tinham o objetivo de retirar o marfim – apesar do comércio deste material ser proibido no país.
Segundo ambientalistas, desde o início do ano 400 elefantes podem ter sido mortos no Boubandjida National Park. O número é tão alto, que é quase a população total de elefantes da região. Em todo o país, a quantidade de animais desta espécie é inferior a 5 mil e por isso os elefantes são considerados ameaçados de extinção.
Os animais são cortados com motosserras e o marfim retirado é comercializado por até R$ 29 mil no mercado clandestino. Embora as autoridades de Camarões tentem zelar pela segurança dos animais no parque, ativistas temem que qualquer ação seja tarde para salvar rebanhos. As informações são do G1, com Globo Natureza São Paulo.


Fonte: G1

Avianca lança cardápio vegetariano no serviço de bordo

Alimentação sem crueldade - 14 de abril de 2012 às 16:30


A partir de agora, os clientes da Avianca poderão solicitar refeições vegetarianas no momento da compra da passagem. As refeições servidas serão “lacto-ovo-vegetarianas”. Vegetais, frutas frescas e legumes, por exemplo, também fazem parte deste cardápio.
Para aproveitar esse serviço especial, o cliente deve solicitar à central de reservas pelo telefone 4004-4040 ou pelo site www.avianca.com.br no momento da compra, respeitando-se o prazo de 48 horas de antecedência. A opção, porém, é restrita a voos com mais de 60 minutos de duração.
Essa nova opção é mais uma iniciativa da Avianca para tornar a experiência de voo dos clientes melhor. Renato Aranha, diretor de serviços da empresa, ressalta outras ações, como o procedimento de embarque por grupos que teve tempo reduzido de 20 a 30%%. Segundo ele, outras ações serão implementadas para aperfeiçoar o tempo de solo das aeronaves e contribuir para a eficiência operacional da empresa.
Fonte: Mercado e Eventos

Nota da Redação: A ANDA sugere à direção da Avianca que sejam servidas também refeições veganas, totalmente isenta de sofrimento animal e extremamente saborosas e nutritivas.

Fotógrafo flagra louva-a-deus ‘andando de bicicleta’ na Indonésia

Natureza - 14 de abril de 2012 às 17:00

Louva-a-deus anda de ‘bicicleta‘ na Indonésia, em foto de Eco suparman (Foto: Caters)

Uma foto na qual um louva-a-deus parece estar andando de bicicleta foi tirada pelo fotógrafo Eco Suparman.
Eco, de 23 anos, que vive em Bornéu, na Indonésia, acabou fascinado pelo inseto, que repentinamente decidiu ‘andar de bicicleta’.
‘Tirei esta foto em um cemitério muçulmano na cidade de Ambawang River, na ilha de Bornéu. Estava praticando com minha lente macro e há muitos insetos por lá. Então, este é um de meus lugares favoritos para tirar fotos’.

Fonte: G1

Cachorro utilizado em rinhas é resgatado mas não resiste aos ferimentos

Texas/EUA - 14 de abril de 2012 às 6:00

Por Roberta Oliveira (da Redação ANDA – EUA)



Nathan não resistiu aos ferimentos (Foto: Tao Rescue)

As fotos de um cachorro resgatado no Texas são tão fortes que requerem um aviso de “gráfico”.
O cachorro ferido, conhecido como Nathan, tinha ferimentos profundos na face, o que levou os veterinários a concluir que o animal tenha sido utilizado para rinha de cães.
Nathan foi recolhido pelo controle animal e levado ao abrigo. Assim que pessoas viram a profundidade dos ferimentos, elas entraram em ação pedindo ajuda, trabalhando freneticamente para oferecer esperança ao cachorro.
Um resgatador respondeu ao apelo desesperado, mesmo com sua capacidade ao máximo.
O grupo Tao Animal Rescue viu as condições horríveis nas quais Nathan se encontrava, e não pôde dizer não aos apelos para salvar a vida do cão ferido.
Nathan foi imediatamente transferido para o Hospital Animal de Valley Ranch para cuidados emergenciais. A equipe que cuidou de Nathan descreveu sua condição como “chocante”.
Ele perdeu completamente uma narina e havia uma quantidade significante de infecção e tecido morto em sua face mutilada.
Nathan passou por uma cirúrgia na manhã de quarta-feira, mas não resistiu aos ferimentos. Os veterinários confirmaram que Nathan era usado para atiçar os outros cães, pois era muito doce para participar das lutas.
Rinha de cães é um esporte bárbaro e horrível.
O corpinho destroçado de Nathan é um lembrete gráfico da importância de lutar contra essa prática cruel e punir os indivíduos que o promovem.
Mais fotos de Nathan estão disponíveis no Facebook da Tao Rescue.

Número de pinguins imperadores é o dobro do que se estimava

Antártica - 14 de abril de 2012 às 19:29

O pinguim-imperador é preto e branco como os outros pinguins, mas é maior e possui coloração alaranjada em volta do pescoço (Stockbyte/ThinkStock)

A Antártica possui mais de meio milhão de pinguins imperadores — quase o dobro do número anteriormente estimado, revelou uma pesquisa feita via satélite. No primeiro censo de uma espécie já realizado a partir do espaço, fotos em alta-resolução de 44 colônias em torno do continente antártico mostraram 595 mil pinguins imperadores — o número anterior era de 350 mil.
Os pinguins foram fotografados perto da estação de pesquisa Halley, e vistos pelos satélites em áreas de reprodução até agora difíceis de serem estudadas, por serem remotas e quase sempre inacessíveis com temperaturas que chegam aos -50°C. Mas os pinguins, com cerca de 1 metro de altura, com plumagem em preto e branco, são facilmente notados contra o gelo e a neve, e as colônias são visíveis nas imagens de satélite. Além disso, o guano – o acúmulo de fosfato resultante de seus excrementos – os tornam facilmente localizáveis.
Cientistas liderados pelo Programa Antártico Britânico (BAS, na sigla em inglês) descreveram essa semana no jornal PLoS ONE a técnica que usaram para melhorar a resolução da imagem e diferenciar os pássaros do gelo. De acordo com o Dr. Phil Trathan, da BAS, “Um censo preciso, que pode ser facilmente repetido, nos ajudará a monitorar de maneira mais acurada os impactos de mudanças futuras nessas espécies”.
Modelos climáticos sugerem que as populações de pinguins podem ser reduzidas num futuro próximo em razão do aquecimento na Antártica, que pode acabar com grandes áreas de gelo marinho, onde os animais fazem ninho. “Se quisermos entender se os pinguins imperadores estão ameaçados pelo aquecimento global, precisamos, em primeiro lugar, saber quantas aves existem e dispormos de uma metodologia para monitorá-los ano a ano”, afirmou Peter Fretwell, também do BAS. – O estudo nos dá o tamanho da população, o que é surpreendente porque é o dobro do que imaginávamos, mas também nos dá a capacidade de seguir seus progressos para ver se há mudanças populacionais ao longo do tempo.

Fonte: Pernambuco.com

Preso em armadilha, orangotango tenta arrancar a própria mão para sobreviver

Recebendo tratamento - 14 de abril de 2012 às 6:00

Foto: Reprodução

O instinto de sobrevivência falou mais alto para um pequeno orangotango da Indonésia. Preso a uma armadilha na floresta, o animal tentou arrancar a própria mão para poder escapar.
De acordo com o jornal britânico Mail Online (12/4), foram quase dez dias de um terrível sofrimento até que finalmente o primata fosse resgatado. Depois de enfiar a mão na armadilha, Pelangsi, como passou a ser chamado, viveu um drama parecido com o do alpinista Aron Ralston, retratado no filme 127 horas: ele tentou arrancar a própria mão.
Enquanto Ralston tinha instrumentos que lhe permitiram escapar, ainda que mutilado, os dentes de Pelangsi não foram o suficiente. Por sorte, ele foi encontrado por um grupo de aldeões que acionou uma equipe local de caridade e preservação à vida selvagem, a “International Animal Rescue”.
Depois do atendimento emergencial, o primata está recebendo um tratamento intensivo e se recupera lentamente dos ferimentos, mas, infelizmente, veterinários terão de amputar a mão do orangotango para que o braço também não precise ser amputado.
Um fotógrafo que trabalha com a entidade, Chris Skone-Roberts, registrou imagens angustiantes do momento em que o animal foi encontrado. Ele disse, ainda, que a equipe acredita que o primata irá sobreviver. “Mas ele precisa estar forte o suficiente para que sua mão, que ficou destruída, possa ser amputada”, explica. O fotógrafo diz que a equipe de atendimento tratou o animal como um paramédico faria a um humano. Agora, é torcer pela recuperação de Pelangsi.