sexta-feira, 27 de abril de 2012

Após liminar contra maus-tratos, rodeio é suspenso em Ribeirão


Quinta-feira, 26 de Abril de 2012 - às 23h35

Justiça determinou que peças como o sedém não podem ser usadas.
Organização atribuiu cancelamento à chuva e prometeu recorrer na sexta.

Do G1 Ribeirão e Franca

Foi cancelada nesta quinta-feira (26) a realização de um rodeio em Ribeirão Preto (SP) após
decisão liminar da Justiça proibir o uso de instrumentos que possam caracterizar maus-tratos contra os animais utilizados nas montarias. A Polícia Militar esteve na arena para cumprir a decisão e informou aos organizadores que apreenderia touros e cavalos que fossem colocados no recinto.
saiba mais
Decisão liminar proíbe uso de sedém em rodeio de Ribeirão Preto, SP

Duas horas após o horário previsto para o início das competições – às 20h –, representantes das empresas que organizam o Ribeirão Rodeo Music anunciaram que desistiriam, somente nesta quinta-feira, de realizar o rodeio. O grupo não atribuiu o cancelamento à decisão judicial, mas sim à chuva que teve início à tarde.
Os realizadores também comunicaram que pretendem recorrer da decisão nesta sexta-feira (27) e que as montarias previstas para os próximos dias – o evento vai até 30 de abril – ocorrerão normalmente. Eles alegam que têm respaldo de uma decisão judicial de 2005 para prosseguir com a atividade no município.

Entenda o caso
A 2ª Vara Cível de Ribeirão Preto (SP) decidiu de forma liminar nesta quinta-feira que estão proibidos no rodeio o uso de artigos que possam de alguma forma provocar ferimentos nos bichos. O texto cita peças como cordas, pateiras, esporas, choques elétricos, laços e o sedém – instrumento que pressiona o órgão genital do animal para que ele salte.
A liminar, concedida em favor da Associação Focinhos S.A, estipula multa diária de R$ 50 mil para as empresas que promovem a montaria em caso de descumprimento.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Cadela jogada de carro é colocada para adoção em São Carlos, SP

Fênix - 26 de abril de 2012 às 17:00

Cadela Fênix foi arremessada pela janela de um carro. (Foto: Christian Quirino Spoto)

Uma cadela da raça basset foi arremessada pela janela de um carro, durante a noite desta quarta-feira (25), na Avenida Getúlio Vargas, no bairro Jardim São Paulo, em São Carlos (SP).
Testemunhas que passavam pelo local recolheram e entregaram o animal para representantes da Organização Não Governamental (ONG) Cachorro Ajuda, que disponibilizou o cachorro para adoção. O tutor da cadela não foi encontrado e ela não sofreu ferimentos.
O ativista dos direitos dos animais e membro da ONG que acolheu o cachorro Christian Quirino Spoto, explicou que a instituição não tem capacidade física para ficar com o animal, por isso é importante a adoção. “Eu peguei o cachorro como pessoa física que sou, pois a ONG não pega animais. Quatro pessoas já se mostraram interessadas em adotá-la”.
Quem quiser adotar a cachorrinha Fênix, como foi apelidada por Christian, pode ligar para a ONG Cachorro Ajuda, pelo número (16) 3201-4363.

Lei federal

O artigo 32 da lei federal 9605/98 diz que “é considerado crime praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos”. A pena prevista é detenção de três meses a um ano, além de multa.

Quem quiser adotar a cadela Fênix pode ligar para a ONG Cachorro Ajuda. (Foto: Christian Quirino Spoto)


Fonte: G1

Homem que queimou “Justice”, um filhote de cão, entrega-se à polícia

Texas/EUA - 26 de abril de 2012 às 6:00

Por Roberta Oliveira (da Redação – EUA)

Cãozinho Justice (Foto: Reprodução/WFAA)

O homem procurado por colocar fogo no filhote de quatro meses, batizado de Justice, em Dallas, Texas, Estados Unidos, se entregou à polícia. As informações são do site WFAA.
Darius Ewing, de 18 anos, era procurado por acusação de crueldade animal. A fiança foi estabelecida em U$100.000,00.

Darius Ewing, de 18 anos, entregou-se como autor do crime (Foto: Dallas County)

Johnnie England, diretor da ONG Proteção Animal & Comunicação , informou que um representante da Promotoria do Distrito de Dallas anunciou que Darius se entregou no final da vígília organizada em homenagem ao filhote.

Casal enfrenta acusação de crueldade animal por tentar castrar o próprio cão

Kobi aguarda adoção - 26 de abril de 2012 às 6:00

Por Roberta Oliveira (da Redação ANDA – EUA)

Kobi aguarda adoção (Foto: Reprodução/Examiner)

Os tutores de um cão golden retriever de quatro meses está enfrentando acusações de crueldade animal após eles mesmos tentarem castrar o filhote, segundo informou o jornal Examiner.
Na semana passada, a pólícia do Condado de Ann Arundel County, em Maryland, Estados Unidos, seguiu uma denúncia anônima, chegando até a residência dos acusados.
De acordo com os oficiais, os testículos do filhote estavam contraídos, descoloridos, vermelhos e irritados. O filhote foi levado ao Hospital Veterinário, onde foi devidamente castrado.
Animais devem ser castrados apenas por veterinários. Tutores não possuem licença, treinamento, material ou medicamentos para realizar tal operação. É cruel e desumano.
O pequeno filhote de golden retriever foi colocado para adoção. Seu nome é Kobi.

Estudantes alemães promovem ritual de decapitação de cordeiro com transmissão ao vivo pela internet

Público fará votação online - 26 de abril de 2012 às 6:00

Por Natalia Cesana (da Redação ANDA)

Foto: Reprodução/Daily Mail

Alguns estudantes alemães têm se mostrado cruéis autoridades ao promover um ritual de decapitação de um cordeiro em nome da arte. Os alunos montaram uma guilhotina caseira para decapitar o indefeso animal, com transmissão ao vivo na internet para milhares de espectadores. As informações são do jornal britânico Daily Mail.
O projeto, intitulado “Experimento representativo da atual situação da democracia”, envolve o voto do público, que decidirá se o animal deve ou não ser decapitado.
Até agora 200 mil pessoas já participaram do experimento. Os votos serão computados até meados de maio.
A afiada lâmina da guilhotina pesa pouco mais de 36 kg e os estudantes garantiram que o animal não sentirá nenhuma dor caso seja decapitado.
Também não está claro se a ameaça virtual é algum tipo de provocação ou se há realmente a intenção de ir a cabo com ela.
Iman Rezai e Rouven Materne são os cabeças por trás do site que exibe o cordeiro. No vídeo de divulgação, é possível ouvir ao fundo a voz de Leiko Ikemura, pintora e escultora japonesa, e professora da Universitaet der Kuenste, de Berlim. Ela também pode ser ouvida rindo enquanto os estudantes constroem a guilhotina, nas cores, rosa, laranja e amarelo, e fumam narguile.

Arma utilizada no experimento cruel (Foto: Reprodução/Daily Mail)

“As cores foram escolhidas para afastar a depressão que sentíamos enquanto construíamos a máquina”, disse Rezai. “Sim, isso é uma arma e existem milhares de empresas que constroem armas, mas não uma tão bonita como a nossa! Ela é um reflexo da sociedade, colorida, mas morta”, completa.
Causar a morte de um animal na Alemanha é motivo suficiente para configurar um crime, punível em até três anos de prisão.
Procuradores de Berlim dizem estar seguindo o caso com bastante interesse.
Materne, de 24 anos, disse que o projeto é uma crítica ao moralismo vigente e que algo que venha diretamente da arte, do subconsciente, precisa ser feito.
Rezai, de 31 anos, nascido no Irã, mas habitante da Alemanha deste a década de 1980, complementou: “O que será, será. Não existe ‘por que’ ou ‘onde’.”

Cão baleado 3 vezes por agente penitenciário morre

Quinta-feira, 26 de abril de 2012 às 13:30

Suspeito teria atirado três vezes - cabeça, costa e pata - contra o cachorro que estava na calçada da sua casa 


Por: Luciana Félix da Agência Anhanguera


O cachorro ferido com três tiros por um agente penitenciário há 11 dias em Hortolândia morreu nesta quarta-feira (25) em um hospital veterinário, em Campinas.
O animal piorou durante a madrugada passada e não resistiu a gravidade dos ferimentos. Ele foi atingido na cabeça, costela e pata traseira. O cão também foi, segundo testemunhas, arrastado pelo carro guiado pelo agente por dois quarteirões e jogado no quintal de uma casa.
O caso está sendo investigado pelo 1º Distrito Policial de Hortolândia que abriu inquérito. O agente penitenciário Ricardo Augusto Teixeira dos Santos está sendo acusado de maus-tratos contra animal, disparo com arma de fogo em via pública e ameaça a testemunha - após o crime ele teria ameaçado vizinhos que assistiram os maus-tratos.
A arma usada na violência - uma pistola 380 - foi recolhida pela polícia com o acusado e nesta quinta-feira (26) integrantes da União Protetora dos Animais (UPA) levarão até a delegacia as balas extraídas do corpo do animal.
Santos cometeu a violência em frente a casa onde mora no Jardim Nossa Senhora de Fátima e se mudou esta semana do local, porém continua trabalhando no Complexo Penitenciário Campinas-Hortolândia.
A Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) informou que a direção da unidade penal onde o acusado trabalha abriu sindicância para apurar os fatos. Ele corre risco de ser afastado e exonerado do cargo.
O caso aconteceu na noite de sábado, dia 14 de abril, por volta das 23h, na Rua Orlando de Souza Fernandes. Testemunhas disseram à polícia que Santos chegou em sua casa e, antes de entrar, viu o animal deitado na calçada em frente a sua casa. 'Ele simplesmente foi até o animal e fez dois disparos. Depois disso puxou o cão, entrou no carro e arrastou por duas quadras e jogou no quintal de uma casa.
Lá ele deu outro tiro no animal', contou uma das vizinhas que presenciou a violência que pediu para não ser identificada. 'Não teve motivo grave, a cachorra dele estava no cio e ele simplesmente atirou no cão que não estava no portão dele'. 'Não moro lá, estava na casa de parentes, mas foi assustador. As pessoas correram dele pois ele ameaçava todo mundo. Como pode fazer isso com um animal indefeso. Esse homem é doente' , disse outra mulher.
A vizinha que fez o boletim de ocorrência contra o acusado, N.L., afirmou que ao atirar no cachorro ele disse que iria levar o cachorro de lá para ninguém acusá-lo. 'Quando voltou disse que podia denunciar se eu encontrasse o cachorro, puro descado. Fomos atrás para ver o que ele tinha feito e chamamos a polícia', disse a mulher.
'Durante o depoimento ele afirmou que atropelou o cachorro e depois atirou para o animal não sofrer. Porém, nenhuma testemunha confirmou essa versão. Pelo contrário, todas relataram a ação fria e descabida de Santos. O inquérito vai continuar e as medidas cabíveis serão realizadas. O caso assustou todo o município. Ele foi muito cruel e com a morte do animal a situação dele piorou', afirmou o delegado responsável pelo caso, Fernando Bueno.

Deputado Feliciano luta contra retrocesso no Código Penal

Quinta-feira, 26 de abril de 2012

Parlamentar conclama população a assinar Carta Aberta no site www.crueldadenuncamais.com.br

Feliciano entregando a Carta Aberta "Pelo Avanço da Proteção Penal ao Meio Ambiente e aos Animais" ao Ministro Gilson Dipp

O deputado estadual Feliciano Filho vem trabalhando ativamente para ajudar o Movimento Nacional de Proteção e Defesa Animal, contra o possível retrocesso na Reforma do Código Penal, uma vez que há rumores de que tal Reforma pretender encampar a Lei 9605/98, cujo artigo 32 criminaliza as condutas de crueldade e maus tratos contra os animais, e possivelmente tais condutas passariam a ser consideradas infrações administrativas, sendo puníveis apenas com o pagamento de multas.
Feliciano esteve na Audiência Pública do MPSP (Ministério Público de São Paulo), realizada em 27 de Março de 2012, oportunidade em que leu a Carta Aberta “Pelo Avanço da Proteção Penal ao Meio Ambiente e aos Animais”, em seguida protocolando o documento.
Também representou o Movimento Nacional de Proteção e Defesa Animal, no dia 30 de Março de 2012, quando foi a Brasília na reunião da Comissão de Juristas com a Finalidade de Elaborar Anteprojeto de Código Penal, realizada no Senado Federal.
Além de ler o documento, e entregá-lo em mãos ao Ministro Gilson Dipp, presidente da Comissão, Feliciano ainda discursou emnome da Frente Parlamentar de Defesa e Direitos dos Animais do Estado de São Paulo e do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal:
“A impunidade está levando a sociedade a estados emocionais de extrema angústia, além de deixar os Agentes Policiais, Ministério Público e o Judiciário de mãos atadas. É necessário que se torne as penas mais duras para quem comete crimes contra animais e o meio ambiente”, disse.
O deputado convida a todos a também aderirem ao Movimento Nacional de Proteção e Defesa Animal, e assinarem a Carta Aberta disponibilizada no site Crueldade Nunca Mais:
www.crueldadenuncamais.com.br

Fonte: http://www.felicianofilho.com.br/

Torres de telecomunicações matam 7 mi de pássaros por ano

Quinta-feira, 26 Abril 2012 às 09:38 


Cerca de 7 milhões de pássaros morrem anualmente na América do Norte devido à torres de telecomunicações, sobretudo as mais altas, durante sua migração para América Central e América do Sul, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira.
Estas aves são vítimas das 84 mil torres instaladas nos Estados Unidos e Canadá, algumas das quais alcançam 600 m de altura, ou seja, duas vezes a altura da Torre Eiffel.
"Tal tragédia poderia ser evitada", disse Travis Longcore, um ornitólogo da Universidade da Califórnia do Sul, principal autor do estudo publicado na revista americana PLoS ONE (Public Library of Science). Quanto maior a torre, maior a ameaça para os pássaros.
Os pássaros não morrem por se chocar contra a torre, mas por atingir os numerosos cabos metálicos que rodeiam essas estruturas para mantê-las firmes em seu lugar. Em caso de mau tempo, as nuvens obrigam as aves a voar mais baixo, impedindo os animais de contar com elementos de navegação como as estrelas, e deixando como única referência visual os focos vermelhos dessas antenas enormes.
"Os pássaros não podem se desprender destas lâmpadas vermelhas fixas que têm como referência, o que os obriga a voar em círculos ao redor das torres e acabam atingindo estes cabos", explica Travis Longcore.
Ele completou que as torres com luzes intermitentes são por esta razão menos perigosas para as aves. Substituir luzes fixas por luzes intermitentes tornaria as torres menos perigosas para as aves.

Fonte: Terra

Aprovada reforma do Código Florestal, ruralistas impõem derrota ao governo

Brasília, Quinta-feira, 26 de abril de 2012 - 3:00

Por MARTA SALOMON - estadao.com.br

Rodolfo Stuckert/Agência Câmara 

Após 13 anos de tramitação no Congresso Nacional, a reforma do Código Florestal passou pela última etapa de votação ontem na Câmara com uma importante derrota para o governo Dilma Rousseff. A derrota só não foi maior porque os ruralistas se viram impedidos de garantir anistia ampla para os desmatadores, conforme desejavam. A recuperação das áreas desmatadas - principal polêmica que opôs ambientalistas e ruralistas - será objeto de novas batalhas no Congresso.
O novo Código Florestal, que segue para a sanção da presidente, determina que propriedades rurais com rios de até 10 metros de largura terão de recuperar uma faixa de 15 metros em cada margem. Há atenuantes nessa regra para os pequenos produtores. Mas o texto é omisso sobre o que fazer com propriedades que têm rios mais largos.
Os efeitos dessa omissão dividem a opinião de especialistas. Para representantes do agronegócio, as demais Áreas de Preservação Permanente (APPs) serão recuperadas com base em regras a serem definidas pelos Estados. Para técnicos do governo, poderá valer a regra geral aprovada para a proteção das margens de rios, que prevê entre 30 metros e 500 metros de vegetação ripária, dependendo do tamanho dos rios.
Etapa. Apesar de reunirem uma larga maioria de votos na Câmara, os aliados do agronegócio perderam na questão mais importante em jogo nessa última etapa da votação. O relator Paulo Piau (PMDB-MG) teve de mudar mais uma vez seu texto porque não podia mais liberar os produtores rurais de recuperem parte das APPs. A exigência havia sido aprovada pela Câmara e pelo Senado e não poderia simplesmente desaparecer. Os ruralistas se convenceram de que a disputa iria parar no Supremo Tribunal Federal e recuaram.
'O governo ganhou por W.O., por uma questão do regimento', disse o relator. 'Tem muita gente de cabeça baixa aqui', completou Piau, que também é produtor rural e integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária.
O texto do relator foi aprovado por 90 votos de diferença, 1 voto a menos do que os ruralistas conseguiram reunir em maio, na maior derrota política imposta à Dilma Rousseff em seu primeiro ano de mandato. Na ocasião, a Câmara dispensou os produtores rurais de recuperarem áreas desmatadas até 2008, o que equivalia a uma anistia ampla aos desmatadores.
O placar registrou 274 votos a favor do relatório de Piau contra 184 de apoio à proposta defendida por Dilma Rousseff, aprovada por acordo no Senado, em dezembro. Nas demais votações da noite, o governo também perdeu. Em uma delas, os chamados apicuns, áreas de manguezais que abrigam a produção de camarão, deixaram de ser classificadas como APPs. No Senado, um acordo havia definido limites à ampliação das áreas de cultivo do camarão no Nordeste.
Questionada pelo Estado ontem à noite, Dilma Rousseff não se manifestou sobre o resultado da votação. O Estado apurou que a presidente não ficou satisfeita com o tratamento dado às áreas desmatadas até 2008, mas ainda não se decidiu sobre o veto a parte do texto.
O resultado da votação claramente impõe um novo round de debates para a recuperação das áreas desmatadas, sobretudo às margens de rios, consideradas mais importantes na proteção dos recursos hídricos.
Segurança jurídica. A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse à noite que, numa primeira avaliação, o texto aprovado pela Câmara não garante 'o tão almejado equilíbrio entre a produção e a proteção do meio ambiente'. Segundo a ministra, a segurança jurídica tampouco foi alcançada, já que resta no texto uma lacuna sobre como será a recuperação às margens de rios com mais de 10 metros de largura.
Insatisfeitos com o resultado, os ruralistas já prepararam projeto de lei para estabelecer faixas menores do que 15 metros para a recuperação das margens de rios nas propriedades, anunciou o vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, deputado Homero Pereira (PSD-MT).
No caso dos rios mais estreitos, a recuperação cai para cinco metros, de acordo com a proposta, que prevê também antecipar a suspensão das multas aos desmatadores para imediatamente após a aprovação da nova lei, e não a partir do compromisso assumido pelos proprietários rurais de regularizar seus imóveis, por meio do Cadastro Ambiental Rural. 'Recuperar 15 metros , como ficou no Código, é muito para a agricultura brasileira', insistiu o relator Paulo Piau.
Para permitir que o Senado assuma o comando da nova fase da discussão, os senadores Jorge Vianna (PT-AC) e Luiz Henrique (PMDB-SC) protocolaram ontem mesmo projeto de lei com regras para a regularização ambiental das propriedades.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

ONG salva cão faminto à beira da morte

Reino Unido - 25 de abril de 2012 às 19:45

A transformação de Soldier: hoje ele é um cachorro saudável e bem tratado (Foto: Reprodução/The Sun)

Está história é realmente chocante. O cachorro Soldier foi encontrado pela equipe da ONG de proteção animal, RSPCA, à beira da morte.
O animal estava tão magro que media apenas quatro centímetros de diâmetro em algumas partes do corpo.
Seu ex-tutor, John Hendricks, declarou-se culpado das acusações de maus-tratos ao seu animal.
Como punição, Hendricks foi obrigado a pagar uma multa de R$ 372, uma outra penalização de R$ 1860 e proibido de criar qualquer tipo de animal pelos próximos 10 anos.
A história de Soldier veio a público depois que a instituição revelou que a crueldade contra animais cresceu cerca de 25% no último ano no Reino Unido.
As histórias incluem um cão esfaqueado repetidamente com um descascador de batatas, um gatinho cego jogado em uma sacola e um cachorro encontrado abandonado em uma casa onde cinco outros animais já haviam morrido de fome. Beethoven só sobreviveu comendo restos dos gatos.
Em setembro, o tutor de Beethoven, Mateus Pereira, foi preso por 20 semanas e proibido de criar animais por 10 anos depois de ter admitido ser o autor de 34 crimes contra animais.
Cerca de 1.340 pessoas foram processadas por crueldade contra animais e negligência em 2011. Cerca de 1.100 deles foram proibidos de possuir animais e 74 foram presos.
Soldier foi um dos animais cuja a história teve um final feliz. A ONG conseguiu salvá-lo e hoje ele é um cão feliz e saudável.

Fonte: R7

Tartarugas e peixes são apreendidos pela PRF sendo transportados por ex-vereador no MT

Crime ambiental - 25 de abril de 2012 às 19:07

(Foto: Kassu / Água Boa News)

Peixes de várias espécies e duas tartarugas vivas foram apreendidos pela PRF na região de Água Boa por volta das 19h00 de sexta-feira, 20 de abril, sendo transportadas em um veículo de Goiânia (GO) pelo ex-presidente da Câmara de Novo Santo Antonio, Keith Olivetti dos Santos Lima, de 42 anos, natural de Barreira do Campo (PA).
Ao Água Boa News, o Policial Rodoviário Federal Nilson Junior disse que a apreensão ocorreu após ter recebido uma denúncia anônima de que havia um veículo transportando pescado irregular, a princípio somente o pescado. “Fizemos uma fiscalização de rotina e abordamos o veículo suspeito com o pescado, primeiramente encontramos uma caixa de isopor com pescados em pouca quantidade, mas condutor não apresentou nenhuma documentação e em uma vistoria mais minuciosa no veículo, acabamos encontrando duas tartarugas e mais uma manta de aproximadamente 4 Kg da espécie Pirarucu, cuja pesca no estado de Mato Grosso”.
O ex-parlamentar, que exerceu o mandado de 2004 à 2008, viajava com a esposa, filhos e uma outra jovem senhora, também da família de Novo Santo Antonio, onde reside para a casa dos pais, em Barra do Garças.
Keith Olivetti disse ao Água Boa News que para quem é criado como ribeirinho é normal o transporte peixes e tartarugas para a alimentação e que a denúncia poderá ter partido da classe política, haja vista que a sua esposa trabalhava na secretaria de Assistência Social, na administração do prefeito Valdenir Antonio da Silva, conhecido como “Quatro Olhos”, que morreu assassinado com três tiros dentro de sua casa em julho do ano passado. Após a morte ela foi exonerada pelo atual prefeito.
O suspeito, juntamente com os pescados apreendidos, foram encaminhados para a Policia Judiciária Civil de Água Boa e, após pagar fiança, foi liberado e continuou a viagem.

(Foto: Kassu / Água Boa News)

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Fonte: Água Boa

Moradores improvisam ‘favela’ para gatos no morro do São Bento, em Ribeirão Preto (SP)

Animais abandonados - 25 de abril de 2012 às 18:40

(Foto: Weber Sian / A Cidade)

Os gatos que vivem no Morro do São Bento ganharam casas improvisadas. Moradores da região que alimentam os animais montaram as moradias com papelão, madeira e plástico para abrigar os felinos e o alimento disponibilizado pelos cuidadores.
Segundo o Centro de Controle de Zoonoses não é proibido alimentar animais abandonados e, como o Morro de São Bento é um ponto conhecido de abandono de animais, existem muitos cuidadores que disponibilizam comida para uma população de aproximadamente 100 animais em toda a área.
Porém, quem fornece o alimento tem que fazer em porções fracionadas e retirar a ração depois que o gato se alimentar, para que não haja o risco de animais silvestres que circulam pelo local comerem a ração. Além disso, o aumento de oferta de comida desproporcional pode atrair mais animais para área, mesmo os que possuem tutores.
A prefeitura informou, em nota, que o Centro de Controle de Zoonoses deve se reunir nesta quarta-feira (25) com diversos órgãos do administrativo para resolver o problema dos gatos abandonados no Morro de São Bento, com o desenvolvimento de ações definitivas.

(Foto: Weber Sian / A Cidade)

Veja mais fotos aqui.

Fonte: A Cidade

Polícia Militar prende homens acusados de abusar sexualmente de patos e galinhas

João Pessoa/PB - 25 de abril de 2012 às 16:00 

Foto: Divulgação 

Nesta segunda-feira (23) três homens foram detidos acusados de prática de zoofilia (manter relações sexuais com animais) na cidade de Bayeux, na Grande João Pessoa (PB). Os três foram denunciados pela vizinha que suspeitou do barulho.
Foram presos José Severino dos Santos, 62 anos, Marcos Antônio Pereira, 43, e Severino da Silva, 64, moradores da rua Gustavo Maciel Monteiro, no centro do município, que abusaram de quatro galinhas e dois patos. Os acusados e os animais foram levados para delegacia.
Maria de Lourdes Felício, vizinha dos acusados, afirmou que os homens estavam bebendo na casa quando ela ouviu o barulho das galinhas e patos que tentavam fugir. Quando ela foi ver, flagrou os acusados praticando atos obscenos e chamou a polícia.
Esse é o segundo caso de zoofilia em Bayeux em menos de uma semana. Um homem foi acusado de roubar uma égua para praticar o ato sexual.

Fonte: Paraíba

Criado programa de atendimento veterinário gratuito no RJ

Comunidade carente - 18 de abril de 2012 às 12:00

Foto: Reprodução

Agora é lei no Estado do Rio de Janeiro a prestação de atendimento veterinário gratuito a animais de famílias que tenham renda de até três salários mínimos. É o que garante a lei 6.208/11, que cria no Rio de Janeiro o Programa de Atendimento Veterinário Gratuito aos Animais Domésticos da População Carente.
A nova regra foi publicada no Diário Oficial do Legislativo desta terça-feira (17/04), promulgada após a derrubada do veto do Executivo à proposição, de autoria do deputado Luiz Martins (PDT).
“Queremos garantir o tratamento adequado dos animais de uma parcela da sociedade que não tem como arcar com esse tipo de serviço. Este atendimento será, inclusive, uma importante ferramenta de Saúde Pública”, diz o deputado.
O texto encarrega a Secretaria de Defesa Civil da implantação do programa, que incluirá consultas e cirurgias. Para isso, o Estado fica autorizado a celebrar convênios e parcerias com entidades de proteção animal, universidades, estabelecimentos veterinários, empresas públicas e privadas e entidades de classe.

Fonte: Radio Itaperuna FM

Idealizadora de grupo que luta contra exploração animal explica as bases do veganismo

Alimentação sem crueldade - 25 de abril de 2012 às 16:40


Em Ponta Grossa, foi criado neste ano um grupo que luta contra a exploração dos animais, o Abolicionistas Veganos. Em entrevista ao Portal Comunitário, a idealizadora do grupo, Andresa Jacobs, explica as bases do veganismo.
Andresa Jacobs é formada em Biologia pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e Mestre em Educação, Ciência e Problemática Ambiental pela Universidade Federal de Santa Cantarina (UFSC). Atualmente ministra aulas de Ciências para o Ensino Fundamental no Colégio Estadual Prof. Eugênio Malanski, onde também coordena o Projeto Valor à Vida. Atua ainda como colunista da Agência de Notícias de Direitos Animais (www.anda.jor.br) e pertence ao grupo Abolicionista Veganos (abolicionistasveganos.blogspot.com.br).
Andresa afirma ter sido viciada em carne. Mas, depois de tomar conhecimento do sofrimento a que os animais eram submetidos – seja para produção de alimentos, cobaias ou outros -, decidiu parar de consumir produtos de origem animal. Adotou outro modo de vida, o veganismo. Os Veganos primam pelo não sofrimento dos animais, boicotando itens de origem ou testados em animais. Essa mudança na vida de Andresa foi em 2004 e, segundo ela, a iniciativa só trouxe benefícios, tanto para ela quanto para o planeta.

Qual a diferença entre o veganismo e o vegetarianismo?

A pessoa vegetariana é aquela que não se alimenta de nada de origem animal. É uma falácia achar que quem não come carne mas se alimenta de ovos, leite e seus derivados é vegetariano. Essa forma de alimentação, que exclui produtos de origem animal, é meio caminho para o veganismo, que é um modo de vida. O vegano, além de não comer absolutamente nada de origem animal, opta por produtos de origem vegetal também na questão de vestuário e utensílios. Outro cuidado que essa pessoa tem é analisar os rótulos e embalagens e sempre escolher as empresas que garantem não utilizar animais em experimentos ou partes deles para a confecção dos produtos. Basicamente, o vegano é um vegetariano que além de excluir alimentos de origem animal, opta por um modo de vida que de nenhuma forma precise que animais sejam sacrificados ou explorados para que ele viva.

Qual foi a sua motivação? Desde quando é vegana?

No meu caso foi por causa do Grupo Fauna de Proteção aos Animais. A princípio não virei vegetariana por causa da saúde, foi pelos animais. Sei o holocausto a que eles são submetidos, e resolvi deixar de compactuar com isso. A melhora na saúde foi uma consequência. Desde 2004, quando adotei esse modo de vida, tenho mais disposição, sinto-me melhor. Eu era viciada em carne, mas quando ingressei no Grupo Fauna, iniciei um processo gradativo de diminuição na quantia de carne até o total abandono desse alimento e derivados. Comer carne é um vício. Ela é um alimento muito pesado que quando comido demora a ser digerido dando sensação de saciedade, o que não quer dizer que ela seja nutritiva.

É grande o número de vegetarianos no Brasil?

O Brasil é o país onde mais tem crescido o número de vegetarianos, segundo entidades vegetarianas. Esse fato resulta em uma maior oferta de itens. Em Ponta Grossa, por exemplo, existem muitas casas de produtos naturais e com grande diversidade. É possível encontrar desde aveia até grãos que não são produzidos em nossa região.

Como as pessoas que não comem carne nem derivados de leite podem suprir a necessidade de proteínas e vitaminas?
Todo vegetal é composto por proteína. Para alimentação, as leguminosas como feijão, soja, grão de bico e lentilha, além de outros, são ricas em proteínas. Mas as pessoas são culturalmente educadas a comer carne e achar que essa é a única fonte de proteína possível. Quanto às vitaminas, a única que é preciso ter um pouco mais de atenção é a B12 ou cobalamina. Caso seja necessária a reposição de B12, suplementos vitamínicos conseguem suprir esta necessidade.
Quem é vegetariano cuida da saúde, porque está ciente da importância de uma alimentação adequada. Por isso prefere produtos integrais aos polidos, além do que uma dieta em que há a busca por outras formas de proteínas resulta em diversidade alimentar, e traz como consequência diversidade de aminoácidos. Benefícios que, quem se prende à alimentação exclusivamente dependente de proteína animal, não tem.
Hoje em dia, há maior facilidade em encontrar produtos naturais e de origem vegetal?

Com certeza. De alguns anos pra cá, o número de lojas especializadas nesses produtos aumentou bastante, barateando o custo desses alimentos e trazendo maior variedade. Além disso, a internet é uma grande ferramenta tanto para a compra quanto como fonte de informação.

E quanto ao custo, é caro manter esse modo de vida?

Pelo contrário. Ir à feira e comprar uma grande variedade de frutas e verduras sai mais barato que comprar a quantia equivalente em carne. É preciso acabar com o mito que o vegetariano é uma elite, afinal o valor agregado aos vegetais, partindo-se do custo de produção e manutenção, é muito menor do que o valor agregado à carne, justamente por ser um produto de origem animal.

Como as outras pessoas encaram esse modo de vida?

Apesar do crescimento no número de pessoas que optam por não comer carne e derivados animais, a sociedade critica bastante os vegetarianos, por isso somos os primeiros a dar o exemplo de rigor com a saúde alimentar. Por exemplo, quando se fica resfriado, pronto! É porque não come carne. Qualquer coisa é motivo para criticas. Mas é muito mais fácil julgar o outro ao invés de olhar para si mesmo, não?

Como é ser vegana?

Bom, nós somos bastante disciplinados quanto à alimentação sem violência e buscamos estar sempre atualizados. Procuramos cozinhar, saber a origem do que estamos comendo, além de buscar opções ‘vegetarianas’ para comidas que são feitas com carne. Por exemplo, existem receitas de salgadinhos como coxinhas, quibes e pasteis que não levam ovo, leite nem carne. Engana-se quem pensa que vegetariano sofre, muito pelo contrário, não sofremos e ainda experimentamos sabores diferentes e mais saudáveis.
Em relação aos demais modos de consumo, fazemos o mesmo. Hoje existem opções boas e baratas de produtos veganos nos mercados e internet. Que vão desde roupas e calçados até cosméticos e produtos de limpeza.

E pessoas que almoçam fora e não tem tempo de cozinhar ou não sabem, mas querem se tornar adeptas. O que podem escolher em um buffet, por exemplo, para suprir as necessidades de proteínas e vitaminas?
No prato não podem faltar uma quantia de leguminosa como feijão, ervilha, ou grão de bico ou lentilha, devem optar por arroz e/ou massas integrais, que são mais nutritivos e dão sensação de saciedade, e completar com um bom prato de salada, não só alface e tomate. Devem estar no prato também os vegetais verdes, como brócolis, vagem, couve, dependendo do que é oferecido pelo restaurante. O importante é a diversidade.

Quais os benefícios de ser vegetariana?

Além de poupar vidas de animais, em princípio, as pessoas têm mais disposição, há a diminuição no risco de doenças relacionadas ao sistema gastrointestinal, os níveis de colesterol, que resultam em problemas cardíacos, dentre outros, são menores, além disso, segundo estudos, o câncer no aparelho reprodutor está ligado ao consumo de carne, e quando se mudam os hábitos o risco é diminuído. Há também benefícios que estão mascarados, por exemplo, a carne, os ovos e até mesmo o leite são repletos de substâncias que foram dadas aos animais para otimizar a produção. No caso dos frangos, há o estimulo através de hormônios para o rápido crescimento e desenvolvimento das aves, a carne consumida é proveniente de frangos ainda ‘bebês’. No caso da carne bovina e suína, há a presença de antibióticos e outras substâncias maléficas à saúde, além dos hormônios, e o pior é que não há parâmetros e meios para a fiscalização.

Qual o impacto ambiental de comer carne?

Segundo dados da ONU, para cada container de frango que vai para o exterior, ficam sete de fezes, sangue, pele, bico e outras partes que o mercado não quer. Tudo isso vai parar onde? Basta ver a situação do Rio Verde, que passa pelo Matadouro Municipal. Para a produção de um quilo de carne são gastos, desde o inicio da vida do animal até a limpeza da carcaça, mais de 15 mil litros de água. O custo ambiental da carne é muito alto para o Brasil, se fossem contabilizados todos os prejuízos ambientais e custos de produção, a carne seria um alimento impagável. O preço nunca cobrirá o custo ético, ambiental e sanitário.
Outro dado importante é que no Brasil temos mais bois do que gente, cerca de 200 milhões, sendo o rebanho maior do mundo. E esses animais, além de ocuparem o que resta de florestas, como a Amazônia, que estão sendo convertidas em pastagens, são os grandes responsáveis pelo efeito estufa. Enquanto a queima de combustíveis fósseis é responsável por 13% da emissão dos gases que intensificam o efeito estufa, mais de 18% decorrem da criação de animais para carne, isso sem contar o leite e derivados. Um dado que não interessa ao poderio pecuarista divulgar.

Fonte: Pipocandoporai

Ribeirão Preto usa verba ‘ambiental’ para manter elefanta como prisioneira

Crueldade e ignorância - 25 de abril de 2012 às 15:20

Por Lobo Pasolini ( da Redação ANDA)


É difícil entender o raciocínio das autoridades. Uma elefanta chamada Maison que havia sido explorada em circo agora viverá presa em um cercado de 1.500 metros quadrados em Ribeirão Preto.
Segundo informações do G1, a prefeita Dárcy Vera gastou R$173 mil reais de dinheiro público (além dos R$471 mil que vieram da iniciativa privada) para manter a elefanta confinada na cidade. Ao que parece essa verba foi canalizada de recursos de um programa de educação ambiental.
Mas que educação ambiental é essa que não reconhece a importância dos habitats naturais e “educa” crianças e adolescentes com a inconsciente lição de que os animais podem viver aprisionados como propriedade dos humanos?
Exibir um animal que pode passear em seu habitat natural cerca de 40 km por dia, confinada só em uma área que para sua espécie é ínfima? Não, isso não é educação, isso é tortura e entretenimento do mais baixo nível.
Lamentável.

Cavalos-marinhos são explorados para o comércio

Ganância humana - 25 de abril de 2012 às 6:00

Por Natalia Cesana (da Redação ANDA)

Foto: Reprodução/La Stampa

Poluição e comércio: são estas as verdadeiras ameaças aos cavalos-marinhos, de acordo com Massimiliano Rocco, responsável pelo departamento de tráfico da WWF, ou seja, a seção que se ocupa das espécies que são de algum modo vendidas. “Este peixe é encontrado ao longo das águas quentes dos mares e oceanos de todo o mundo e vive a uma profundidade máxima de 50 metros. No geral, o habitat dos cavalos-marinhos é no meio das algas e plantas marinhas, mas não é fácil encontrá-los porque eles se mimetizam de forma única neste ambiente”, explica. As informações são do site italiano La Stampa.
Apesar disso, os cavalos-marinhos são constantemente ameaçados. “Trata-se de um perigo atual por dois motivos: caça descontrolada, com o consequente comércio cruel, e a progressiva destruição do habitat. Por estas razões, há alguns anos eles foram incluídos na Convenção CITES, de Washington, sobre comércio internacional de espécies da fauna e da flora ameaçadas de extinção.”
São muitas as razões pelas quais os cavalos-marinhos são capturados: para serem colocados em aquários ou mesmo para, após um processo de secagem, se tornar pingentes ou amuletos. Os principais interessados nos cavalos-marinhos são os países asiáticos, que os exploram na medicina chinesa.
Além disso, o mercado oriental não é novo neste tipo de negócio. “Os cavalos-marinhos são ralados, transformados em pó e usados em sopas. São utilizados na medicina popular exatamente da mesma forma como acontece com os tigres e tartarugas. O controle nessa região é uma utopia. Entre as intenções e a realidade existe um oceano e, infelizmente, o discurso vale também para espécies como os rinocerontes do Vietnã, os tigres da China, as tartarugas, mas também as algas. Resumindo, estamos assistindo a um enorme consumo da vida selvagem”, disse Rocco.
A destruição do habitat influi de maneira muito importante. O Golfo do México, por exemplo, está desaparecendo devido à poluição dos poços de petróleo. Desaparecem também os ambientes onde os animais se reproduzem.

Providências sobre a Chacina de ITAOCARA

Quarta-feira, 25 de Abril de 2012 


Por: Fabiano Jacob


Então amigos,
Além da denúncia pública do que tem ocorrido no município de ITAOCARA (vide os links ao final do texto), na condição de cidadão interessado e de ambientalista, busquei amparo legal na Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente que, sob a batuta firme e justa do Dr. Rezende, tem se mostrado uma grande parceira da sociedade civil organizada na luta contra os crimes ambientais e particularmente contra nosso irmãos indefesos, os animais.
Preparei representação, a qual publico a inicial, constando das provas e denúncias (mantendo o sigilo conforme solicitado pelos denunciantes) e, com fulcro no que garante o artigo 39 do código de Processo Penal, representei contra a prefeitura de ITAOCARA que, mesmo sem a comprovação factual de estar envolvida na chacina de 83 cães em maio de 2011 e na continuidade dessa prática vil, no mínimo prevaricou, deixando de investigar, denunciar e mesmo esclarecer o ocorrido à população desse município e a defesa animal Estadual.
Fui, como de costume, excelentemente bem recebido pelo Dr. Rezende que, na mesma hora despachou a representação, solicitando ao Setor de Investigações da especializada as seguintes providências:

1- Protocolo da Representação

2- Ao SIOP apurar e informar

3- Tomar o termo do comunicante, nesse caso eu mesmo.

Acreditamos que finalmente o caso venha a ser apurado, com a possibilidade de responsabilização dos criminosos, ou das autoridades que NADA fizeram na ocasião.
Quando atuamos com conhecimento e dentro da legalidade, nos é garantido todo apoio das autoridades que, cumprindo seu desiderato precípuo encontram-se prontas e dispostas a proceder nos casos de crimes ambientais, mesmo os contra animais.

Abaixo documentação:




Mulher vive um dia de cobaia e se submete aos mesmos testes que os animais sofrem nos laboratórios

Londres - 25 de abril de 2012 às 6:00

Por Roberta Oliveira (da Redação ANDA – EUA)

Uma mulher se voluntariou, em Londres, na Inglaterra, para participar de um procedimento idêntico ao vivido pelos animais que sofrem diariamente como cobaias nos laboratórios. O intuito foi sensibilizar as pessoas a respeito da crueldade dos testes que usam animais. As informações são do jornal britânico Daily Mail.
Ela foi arrastada por uma corda pelo pescoço e colocada sentada em um banco. Era hora de Jacqueline Traide comer, e pelas suas feições, seu medo era real.
Primeiro, sua boca foi aberta com dois grampos de metal , anexados a um elástico em torno de sua cabeça. Um homem, em um avental branco, a segurou pelo seu rabo de cavalo e a puxou até que sua cabeça fosse para trás.

Foto: Reprodução/Daily Mail

A jovem de 24 anos vivenciou um procedimento onde cosméticos são pingados em olhos de animais.
Consumidores horrorizados param, olham e tiram fotos de Jaqueline, enquanto ela se senta em um banco, cheia de eletrodos.
Quando o homem terminou de dar comida à Jaqueline, ela estava engasgando, e tentando se soltar.
Pelas próximas 10 horas, esta atraente artista de 24 anos levou injeções, teve sua pele esfoliada e melada com loções e cremes – e então teve um parte de seu cabelo raspado em frente à consumidores atônitos em uma das ruas mais movimentadas de Londres.
E em algum lugar do mundo, talvez em um laboratório que esteja conduzindo testes para um novo rímel, um animal indefeso está sendo sujeito ao mesmo tratamento.
A diferença é que Jacqueline – publicamente humilhada, tremendo de frio e com a pele vermelha nas bochechas – foi para casa depois que o experimento terminou.
Um animal teria tido uma morte terrível.

Foto: Reprodução/Daily Mail

Cronk dá comida à força à Jacqueline enquando fios representando eletrodos.
Jacqueline teve parte de seu cabelo raspado, o que é comum em animais de laboratório. A Sociedade Humana Internacional e a Lush juntaram forças para lançar uma campanha global contra teste em animais.
Jacqueline se voluntariou para participar da performance chocante, para chamar atenção à dor e crueldade sofridas pelos animais em laboratórios.
Seus olhos lacrimejaram quando um produto irritante foi borrifado em intervalos de tempo, e seu braço começou a sangrar quando ela tentou resistir a uma injeção.

Foto: Reprodução/Daily Mail

Talvez o momento mais surpreendente foi quando uma parte do seu cabelo foi raspado – prática comum em laboratórios quando monitores ou eletrodos precisam ser colocados na pele de um animal.
Passageiros de ônibus e pedestres tiravam fotos da demonstração – antes de assinar a petição ou simplesmente ir embora.

Foto: Reprodução/Daily Mail

Jacqueline, que parecia nervosa antes da apresentação, permaneceu calada durante toda a demonstração – mas pelas suas feições, seu sofrimento foi muito real.
Ela disse: “espero que isso plante uma semente de consciência nas pessoas, para que elas comecem a pensar sobre o que elas compram e consumem, e o que acontece quando um produto é produzido”.
Momentos depois, ela teve uma corda amarrada ao seu pescoço.
Alguns dos instrumentos usados em Jacqueline são usados em animais em laboratório em todo o mundo.
O gerente da campanha Tamsin Omnond disse: “O irônico é que, se fosse um beagle na vitrine passando por isso, a polícia e a Sociedade Protetora estariam aqui em minutos. Mas em algum lugar do mundo, um animal é submetido à este teste. A diferença é que o público não vê. Nós precisamos lembrar as pessoas que isto ainda acontece. Cientistas têm usados animais em laboratórios para testes de medicamentos e cosméticos, e não pararam.”

Foto: Reprodução/Daily Mail

Embora testes em animais para cosméticos tenham sido banidos na Comunidade Europeia há 3 anos atrás, ainda é legal na Grã-Bretanha a venda de cosméticos que foram testados em animais em outras partes do mundo, incluindo Canadá e Estados Unidos. Na China, estes testes são um requerimento.
A porta-voz da Sociedade Humana Wendy Higgind disse que “é moralmente impensável que empresas de cosméticos continuem a lucrar com o sofrimento animal”, adicionando que não há nenhuma justificativa para submeter animais à dor, só para produzir um batom ou uma sombra de olho.

Feira da Adoção da ONG Focinhos S.A.

Ribeirão Preto, quarta-feira, 25 de abril de 2012 




Pessoal,

Não deixe de participar....a Feirinha estará cheia de lindos Focinhos com os coraçõezinhos
lotados de amor para dar para quem os adotar!!! Não tem preço tem um bebê de 4 patas
adotado!!!!! 
Além das Doações, haverá a Lojinha de produtos com a carinha dos Focinhos,
com o propósito de angariar fundos para cuidar dos mais necessitados! Vá conferir, não
perca a oportunidade de ser ainda mais feliz e fazer um Focinho feliz!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


Acesse a Página e Lojinha do Focinhos: https://www.facebook.com/focinhos.sa

Para mais informações: focinhos.sa@gmail.com

terça-feira, 24 de abril de 2012

Proposta autoriza remoção de animais feridos em acidentes de trânsito

Projeto de Lei - 24 de abril de 2012 às 20:40

Ricardo Izar lembra que a proteção à fauna está prevista na Constituição e em tratado assinado pelo País. (Foto: Jorge Serejo)

A Câmara analisa o Projeto de Lei 3491/12, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que autoriza a remoção de animais, pelo agente policial ou outra autoridade, que tenham sofrido lesões em acidentes de trânsito.
A proposta muda a redação da Lei 5.970/73, que já autoriza essa remoção no caso de pessoas lesionadas. O projeto apenas inclui os animais na determinação.
O deputado argumenta que o projeto preenche uma lacuna legislativa e atende à Constituição, que, em seu Artigo 225, responsabiliza o Poder Público pela proteção da fauna brasileira. “O intuito da proposta é cumprir o que determinou a ‘Constituição Cidadã’, e aquilo que consta na Declaração Universal dos Direitos dos Animais, tratado do qual o Brasil é signatário”, declarou Izar.

Tramitação

A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Viação e Transportes e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Universidade Estadual de Ponta Grossa (PR) exibirá documentário “Não Matarás”

24 de abril de 2012 às 16:00 

Por Andresa Jacobs (da Redação ANDA)

(Foto: Divulgação)

No dia 25 de abril, na semana da II Manifestação Nacional Anti Vivissecção e Experimentação Animal, será exibido o filme “Não Matarás: os animais e os homes nos bastidores da ciência”.
O filme é uma produção do Instituto Nina Rosa, e será exibido no Auditório do Observatório Astronômico da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) às 19h.
A promoção do evento é dos Abolicionistas Veganos e do Grupo Fauna, grupos que estarão em ato no dia 28 de abril, participando da II Manifestação Nacional Anti Vivissecção e Experimentação Animal em Ponta Grossa, uma das mais de 60 cidades que estarão em ato no mesmo dia no Brasil.
Contatos:

abolicionistasveganospg@gmail.com

www.abolicionistasveganos.blogspot.com.br

grupofauna@gmail.com

CCZ de SP fechou três clínicas veterinárias neste ano

Falta de higiene e comércio de animais - 24 de abril de 2012 às 14:00 


Desde o início do ano, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), da Prefeitura de São Paulo, autuou 13 clínicas veterinárias e fechou outros três estabelecimentos por descumprimento à legislação municipal. Em São Paulo, toda clínica deve ter cadastro na Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa).
Os fiscais do CCZ fazem as vistorias após receberem denúncias. Além da falta de cadastro, os problemas mais encontrados pelos funcionários da Prefeitura em clínicas são a falta de higiene e a comercialização de cães e gatos – e ainda sem castração-, o que é proibido pela lei 14.483, de 16 de julho de 2007.
Em seu artigo 18, a lei municipal diz que os “canis e gatis estabelecidos no município de São Paulo somente podem doar animais microchipados e esterilizados”. Já o artigo 24 obriga a castração e a instalação de microchips também em animais vendidos em pet shops.
Os pet shops também são proibidos, por lei, de expor qualquer animal na vitrine por mais de seis horas seguidas. O texto ainda exige que cada ponto de exposição dos animais deve ter, afixadas, informações relativas ao canil ou gatil de origem. Para denunciar uma clínica ou pet shop, basta ligar para o telefone 156. As informações são do Jornal da Tarde.

Fonte: Veja

Cães que vivem no cemitério de Cubatão (SP) permanecerão no local, segundo decisão da Prefeitura

Vítimas do abandono - 24 de abril de 2012 às 15:20

Por Suzana Fonseca

Cães são considerados comunitários por viverem há anos no cemitério (Foto: Reprodução)

Os 16 cães que vivem no Cemitério de Cubatão (SP) vão continuar onde estão. A decisão foi tomada ontem (23), durante reunião entre a Promotoria Ambiental e representantes da Prefeitura. Os animais foram declarados cães comunitários, conforme permite a Lei Estadual 12.916, de 2008.
Com a medida, eles agora estão sob responsabilidade do veterinário cubatense Anderson de Lana Andrade, que representou, no encontro, os militantes de defesa da vida animal. Agora, os cachorros permanecerão no cemitério recebendo a devida assistência até que seja definido um outro local adequado para recebê-los.
“Vou contar com o auxílio de nossos protetores e nos próximos dias irei avaliar o estado de saúde desses animais”, adianta o veterinário. A reunião foi marcada depois que protetores da vida animal se uniram para protestar contra a decisão do secretário municipal de Gestão, Haroldo de Oliveira Souza Filho. Ele proibiu a permanência dos 16 cães (a informação inicial era a de que 12 animais viviam lá) no cemitério, onde são alimentados pelos funcionários.
Segundo o secretário, a medida foi tomada após a Ouvidoria do Município receber três reclamações de ataques a familiares de pessoas sepultadas no lugar. “Pode parecer uma medida drástica, mas ela era necessária”, afirma o secretário.
A atitude mobilizou entidades de defensores dos animais, como a Associação de Defesa da Vida Animal de Cubatão, que começou a cobrar uma providência do Poder Público. “Não pode simplesmente expulsar os animais de um local onde eles vivem há mais de dez anos e deixá-los na rua sem alimentação ou qualquer outro cuidado”, protesta Vergínia Helena da Silva Ramos.
Ao tomar conhecimento da situação, o promotor de Meio Ambiente, Eduardo Gonçalves de Salles, entrou em contato com o secretário de Gestão para tentar firmar um acordo e resolver o impasse. Um termo de compromisso foi firmado e o problema foi parcialmente resolvido.
Por enquanto, não há previsão de quando os animais deixarão o cemitério, tendo em vista que o Centro de Zoonoses da Cidade está com a capacidade esgotada. Construído para abrigar até 100 cães, o centro possui hoje 201 animais, segundo a Secretaria Municipal de Saúde.

Abandono
O problema dos 16 cães do Cemitério Municipal é apenas pontual. A Cidade possui um desafio muito maior, que é o de encontrar a solução para as centenas de animais domésticos abandonados pelas famílias que estão deixando as encostas da Serra do Mar e indo nos conjuntos habitacionais do Programa Serra do Mar, do Governo do Estado.
Pelos cálculos da Secretaria Municipal de Saúde, algo entre 800 e 1.000 animais domésticos estão nas ruas da Cidade ou passarão a viver no entorno dos núcleos habitacionais que foram e serão extintos nos próximos meses nas áreas de risco de Cubatão.
Um inquérito civil foi instaurado pelo Ministério Público Estadual (MPE) para acompanhar o caso. Segundo o promotor de Meio Ambiente, Eduardo Gonçalves de Salles, trata-se de uma questão urgente que deve ser solucionada o mais rápido possível pelo Estado e o Município.
O promotor explica que a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), responsável pela execução dos novos conjuntos habitacionais na região dos Bolsões e do Jardim Casqueiro, já se comprometeu em construir um centro de zoonoses para abrigar esses animais abandonados.
Contudo, cabe ao Município disponibilizar essa área. Além disso, ainda não se chegou a um acordo sobre quem ficará responsável pelo novo Centro.
Nesta segunda-feira, o secretário municipal de Gestão, Haroldo de Oliveira Souza Filho, informou que, em até 90 dias, a Prefeitura de Cubatão vai apontar a área onde o abrigo de animais poderá ser construído. “É um problema que precisamos resolver o mais rápido possível. Até porque o grosso das remoções acontecerá agora”, disse o titular da pasta.

Fonte: Jornal A Tribuna

Morre cão que perdeu 20 kg após sofrer maus-tratos em Campinas (SP)

Tutor será indiciado - 24 de abril de 2012 às 14:40

Cão morreu, após omissão de cuidados do tutor (Foto: Planetvet)

O cachorro mestiço da raça fila que foi retirado do seu tutor após sofrer maus-tratos morreu no domingo (22) em Campinas (SP) depois de seis dias em tratamento. Chumbinho estava 20 quilos abaixo do seu peso normal e não resistiu às complicações da “doença do carrapato”.
“A doença atingiu a medula, então ele não conseguia mais produzir os componentes sanguíneos”, explica o veterinário Diogo Siqueira, do Centro Clínico Veterinário de Campinas, que recebe animais apreendidos pela polícia.
Segundo o veterinário, o tutor omitiu cuidados ao cachorro por cerca de 40 dias, até o animal ser resgatado pela Polícia Civil, no dia 16. Chumbinho estava com 25 quilos, quando o peso normal para um cão adulto da raça dele era de 45 quilos.
O cachorro recebeu uma transfusão de sangue e também um concentrado de hemácias. Após exames, foi constatado que Chumbinho desenvolveu Erlichiose, conhecida como “doença do carrapato”. Ela desencadeia a morte das hemácias e plaquetas presentes no sangue do animal. Após dias sem cuidados, a doença estava em um estágio avançado.

Maus-tratos

Segundo Siqueira, o cão foi encontrado em um canil de cerca de dois metros quadrados em um ferro velho próximo a Avenida das Amoreiras, em Campinas. Segundo ele, o dono do estabelecimento já havia sido notificado por maus-tratos, mas se comprometeu a rever a situação. Quando os policiais retornaram ao local, no entanto, a situação continuava a mesma.

Indiciamento

O tutor do cachorro será indiciado por maus-tratos e omissão de cuidados. De acordo com a lei 9.605/98, que trata de crimes ambientes, a falta de cuidados contra animais domésticos, nativos ou exóticos são punidos com pena de detenção que varia de três meses a um ano, além de multa.

Fonte: G1

Programa “Cante Se Puder” do SBT maltrata animais em duas edições seguidas

Crueldade na TV - 24 de abril de 2012 às 16:20

Por Robson Fernando de Souza (da Redação ANDA)

Nas edições de 11 e 18 de abril, o programa Cante Se Puder, do SBT, explorou e maltratou animais vivos e usou corpos de animais mortos em algumas de suas gincanas.

Edição de 11 de abril

O segundo bloco, numa gincana chamada “Passarela do Medo”, usou diversos tipos de animais vivos e mortos. Entre os instantes 01:43 e 02:29, galinhas vivas são presas em caixa no piso e soltas para causar medo na participante da gincana, havendo alto risco de se pisar nas galinhas e machucá-las por isso e estresse certo para os animais.
Em outro momento, entre 02:33 e 03:00, lulas provavelmente mortas estão postas numa caixa no piso e a participante tem que pisar em cima das lulas. Percebe-se tímidos movimentos entre as lulas, mas insuficientes para o telespectador atestar que estavam vivas.
Num terceiro momento, entre 03:03 e 03:30, ratos pretos vivos estão presos em outra caixa no piso e a participante tem que pôr os pés dentro da caixa, havendo alto risco de se pisar nos ratos e machucá-los por isso, além da evidente causação de estresse entre eles.
No mesmo bloco, uma outra participante também foi submetida à obrigação de maltratar animais. No instante entre 06:56 e 07:12, lesmas e lagartixas aparentemente mortas estão postas numa caixa no piso e a participante tem que pisar em cima dos animais.
Adiante, entre 07:44 e 08:11 do bloco, línguas de animais compradas de açougue ou supermercado estão postas numa caixa no piso e a competidora tem que pisar em cima.
Logo a seguir, entre 08:13 e 08:49, grilos vivos estão presos em caixa no piso estão postas numa caixa no piso e a participante tem que pisar em cima dos animais, matando-os. Outros grilos também vivos ainda são jogados em cima da participante. Cada passo dado por ela é fatal para vários desses animais.
No terceiro bloco do mesmo programa, entre os instantes 08:22 e 08:44, num carrossel em que os participantes têm que cantar, peixes mortos são jogados de baldes contra eles.

Edição de 18 de abril

No terceiro (instante 09:37 – 10:28) e quarto (instantes 00:08 – 00:40 e 05:39 – 06:38) blocos dessa edição, numa gincana em que os participantes tinham que cantar sendo bombardeados por inúmeras bolinhas de ping-pong, com o corpo embaixo da mesa e a cabeça de fora por um buraco, ratos albinos são postos no chão e em cima da mesa de ping-pong, de forma pouco cuidadosa, no meio do bombardeio das bolinhas. Havia alta probabilidade de algum rato ser machucado pelas bolinhas ou pisados por alguém. Até a apresentadora Patrícia Abravanel avisava: “Cuidado pra não pisar nos ratinhos, gente.”
Trata-se de óbvios maus tratos contra animais, que foram submetidos a estresse e a altos riscos de saírem feridos ou, no caso dos grilos, muitos foram realmente mortos por pisoteio na gincana.
Uma ação da Justiça é mais que necessária para impedir que programas como esse continuem explorando animais de forma violenta, usando os vivos como objetos e os mortos como se fossem coisas descartáveis e ignorando que os vivos podem sair feridos ou mortos desses programas.
Nas edições de 11 e 18 de abril, o programa Cante Se Puder, do SBT, explorou e maltratou animais vivos e usou corpos de animais mortos em algumas de suas gincanas.
Uma ação da Justiça é mais que necessária para impedir que programas como esse continuem explorando animais de forma violenta, usando os vivos como objetos e os mortos como se fossem coisas descartáveis e ignorando que os vivos podem sair feridos ou mortos desses programas.

Mais de 50 animais são encontrados confinados em motel abandonado, no ABC Paulista

Várias espécies - 24 de abril de 2012 às 17:00

Duas lhamas foram localizadas (Foto: Divulgação)

Uma denúncia anônima recebida ontem (23) levou a Guarda Ambiental de São Bernardo (SP) a um antigo motel abandonado, no Bairro Balneária, local onde mais de 50 animais viviam confinados e eram criados sem autorização do Ibama. Diversas espécies em extinção foram encontradas pelos guardas e apreendidas.
Segundo a Guarda Civil Municipal, foram encontrados macaco-prego, papagaios, pixoxó, bico de ferro, sabiá bico de urso, bico de pimenta, galos de campina, mico leão dourado, azulão, pássaros pretos, curió e até mesmo duas lhamas. No momento do flagrante dos guardas municipais, três caseiros trabalhavam no local. Eles foram averiguados e liberados. Os dois proprietários do antigo motel abandonado, foram localizados e encaminhados para a Delegacia de Investigações de Infrações e Crimes contra o Meio Ambiente.

Fonte: ABC Repórter

Cachorro permanece ao lado de cadela que morreu atropelada

China - 24 de abril de 2012 às 6:00



(Foto: Divulgação)

Um cachorrinho tocou o coração dos chineses na província de Quanzhou. O cão estava com uma cadelinha, quando ela foi atropelada e morreu na hora. Em vez de abandonar a companheira, o animal ficou ao lado dela até que o corpo fosse retirado de lá.
O cão latiu, mexeu na cadela e a lambeu, até que uma pessoa chegou e retirou o animal morto de lá. De acordo com testemunhas, os dois cachorros eram vistos juntos com frequência.
- Foi horrível ver o cachorro tocando a parceira, sem querer deixá-la para trás – disse um pedestre.

Fonte: Surgiu.com.br

Ativistas denunciam maus-tratos a animais em parque de diversões

Lagoon Park/EUA - 24 de abril de 2012 às 6:00

Por Natalia Cesana (da Redação ANDA)

Foto: Reprodução/KSL

Ativistas em favor dos direitos animais estão organizando um boicote contra o Lagoon Park, um parque de diversões em Farmington, Utah (EUA), por maus-tratos cometidos contra os animais.
O grupo, chamado de Lagoonsucks.com, afirma que o parque não cumpre com os padrões mínimos de cuidado.
De acordo com as informações da rede televisiva KSL, de Utah, as acusações incluem cuidados veterinários débeis, sujeira nos alojamentos, que são muito pequenos, e treinamento inadequado por parte dos funcionários que lidam com os animais.
O porta-voz do parque, Dick Andrew, nega que estes abusos estejam ocorrendo. Ele diz que o parque tem quatro veterinários que monitoram regularmente o local e funcionários que cuidam dos animais todos os dias do ano.
O Lagoon Park oferece um santuário para todas as espécies animais resgatadas, incluindo tigres siberianos, zebras, camelos, cangurus, linces, alces e veados.

PM flagra homem praticando sexo com cachorra em Laranjeiras do Sul (PR)

Abuso de animais - 24 de abril de 2012 às 18:20


Um homem foi preso em flagrante na noite de sábado (21/04) na rua Vereador Jorge Pio Gonçalves, no loteamento Santa Catarina, em Laranjeiras do Sul/PR, mantendo relações sexuais com uma cadela vira-lata.
José Rodrigues de Lima, 52 anos estava em um terreno baldio com o animal quando foi surpreendido pelos policiais militares. Ele estava com a calça abaixo do joelho agarrando o animal.
A equipe do Noticias Policiais esteve no local e conversou com a tutora da cachorra, que contou que essa não é a primeira vez que o homem pratica o ato. O vizinho do terreno baldio onde aconteceu o crime relatou que José Rodrigues é morador no bairro e com freqüência é flagrado pela vizinhança cometendo zoofilia.
A bestialidade cometida pelo homem não é crime, porém ele deve responder por maus-tratos a animais com termo circunstanciado que está previsto no código penal, Artigo 32 da Lei Federal nº. 9.605/98. Caso haja condenação, o acusado pagará a pena que vai de três meses a um ano de detenção, além de multa.

Fonte: Jornal Novo Tempo

Militar dedica a vida para salvar animais maltratados nas zonas de conflito

Afeganistão - 24 de abril de 2012 às 6:00

Por Roberta Oliveira (da Redação ANDA – EUA)

Foto: Reprodução/Huffington Post 

Em 2006, enquanto servia na Marinha Real Britânica na província de Helmand, no Afeganistão, o sargento Pen Farthing encontrou uma batalha fora de sua base de operação, na cidade de Nowzad. Não era uma batalha típica entre homens, era uma rinha de cães. O sargento interviu sem hesitar para acabar com a demonstração de crueldade, sem saber como essa ação mudaria sua vida. As informações são do jornal Huffington Post.
Salvo de uma das rinhas, um dos cães, um cão sem raça definida com orelhas pequenas, imediatamente adotado por Pen, fielmente o seguia por todos os lugares. Eles se tornaram melhores e inseparáveis amigos. O laço entre eles se tornou tão forte que Pen fez o necessário para levar seu novo amigo, chamado Nowzad, para sua casa na Inglaterra. Após salvar o animal, Pen estava determinado a salvar mais. Assim surgir a ONG Nowzad.
Essa é a última coisa que nós pensamos quando pensamos em guerra, bem estar animal no Iraque e Afeganistão. Mas você não tem que procurar muito para descobrir que não há nenhum programa de bem estar animal no campo de batalha . Muitos animais são vistos como um nada. Cães e gatos não têm propósito nenhum no campo de batalha; com fome, perdidos e sobrevivendo em um mundo de doenças. Raiva é uma ameaça constante e não há vacinas.
Mas desta situação triste nasceram algumas amizades extraordinárias. Para soldados no campo de batalha recebendo ofensas diárias do Talibã, lar é uma lembrança distante. Mas para muitos, essa situação se torna mais suportável, como resultado de um encontro afortunado com um amigo de olhar perdido. “Voltar da patrulha, e ser recebido por uma bola de pelo com um rabo hiper ativo é um raio de luz que muitos soldados precisam”, diz Pen. “O cachorro passa pelo que os soldados passam. O cachorro traz aos soldados normalidade, os soldado dá ao cachorro amizade.”
Contando com cinco afegães, um membro da equipe no Reino Unido e voluntários globais, Nowzad Dogs fornece um serviço crítico para proteger os laços entre soldados e cães para a vida toda. Após receber o contato de um soldado, eles fazem o máximo para resgatar o animal e levá-lo para o abrigo, onde é vacinado e examinado, antes de fundos serem arrecadados para então levá-lo para a família do soldado no Reino Unido ou Estados Unidos. Até agora, mais de 300 cães foram resgatados e adotados por família no Ocidente. O trabalho da ONG também promoveu algumas mudanças na atitude dos afegães. Mais e mais pessoas da região têm levado seus cães para serem castrados.
O trabalho desta organização pode ser contado através de centenas de histórias. As conexões entre animais e humanos em um local tão hostil, assustador e estressante demonstra unidade e amor em um nível muito profundo. Infelizmente, a lutar para conseguir fundos está se tornando cada vez mais difícil e para piorar a situação, eles acabaram de perder o local do seu abrigo. Operando em um lugar temporário, Nowzad tem 3 meses para arrecadar mais de 155 mil libras esterlinas (aproximadamente 470 mil reais). Caso contrário, a ONG não poderá mais existir.
Para ler histórias incríveis, ver imagens e ajudar com doações, visite a página (em inglês)http://www.nowzad.com. A ONG conta até com uma campanha de doação de sutiãs , que são reciclados e revertidos em fundos para o abrigo. Leia também o livro ‘One Dog At A Time’ que conta a história do resgate do cão Nowzad, e outros no Afeganistão.